domingo, 7 de outubro de 2018

A Impossibilidade da União Europeia

A construcção dum imperio supra-nacional – chamemos-lhe assim – na Europa é dificil por uma razão muito simples: os povos da Europa são povos dispares, desunidos, que não teem nenhuma lingua em comum.

Ja o mesmo não acconteceu com os Estados Unidos da America, que na sua formação foram ajudados pelo uso commum do inglez como lingua de communicação.

Nestas condições, a Europa vae ter dificuldade em crear uma instituição que lhe poderia ser util, face à fraqueza dos seus constituintes isolados: um exercito continental, que poderia pôr todo o continente sob a protecção do arsenal nuclear dum paiz como a França ou a Gran-Bretanha.

A Legalização das Abominações

Imagine-se que o chefe dum grande partido politico propunha a legalização do infanticidio e a sua execução gratuita no Serviço Nacional de Saude. Seria muito justamente considerado como insano ou perverso. No entanto, Portugal não hesitou em legalizar practicas como o aborto ou a homossexualidade, e prepara-se para officializar a euthanasia. Não é fundamentalmente differente duma legalização do infanticidio, ou de practicas como a mutilação genital feminina, que nos veem de Africa.

Em todos estes casos, está-se a assistir à normalização de abominações. Está-se, emquanto civilização, a recahir no primitivismo e na barbarie.

Urge combatter taes perversidades, e não, como o fazem hoje os que falsamente se intitulam de progressistas, normalizal-as. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Etiquetas da Nova Orthodoxia

Racista. Xenophobo. Antissemita. Revisionista. Negacionista. Homophobo. Islamophobo. Sexista. Machista. "Fachista". Reaccionario. Tudo o que é supposto não se ser.

Mas se, na verdade, o bom senso estivesse precisamente em ser isso tudo?

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Conciliar a Russia

A constante guerra de palavras e de ameaças dirigida contra a Russia é muito perigosa. Esta nação é uma das grandes potencias nucleares do mundo, com capacidade para destruil-o se for preciso. Nestas circunstancias, é muito importante baixar as tensões globaes, conciliando a Russia tanto quanto possivel, a todos os niveis. O perigo duma guerra nuclear, por erro humano ou outro, é demasiado grande.

Tensão Islamica

As sociedades islamicas são sempre atravessadas por uma tensão entre duas facções: os islamitas e os laicos.

Os islamitas levam o paiz para a tensão e o chaos, atravez de politicas guerreiras e controladoras. Portanto, atravez de medidas de violencia interna ou externa. Estas medidas tendem a suffocar toda a liberdade da sociedade, pelo seu caracter minucioso.

Já os laicos impõem limites à religião, que permitem à sociedade viver num estado apaziguado, visto que o Islão por natureza é revolucionario de toda a tranquillidade social.

É portanto esta a guerra, por vezes violenta, que se trava em cada sociedade islamica.

Systema de Reformas

O systema de reformas que vigora em Portugal é immoral e economicamente nefasto.

É immoral porque coercivo: força os mais novos a sustentar a preguiça e inactividade dos mais velhos, pelo imposto.

E é nefasto, porque é, em termos economicos, um puro consumo: as receitas do imposto são immediatamente usadas com as pensões correntes.

Um systema justo seria um systema de poupança voluntaria, ao longo da vida. Este systema teria a vantagem de usar em investimento os fundos poupados, atravez do systema bancario. Seria portanto um meio de crescimento economico.

Alem disso, constata-se que um systema coercivo de reformas é um desincentivo à natalidade. As pessoas, sabendo que serão supportadas pela sociedade, deixam de fazer filhos como meio de se precaverem contra os males da velhice. Já pelo contrario se estivessem por sua conta passariam a ter mais filhos.

O systema de reformas actual merecia ser abolido, regressando-se a um regime de voluntariado.

Egualdade

No dia em que as mulheres tiverem todas uma pila, ter-se-á finalmente atingido a tão procurada egualdade entre homens e mulheres.

Trabalho Infantil

Ha um opprobrio excessivo à volta do trabalho das creanças. Afirma-se a eschola como unica via para os mais novos com pouco raciocinio. Não se vê que passar seis ou septe horas na eschola é um trabalho como qualquer outro: um trabalho de escriptorio.

Desde que não seja degradante ou excessivamente perigoso, o trabalho infantil é positivo. Permite às creanças complementarem os rendimentos familiares, e ajudarem ao seu sustento. O que se vê em Africa, creanças a fazerem pequeno commercio, é natural e saudavel: permite apprender um officio para a vida adulta.

Na practica, a prohibição do trabalho infantil é mais uma maneira de difficultar a geração de grandes familias, numa sociedade que já de si tão poucos filhos faz. Não tendo esta fonte de rendimento, os paes são obrigados a limitarem-se na procreação, de medo de não poderem sustentar a familia.

Tribunal Penal Internacional

Os governos são frageis face a movimentos revolucionarios, manifestações, minorias armadas e subpopulações hostis. Face a estes phenomenos, o poder tem que estar pronto a exmagar os focos de revolta, e a exilar corpos extranhos. Se não o fizer, é a porta aberta à anarchia, à violencia, e ao crime de massa. À guerra civil, em suma. O Estado não pode permitir isso: tem a obrigação de manter a segurança no seu dominio.

Exmagar revoltas é sempre sangrento, e implica sempre a morte de civis – homens, mulheres e creanças – porque estes phenomenos veem por natureza da sociedade civil. Estas mortes são naturaes e necessarias, e não se deve ter dó de quem contribui para o chaos. É preciso fazer um massacre de vez em quando para se guardar o poder, e para se manter a paz.

É ahi que entra o Tribunal Penal Internacional (TPI). Ao attaccar systematicamente os governantes que se defendem, sob o titulo dramatico e theatral de crimes de guerra, crimes contra a humanidade, limpeza ethnica e outras accusações ainda, o TPI enfraquece a capacidade de reacção dos dictos governantes. Estes passam a ter dois inimigos, um interno, e outro externo. Na practica, o TPI acaba por tomar partido pelos movimentos hostis e violentos dos quaes os governos se defendem. O TPI collabora com o crime.

Nesta perspectiva, dramatiza-se muitos as retaliações que os governos exercem sobre as populações – e se estes não fossem attaccados, ellas não seriam necessarias nem occorreriam – mas fecha-se os olhos aos crimes das organizações e das massas rebeldes.

A justiça internacional acaba tambem por ser um instrumento imperialista contra os fracos victimas das grandes potencias. São sempre nações vencidas, como a Servia, ou nações frageis e pobres como os potentados africanos, as principaes victimas do TPI. Ainda está para vir o dia em que os governantes das grandes nações do Occidente se sentarão no banco dos réus pelos seus crimes.

Esta justiça internacional não presta, é immoral e nefasta, e devia ser fortemente reformada, senão abolida.