terça-feira, 28 de abril de 2009

Política Editorial

Qualquer um, qualquer que seja as suas ideias políticas, é livre de propôr alguma contribuição ao editor, que poderá recusá-la a seu belo prazer.

No entanto, as ideias expostas neste site devem obedecer à Declaração de Princípios. Caso alguma contribuição não esteja de acordo com os princípios liberais aqui defendidos, poderá contudo ser publicada, se contiver por outro lado ideias interessantes. Neste caso, a sua publicação poderá ser acompanhada dum aviso de não-conformidade à sensibilidade tirânica do editor/líder-supremo/führer/kaiser/timoneiro/chefe-máximo/presidente vitalício/nababo/soba/ayatollah d'O Porco Capitalista.

Uma contribuição padrão terá entre 700 e 800 palavras. Pede-se o envio dum ficheiro Word com paginação simples, e com uma linha de intervalo entre cada parágrafo. Além do mais o texto tem que estar minimamente isento de erros ortográficos e gramaticais...

As contribuições devem ser viradas para fora. Ou seja, os cronistas d'O Porco Capitalista não se devem atacar entre eles, nomeadamente através de ataques pessoais ou processos de intenção. O debate entre cronistas, a havê-lo devera ser interno (no campo de comentários). Mas poderá haver debate de ideias interno ao campo liberal, nos pontos em que o editor não tiver nenhuma opinião definida. Não esquecer que o inimigo principal é o Estado (e todos os seus apoiantes: sociais-democratas, comunistas, fascistas, monarquistas, teocratas, plutocratas, anarco-esquerdistas, etc...) e não o colega de blog.

Os cronistas não devem assumir que quem lê o blog é necessariamente liberal, e conhece necessariamente os argumentos e os princípios do liberalismo. Por isso pede-se a quem escreve no blog que desenvolva as questões discutidas, e não assuma tacitamente que o leitor sabe o que há de incorrecto (e burlesco!) nalguma situação comentada.

Não são aceites posts que contenham simplesmente um link para outro site, sem comentário. Os sites para os quais se faz referência devem estar em português, de preferência, ou numa língua... normal (nada de sanscrito, chinês, árabe, ou hindi). Línguas latinas, e inglês, portanto.

Nada de pornografia, pedofilia, zoofilia, erotismo, e obscenidades em geral. Mas nada contra um pouco de sensualidade de vez em quando.

Narcisos abstenham-se de propor contribuições, caso não consigam escrever uma frase sem lá inserir pelo menos dez vezes “Eu”. Há outros lugares na net para adolescentes exibicionistas.

Nada de insultos e palavrões, mesmo contra os inimigos da Liberdade. No entanto, o editor avisa que o seu critério do que é um insulto é mais restrito do que o critério de muitos hiper-sensíveis que por aí andam. Dizer um “mimo” a um canalha não é insultá-lo: é simplesmente uma forma de cumprimentar. Quem se sentir ofendido que nos convide para um duelo.

Os contributos devem ser radicais, fanáticos, extremistas, malucos, coerentes e intransigentes (oh lá lá, que maus que os liberais são...). Nada de condescendência com parasitas intervencionistas e parolos politicamente correctos. Inclusivamente, é recomendado que os contributos sejam "pessoais", ou seja, que mostrem não só como funciona o Inimigo na teoria, e como instituição, mas também que indiquem nomes e situações concretas, para que se vejam os interesses pessoais por trás das ideologias pomposas e balofas. Além disso, aquele que for chamado mais vezes, na secção de comentários, por imbecis que não saibam distinguir entre ideologias políticas, de “reaccionário”, “machista”, “fascista/fachista", "salazarista", “racista”, “extremista", "nazi”, “neoliberal”, "sexista", "anti-semita", "traidor", "derrotista", "pacifista", "bárbaro", "comuna" (nunca se sabe, pode acontecer!), "básico", "primitivo", "primata", "homem das cavernas", "judeu", "cigano", "maricas", "preto", "illuminati", "bilderberguiano", etc..., ganha um pack de cervejas no fim do ano. E um autógrafo do editor. (Se vos chamarem de “Porco Capitalista”, vale pelo dobro dos pontos... e não vale insultar as suas próprias contribuições!)

Viva a Liberdade!

PS: Cuidado! Não se vive num país livre. Quem abre muito a boca leva processos e burocratas na cabeça. Radicais, OK! Mas não é preciso fazer Hara-Kiri. Quem quiser escrever sob pseudónimo pode fazê-lo.