terça-feira, 22 de Julho de 2014

Medidas de Apoio á Natalidade


1) Pena de morte para mulheres adulteras e divorciadoras. Estrangulação pelo marido encornado, na praça publica.

2) Pena de morte para mulheres e medicos abortadores. Na praça publica.

3) Systema de educação reservado aos homens. Despedimento das alunas.

4) Funcção publica reservada aos homens. Despedimento das funccionarias publicas.

5) Fim da concessão de subsidios e reformas ás mulheres.

6) Restabelecimento do direito de discriminação contra as mulheres no sector privado (habitação, commercio e emprego).

7) Legalização dos castigos corporaes como o tabefe e a chicotada sobre mulheres rebeldes á auctoridade do marido.


segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Nomes de Animaes

Cabra. Vaca. Serpente. Macaca. Galinha. Fera. Cadella...

É interessante constatar que a linguagem popular, e portanto, a sabedoria popular, refere-se frequentemente á mulher com nomes de animal.

Não é por accaso. Onde a pressão e a violencia social afrouxam, o que se manifesta da mulher é somente a sua animalidade.

quinta-feira, 17 de Julho de 2014

L'Éternel Féminin



Quando os homens tractam as mulheres como gente, comportam-se como vacas.

Quando os homens tractam as mulheres como vacas, comportam-se como gente.

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

A Hora da Burka

Nas sociedades occidentaes, a burka tem má fama. He considerada oppressiva, retrograda, medieval, machista. Felizmente, essa imagem passadista está em recuo. Cada vez mais mulheres estão a descobrir as virtudes desta indumentaria. A partilhar os seus gostos com as amigas. Estereotypos antigos estão a desapparecer. Hoje em dia, ja he considerada por muitas mulheres uma roupa tendance.

Tambem os homens, de forma crescente, estão a reappreciar o seu papel, a sua funcção social, a sua utilidade. Este phenomeno ainda está nos primordios, mas ha cada vez mais namorados e maridos a offerecer burkas às suas caras metades por occasiões especiaes. Ja lá vão os tempos grosseiros do kit sadomasochista, com ligas, chicote de cabedal e algemas.

Pode-se proveitosamente fazer uma analyse sociologica, economica, politica, cultural, religiosa e historica da burka. Mas essa he tarefa dos departamentos de sciencias sociaes das nossas universidades. No curto espaço dum artigo, o que se impõe he uma simples appreciação practica:

Commoda:

Com a burka, desapparece um dos principaes dilemmas das mulheres: o que vou vestir hoje? Não he preciso ajustar diversas cores e feitios de calças, sapatos, saias, camisas e chapeus. A uniformidade, a simplicidade, formam a regra de ouro dum uso classy da burka.

Disciplina:

A burka pode ser usada para castigar mulheres mal comportadas. Se pisam o risco, podem ser forçadas pelos maridos a vestil-as em casa, alem do uso diario em lugares publicos.

Para as mais fugidiças, basta pôr uma pega no topo da burka, e está-se perante um authentico sacco de mão para homens. Anda cá Maria!

Diversidade:

Apesar da sua homogeneidade, que não he nada mais do que uma harmonia, a burka permite satisfazer os gostos das mulheres mais coquettes. Vem em varias cores: branco argelino, preto saudita, azul afegão.

Libertadora:

As roupas modernas apertam as formas da mulher, exhibem a sua carne, de forma a fazer della um mero objecto sexual, um consumo masculino. Com a burka, a mulher ganha outra vez a sua tranquillidade, a sua independencia. Volta a pertencer-se.

Alem disso, por baixo da sua burka, a mulher está á solta, á vontade. Tem espaço de manobra. Se quizer, ja não precisa de pôr soutien nem cuecas. Adeus comichão!

Practica:

A burka he um objecto multiuso. Permite fazer contrabando, escondendo o que se queira debaixo da roupa. Pode-se guardar armas e explosivos ou, mais prosaicamente, generos alimenticios comprados sem recibo alem-fronteira. Se tem comichão, a mulher pode-se coçar onde quer e quando quer sem dar má impressão. Dá para cozer bolsos interiores, e guardar lá as necessidades do quotidiano.

A policia tem reticencia em revistar e apalpar mulheres com burka, de medo de provocar tumultos arabo-islamicos. Sossego garantido.

Protectora:

Para as mulheres mais feias, a burka he uma protecção. Se accordou de cara desfeita, e não tem tempo para se maquilhar, não ha problema. Põe a burka, e hop, ni vue ni connue.

Alem disso, a cara fica protegida das moscas e das picadas de mosquitos. E nos paizes nordicos, protege as orelhas e o nariz do frio. 

Finalmente, quando as mulheres estão em grupo, podem tagarelar e gozar com os homens: não dá para saber quem fallou. 

Pura:

So as mulheres decentes põem burka. A burka he uma marca de pureza, e ella propria purificadora. Um sinal de amor e de entrega exclusiva que uma mulher offerece ao seu marido. No seu devido tempo, o homem recompensal-a-á com algo que ella goste. Electrodomesticos modernos, por exemplo.

Refrescante:

Ao contrario do que se pensa, a burka não suffoca a sua utilizadora. Pelo contrario. Sabe-se que os nomadas do deserto tapam o corpo de baixo a cyma. Não he acaso. Isso permite guardar o suor debaixo da roupa, criando assim um “revestimento” de frescura. O principio he o mesmo com a burka. Não por coincidencia, he nos paizes quentes e deserticos que esta success story se manifestou inicialmente.

...

A burka he mais do que uma simples peça de roupa. He um avanço civilizacional.



A Ordem Natural

Deus manda na criação.

O branco manda em todas as raças da terra.

O christão manda no muçulmano e no judeu.

O homem manda na mulher.

O adulto manda na creança e no velho.

A Direita manda na Esquerda.

O rei manda nos seus subditos.

O patrão manda nos empregados.

O Papa manda nos bispos.

O heterossexual manda no invertido.

O sensato manda no insensato.

O intelligente manda no burro.

O trabalhador manda no preguiçoso.

O corajoso manda no cobarde.

O decente manda no devasso.


A ordem natural he uma ordem tradicional, hierarchica, vertical, antiga, decente, reaccionaria, e saudavel. Inimiga da depravação moderna. Quando se estabelece, ha justiça, liberdade, e prosperidade, mas tambem, lucta permanente para destruil-a. Quando não existe, ha caos, violencia, degradação, guerra e miseria, até que seja restabelecida.