quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

O Estadista

Desde que a Monarchia cahiu, só houve um unico homem de Estado em Portugal.

SALAZAR

Fora delle, viu-se politicos. Muitos. Um sem-fim. Uma corja indizivel. Mas não estadistas. Gente de pouco valor, que não deixou marca, ou que prejudicou significativamente Portugal. Gente que cahiu ou cahirá rapidamente no esquecimento.

Os Grandes Homens são raros.

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

Lidar com Pretos



Brancos e pretos. As duas raças são incompativeis, por variadissimas razões. O preto tende a pullar para cyma do branco, e a destruil-o. O branco tende a dominar o preto, e a expulsal-o. O branco deve seguir e dar asas a essa tendencia. O racismo protege. É a unica coisa que protege. Especialmente contra uma raça visceralmente racista, como é a raça negra.

Com pretos, uma pessoa com cabeça não se offende. É uma raça de selvagens, no sentido anthropologico do termo, e portanto não podem ser outra coisa senão aquillo que são. Deve-se lidar com o problema, simplesmente. Á boa maneira do branco: fria, dura, seria, methodica, systematica, implacavel.

1º Reconquistar a Liberdade

Liberdade de insultar e criticar pretos. Liberdade de defender qualquer typo de medidas contra elles, justas ou não. Fim de leis contra “propositos racistas”, “incitação ao odio racial”, “apologia de crimes contra a humanidade”, e outras do genero.

Liberdade de organizar manifestações racistas em qualquer poncto do territorio.

Privatização total e abertura á concorrencia dos meios de communicação publica (RTP, RDP, jornaes subsidiados). Quebrar o monopolio dos bien-pensants.

Liberdade de discriminar e excluir na base da raça, do sexo, do comportamento sexual, da religião, ou qualquer outro motivo. No emprego, no commercio, no alojamento.

Livre-posse de armas. Pistolas e sobretudo, metralhadoras. Liberdade de criação de milicias populares raciaes, brancas, urbanas e ruraes.

Liberdade de abatter pretos violentos, ladrões, invasores de propriedade, furtadores, e desequilibrados aggressivos. No momento ou posteriormente (direito de vingança, de “fazer justiça pelas suas proprias mãos”). E de se servir nos bens dos dictos criminosos.

2º Reconquistar o Poder

Retirar a nacionalidade, o direito de voto, o direito de elegibilidade, e o direito de accesso á funcção publica, a todos os pretos e pretas, e mulatos cujo pae varão não seja portuguez. Especialmente, expulsar toda esta gente das forças armadas, dos corpos de segurança internos, e da magistratura. Do rei ao varredor de rua, so portuguezes. 

Entricheirar estas medidas na constituição, sem possibilidade de mudança fora dum referendo nacional. 

Se se revoltarem, exmagal-os, massacral-os.

3º Cortar a Mamma

Retirar aos pretos o accesso a qualquer bem, serviço e fundo estatal, á excepção das ruas e estradas. Nada de infantarios, escholas, collegios, lyceus, universidades, bolsas, hospitaes e urgencias publicas, habitação social, autocarros, comboios, electricos, rendimento minimo garantido, subsidio de desemprego, pensões de invalidez e de velhice, subsidios de maternidade.

Retirar-lhes completamente a protecção dos tribunaes e da policia (protecção reservada a portuguezes), sem que a lei, contudo, viole directamente os seus direitos naturaes (propriedade, livre-porte de armas, direito de auto-defesa, vida, liberdade). Para defenderem os seus direitos, que luctem pelos seus meios proprios, ou que se ponham sob a protecção dum patrono branco.

Cortar os subsidios e as ajudas a qualquer organização privada ou publica que atenda pretos.

Cortar a todos os niveis a ajuda, os subsidios, e “cooperação” (branco > $$$$ > preto) a governos e particulares africanos. Ser especialmente methodico e intransigente com os paizes do antigo Ultramar portuguez, que teem todos constituições, regimes, ideologias, e mentalidades anti-portuguezas. Expulsar os embaixadores desses paizes. Fechar e vender as embaixadas nesses paizes. Cortar contactos, até que os presentes regimes desappareçam e sejam supplantados por outros menos antipathicos aos portuguezes. Ou até que tenham sido reconquistados. 

Tractar o preto como um extrangeiro sem direitos politicos, e sem “direitos” socialistas.

Deixar o sector privado e associativo seguir a politica que quizer, discriminadora ou não.

4º Seres Deseguaes, Leis Deseguaes

Para castigar pretos que violem a lei, applicar systematicamente castigos physicos. Prisão, chicote, trabalhos forçados, humilhação publica, mutilação, e morte na praça publica (forca, ou methodo egual ao do assassino).

Para destruição de patrimonio publico e privado, violencias gratuitas, violencias em bando, attaques a brancos especialmente, attaques, roubos, assaltos a moradias, estupros, attaques á mão armada, quebrar definitivamente a sua ferocidade: castral-os, e cortar-lhes os dois braços acyma do cotovello. Na praça publica, sem anesthesia.

Para a preta, nas mesmas circunstancias, chicote com abundancia. Excepto se estiver gravida. Mas preservar-lhe a vida e a integridade physica.

Para crimes menos graves, prendel-os no jardim zoologico, aos magotes, á vista do publico. Nas terras do interior, acorrental-os pelo pescoço a uma arvore ou outro objecto de patrimonio publico. Eventualmente, desterral-os para as Berlengas, ou mais apropriadamente, para as Ilhas Selvagens.

Permitir, na lei, que as victimas dos “movimentos de libertação” (expropriações, mortes, torturas, raptos, aggressões), antes ou depois da descolonização, processem os seus aggressores (legisladores, generaes, ministros, militares, policias, civis, etc...). Emittir mandados de captura internacionaes e, caso não sejam attendidos, assassinos a soldo.

Uma lei para a raça nobre, outra lei para a raça ignobil. Soluções medievaes para gente selvagem.

5º Expulsão

Expulsão de todos os pretos do sexo masculino. Fazer uma excepção para os nossos antigos combattentes africanos, refugiados em Portugal. Não constituem perigo, e não merecem soffrer uma segunda indignidade na velhice. Mas expulsar os seus descendentes. Permitir aos pretos que tenham propriedades em Portugal geril-as por intermedio dum procurador da sua escolha. Deixar as pretas residirem livremente sobre o territorio: são nossas.  

Dar aos pretos um mez para deixarem o paiz. Quando chegar a data fixada, com a inevitavel desobediencia a tal ordem que se pode esperar, iniciar duas semanas de massacres por todo o paiz, por intermedio da tropa, da policia, e das milicias populares. No fim destas duas semanas de violencia, dar-lhes duas semanas para se recomporem do abalo e partirem. Recomeçar os massacres no final deste periodo. Repetir o processo até que o problema esteja resolvido.

Estar pronto para exmagar motins no proprio dia em que essas medidas forem anunciadas.

Não vacillar quando chegar a hora de dar a estocada final. A longo prazo, não é saudavel nem possivel manter uma parte importante da população sob pressão. Cae-se rapidamente na crueldade, na ruinzice e na injustiça (apartheid, escravatura, lynchamentos gratuitos, etc...). Nem é possivel assimilal-os: isso vae contra a sua natureza. Se a expulsão não for feita, a pressão do branco vae baixar, mais tarde ou mais cedo, e elles hão-de tomar o poder, destruindo a nossa civilização, a nossa nação, e a nossa segurança. Fora do suicidio nacional, um massacre seguido de expulsão é o que ha de mais humanitario.

Um povo, uma terra. Portugal aos portuguezes. Limpeza ethnica. Rua com elles.

6º Castigar os Traidores

Castigar barbaramente os governantes responsaveis pela descolonização e pela entrega do poder aos dirigentes dos movimentos separatistas. Na praça publica.

Dar um tractamento africano ao Porco Mario Soares. Cortar-lhe todos os membros, um a um, em dias diferentes. Castral-o. Cortar-lhe as orelhas, o nariz, e os labios. Finalmente, accabar com elle na fogueira. Dispersar as suas cinzas em frente ao monumento dos mortos da Guerra Colonial.

7º Mão Dura.

Posteriormente, prohibir a immigração africana masculina. Execução publica para quem desobedeça a esta regra. 

Accabar completamente com o asilo politico a africanos. Que se "refugiem" em paizes africanos.

Bombardear barcos de clandestinos que entrem nas nossas aguas territoriaes.

8º Reconquista

Voltar á expansão. Investir, colonizar, assentar, espetar a lança em Africa. Expandir o povo e a identidade portugueza. Evangelizar a Fé. Fecundar as africanas. Participar na vida politica. Tomar o poder. Perder a vergonha de viver, de existir, de avançar, de crescer, de luctar pelo seu espaço na Terra. Desculpabilizar-se do passado de expansão portugueza.

Viva Portugal!

quinta-feira, 21 de Agosto de 2014

Macacos



Preto é selvagem, primitivo, violentissimo, desequilibrado, louco, insano, gravoso, despreoccupado, insensivel, desengonçado, burro, torto, tosco, grosso, bruto, porco, mau, muito mau, complexado, assassino, macabro, violador, genocidario, parolo, desprovido de gosto, ressentido, indignado, indigno, inconsciente, invejoso, feio, animalesco, barulhento, zombador, inferiorissimo, preguiçoso, perigoso, fraco, rebelde, impotente, cobarde, tribal, macaco, 100% deshonroso, destruidor, abominavel, hediondo, hyena, incapaz, incompetente, inadaptado, atrazado mental, desprezivel, detestavel, racista, promiscuo, invertido, descahido, repugnante, inculto, ininteressante, offensivo, massacrador, inassimilavel, inintegravel, doentio, descerebrado, disfunccional, parasita, arrogante, feroz, confuso, disfunccional, ridiculo, completamente deshonesto, sem-noção, ogre, zombie, mal educado, pequenino no ganho, hostil, loser, destruidor, puro consumidor. 

Porcaria de raça. Praga. Infecção. Lixo humano. Lixo da Terra.

É universal: são todos assim. Não prestam.

A vida dum preto vale muito pouco. Muito menos que a dum branco.

Não ha nenhum que dê para tractar como egual, para considerar como amigo. 

Não ha nenhum que um bom pae possa casar com a sua filha.

Não ha nenhum, nenhum mesmo, que não seja um authentico macaco.

O preto é um animal. Deve ser tractado como um animal: morto, enxotado, capado, mutilado, submettido, exmagado, preso, escravizado, domesticado, civilizado, apartheidizado. Como tem sido tractado ao longo dos tempos. E não por accaso.

domingo, 3 de Agosto de 2014

Politica Extrangeira Portugueza

O imperativo vital do povo portuguez está na independencia. Um povo que perde a sua independencia é, rapidamente ou gradualmente, assimilado, destruido, disperso, e colonizado por forasteiros. Ahi, deixa de existir emquanto nação. A sua civilização, a sua identidade, a sua religião, desapparecem sob as bombas e sob os passos dos colonos.

A politica extrangeira do Estado portuguez, militarmente e diplomaticamente, deve ter como objectivo prioritario defender esta independencia. Como objectivo unico, aliaz.

Seguem-se algumas considerações sobre esta questão:

1) Portugal é um paiz fraco em termos militares, economicos, e demographicos. Os seus governantes devem ter consciencia da sua fraqueza. Devem agir de forma prudente, pacifica, modesta, silenciosa. Devem ficar fora das attenções das grandes potencias.

Não se devem pôr em guerras extangeiras. Devem-se manter fora de qualquer typo de allianças politico-militares, mesmo se, por uma questão de interesses e de cultura, sentem sympathia por certos paizes.

Portugal nem sequer tem capacidade para resistir a uma invasão Hespanhola. Muito menos ainda a um attaque sustentado do Império euro-atlantico: Estados Unidos, França, Allemanha, Inglaterra. Os governantes devem, na medida em que trabalhem politicamente para mais independencia, usar principalmente methodos diplomaticos e pacificos, desde que se tracte de lidar com forças superiores. Usar do gradualismo e do braço-de-ferro em vez dos golpes de força.

2) Devido á sua fraqueza, Portugal precisa de adquirir um lote de bombas nucleares, assim como um systema de misseis balisticos. Para tal, é necessario permitir e desenvolver uma industria nuclear com fins energeticos. So tendo-se varias centraes nucleares no paiz, engenheiros especializados, e um ensino scientifico adequado se poderá, posteriormente, desenvolver a bomba.

3) Tudo o que contribua a enfraquecer Hespanha e mantel-a occupada nos beneficia. Portugal não se deve opor aos movimentos separatistas catalães, bascos, e gallegos. Pelo contrario, deve regojizar-se da sua força, especialmente no caso gallego, que é um povo irmão do povo portuguez, para não dizer uma parte do povo portuguez.

Contudo, é fundamental, imperativo mesmo, não hostilizar directamente o povo hespanhol. Os hespanhoes teem capacidade para conquistar Portugal, a brincar, a passear, com a mesma facilidade com que legionarios francezes entram nas suas provincias africanas.

4) França é o alliado tacito de Portugal, pois serve de perigo e de pressão sobre Hespanha. França tem mais facilidade em pressionar Hespanha do que Inglaterra, o tradicional alliado portuguez. Alem disso, é culturalmente mais proxima do que os protestantes anglo-saxões.

5) Portugal deve sahir da NATO, e expulsar os americanos dos Açores, usando methodos pacificos, tendo em conta a força do mundo anglo-saxão: referendos, manifestações, protestos, resoluções... Portugal não tem necessidade nenhuma de tomar partido na guerra fria que se desenvolve entre americanos e russos. Pelo contrario, deve aproveitar esta rivalidade para promover os seus proprios interesses, usando alternadamente ou simultaneamente um bloco ou outro.

Ha que ter a consciencia clara que a unica força militar que occupa Portugal ha decadas é a força americana. Os americanos, longe de ser alliados, são o inimigo principal de Portugal.

6) Portugal deve sahir da União Europeia e das Nações Unidas que, pela manha e pela compra de politicos, promovem todo o typo de politicas e de systemas que enfraquecem o paiz e, na practica, lhe fazem perder a independencia tão firmemente como qualquer invasão militar. Politicas e systemas taes como a democracia, o socialismo, e a abertura á immigração de colonização.

7) A inimizade entre o mundo christão e mundo islamico não tem cura. Ha-de existir sempre. Entre povos christãos e povos muçulmanos, não ha paz possivel. Deve-se ver a situação actual como uma tregua temporaria antes que uma nova era de cruzadas e de jihad se manifeste.

Como tal, é bom que as relações entre Marrocos e a Argelia se mantenham tensas. E é bom que Marrocos continue a ter problemas no Sahara occidental.

8) Deve-se parar a immigração africana, e revertel-a. Ou seja, deve-se deportar, pela violencia e pelo suffoco burocratico, centenas de milhares de individuos. O que na practica, tendo em conta o grande numero de immigrantes, equivale a practicar limpeza ethnica. O africano, muçulmano ou preto, constitui sempre uma quinta-coluna, deslealissima. Será mais tarde ou mais cedo manipulado por potencias extrangeiras, no intuito de enfraquecer o Estado portuguez. O africano nunca será leal ao regime e ao povo portuguez, pela simples razão que não é portuguez. A sua tendencia será sempre de tomar o poder sobre os portuguezes, pela força e pela colonização gradual e insidiosa. E se tomar o poder sobre os portuguezes, enxotal-os-á e destruil-os-á.

Tal trabalho de limpeza ethnica, contudo, deverá ser feito somente depois de ser adquirida a bomba nuclear, não vá provocar uma intervenção extrangeira sob pretextos humanitarios.

9) Tambem a immigração hespanhola deve ser limitada. Não se deve conceder a nacionalidade a immigrantes de paizes vizinhos (Hespanha, Magrebe).

10) Portugal precisa dum systema de milicias populares que quebrem o monopolio da força das Forças Armadas. Um povo inteiro não pode estar á mercê dum monopolio que pode ser comprado, destruido, ou cooptado.

11) Portugal precisa de restaurar um systema politico autocratico, que permita a um homem forte - o rei - practicar uma politica dura, sensata, e de longo prazo. Em democracia, tal não é possivel, devido ás traições systematicas da Esquerda, devido á limitação dos mandatos, devido á necessidade de cortejar o eleitorado, assim como á instabilidade deste. Alem disso, so um autocrata hereditario pode tomar medidas fortes, por saber que não se arrisca a perder o poder, sendo posteriormente castigado por facções rivaes dentro do apparelho de Estado, ou extraditado para paizes inimigos por um pretexto qualquer.

12) Um paiz independente precisa de ter contas publicas em ordem, com despesas inferiores á receita. Custe o que custar aos funccionarios publicos, incluindo os militares. Ao não fazer tal trabalho de auto-disciplina, um paiz fica sob a auctoridade de banqueiros, de judeus, e de extrangeiros. Estes, em troca dos seus favores financeiros, impõem medidas favoráveis ás suas gentes e ao poder dos seus estados. O paiz vende a sua independencia. Nem sequer tem hypothese de a defender pelas armas.

13) O socialismo desviriliza os homens, e faz delles um rebanho de carneiros timidos e dependentes. Um paiz independente tem um povo orgulhoso, rebelde, feroz, armado, trabalhador. O socialismo deve ser destruido. Não se deve permitir ao Estado sugar o povo até á medula, nem se deve esperar que o Estado resolva os problemas ás pessoas. O socialismo é uma morte lenta. Provoca dependencia do extrangeiro, e baixa da natalidade para niveis suicidarios. 

14) É importante que haja uma industria de armamento prospera dentro do proprio paiz. Tem que haver technicos, engenheiros, scientistas, trabalhadores e professores especializados neste ramo. Tem que haver um desejo de excellencia e de melhoria nestes dominios. So um paiz vassalo se contenta em ir ao reboque de grandes potencias "amigas" para o seu armamento. A dependencia do paiz em armamento vindo do mundo anglo-saxão e das grandes potencias europeias so revela o seu estado de subjugação ás dictas potencias.

O paiz não pode depender para as suas armas e para as suas munições de alliados que, por qualquer motivo, o vão abandonar quando a occasião surgir. Para tal, em tempo de paz, muito antes das hostilidades começarem, deve-se permitir a essa industria florescer. Deve-se deixar apparecer um mercado das armas. E como o mercado portuguez, constituido essencialmente pelas Forças Armadas, é insufficiente para sustentar o dicto mercado, tem que se permitir a exportação de armamento para o mundo inteiro (governos e grupos rebeldes ou separatistas, sem escolher "bons" ou "maus"), assim como para as milicias populares interiores. Mesmo se em tempo de guerra se impõe algumas restrições. Os productores e vendedores de armas devem estar fiscalmente, legalmente e judicialmente protegidos. O Estado não deve extradital-os em nenhuma circunstancia.

15) Portugal deve ter um politica diplomatica e militar orgulhosa, mas não imperialista. Mas caso a auctoridade decida violar este principio de neutralidade e não ingerencia, deve fazel-o de forma avassaladora, clara, assumida, franca, viril, colonialista, e descomplexada.

Não se faz imperialismo democratico e "humanitario". Não se retira "expatriados" (palavra manhosa que implica que os portuguezes não teem o direito de viver fora de Portugal). Pelo contrario, conquista-se, protege-se os portuguezes, dá-se o poder politico ao nosso sangue, installando um governador ou um rei portuguez, e faz-se com que as communidades portuguezas pelo mundo vivam seguras, onde estão, sem correrem o risco permanente de serem exiladas e "retornadas". Ha o tempo dos calculismos politicos e diplomaticos. E ha o tempo da guerra, do tudo ou nada, do nós ou elles.

Quanto á diplomacia portugueza, se intervem juncto das communidades portuguezas espalhadas pelo mundo, deve fazel-o no sentido de estas se unirem, formarem partidos politicos, tomarem o poder, e fazerem secessão nos logares onde venham a ser maioritarias, criando novos Brazis.


terça-feira, 22 de Julho de 2014

Medidas de Apoio á Natalidade


1) Pena de morte para mulheres adulteras e divorciadoras. Estrangulação pelo marido encornado, na praça publica.

2) Pena de morte para mulheres e medicos abortadores. Na praça publica.

3) Systema de educação reservado aos homens. Despedimento das alunas.

4) Funcção publica reservada aos homens. Despedimento das funccionarias publicas.

5) Fim da concessão de subsidios e reformas ás mulheres.

6) Restabelecimento do direito de discriminação contra as mulheres no sector privado (habitação, commercio e emprego).

7) Legalização dos castigos corporaes como o tabefe e a chicotada sobre mulheres rebeldes á auctoridade do marido.


segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Nomes de Animaes

Cabra. Vaca. Serpente. Macaca. Galinha. Fera. Cadella...

É interessante constatar que a linguagem popular, e portanto, a sabedoria popular, refere-se frequentemente á mulher com nomes de animal.

Não é por accaso. Onde a pressão e a violencia social afrouxam, o que se manifesta da mulher é somente a sua animalidade.

quinta-feira, 17 de Julho de 2014

L'Éternel Féminin



Quando os homens tractam as mulheres como gente, comportam-se como vacas.

Quando os homens tractam as mulheres como vacas, comportam-se como gente.

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

A Hora da Burka

Nas sociedades occidentaes, a burka tem má fama. He considerada oppressiva, retrograda, medieval, machista. Felizmente, essa imagem passadista está em recuo. Cada vez mais mulheres estão a descobrir as virtudes desta indumentaria. A partilhar os seus gostos com as amigas. Estereotypos antigos estão a desapparecer. Hoje em dia, ja he considerada por muitas mulheres uma roupa tendance.

Tambem os homens, de forma crescente, estão a reappreciar o seu papel, a sua funcção social, a sua utilidade. Este phenomeno ainda está nos primordios, mas ha cada vez mais namorados e maridos a offerecer burkas às suas caras metades por occasiões especiaes. Ja lá vão os tempos grosseiros do kit sadomasochista, com ligas, chicote de cabedal e algemas.

Pode-se proveitosamente fazer uma analyse sociologica, economica, politica, cultural, religiosa e historica da burka. Mas essa he tarefa dos departamentos de sciencias sociaes das nossas universidades. No curto espaço dum artigo, o que se impõe he uma simples appreciação practica:

Commoda:

Com a burka, desapparece um dos principaes dilemmas das mulheres: o que vou vestir hoje? Não he preciso ajustar diversas cores e feitios de calças, sapatos, saias, camisas e chapeus. A uniformidade, a simplicidade, formam a regra de ouro dum uso classy da burka.

Disciplina:

A burka pode ser usada para castigar mulheres mal comportadas. Se pisam o risco, podem ser forçadas pelos maridos a vestil-as em casa, alem do uso diario em lugares publicos.

Para as mais fugidiças, basta pôr uma pega no topo da burka, e está-se perante um authentico sacco de mão para homens. Anda cá Maria!

Diversidade:

Apesar da sua homogeneidade, que não he nada mais do que uma harmonia, a burka permite satisfazer os gostos das mulheres mais coquettes. Vem em varias cores: branco argelino, preto saudita, azul afegão.

Libertadora:

As roupas modernas apertam as formas da mulher, exhibem a sua carne, de forma a fazer della um mero objecto sexual, um consumo masculino. Com a burka, a mulher ganha outra vez a sua tranquillidade, a sua independencia. Volta a pertencer-se.

Alem disso, por baixo da sua burka, a mulher está á solta, á vontade. Tem espaço de manobra. Se quizer, ja não precisa de pôr soutien nem cuecas. Adeus comichão!

Practica:

A burka he um objecto multiuso. Permite fazer contrabando, escondendo o que se queira debaixo da roupa. Pode-se guardar armas e explosivos ou, mais prosaicamente, generos alimenticios comprados sem recibo alem-fronteira. Se tem comichão, a mulher pode-se coçar onde quer e quando quer sem dar má impressão. Dá para cozer bolsos interiores, e guardar lá as necessidades do quotidiano.

A policia tem reticencia em revistar e apalpar mulheres com burka, de medo de provocar tumultos arabo-islamicos. Sossego garantido.

Protectora:

Para as mulheres mais feias, a burka he uma protecção. Se accordou de cara desfeita, e não tem tempo para se maquilhar, não ha problema. Põe a burka, e hop, ni vue ni connue.

Alem disso, a cara fica protegida das moscas e das picadas de mosquitos. E nos paizes nordicos, protege as orelhas e o nariz do frio. 

Finalmente, quando as mulheres estão em grupo, podem tagarelar e gozar com os homens: não dá para saber quem fallou. 

Pura:

So as mulheres decentes põem burka. A burka he uma marca de pureza, e ella propria purificadora. Um sinal de amor e de entrega exclusiva que uma mulher offerece ao seu marido. No seu devido tempo, o homem recompensal-a-á com algo que ella goste. Electrodomesticos modernos, por exemplo.

Refrescante:

Ao contrario do que se pensa, a burka não suffoca a sua utilizadora. Pelo contrario. Sabe-se que os nomadas do deserto tapam o corpo de baixo a cyma. Não he acaso. Isso permite guardar o suor debaixo da roupa, criando assim um “revestimento” de frescura. O principio he o mesmo com a burka. Não por coincidencia, he nos paizes quentes e deserticos que esta success story se manifestou inicialmente.

...

A burka he mais do que uma simples peça de roupa. He um avanço civilizacional.