sábado, 7 de novembro de 2009

Escumalha Social-Democrata

Em cada época da História, e em cada sítio do mundo, constata-se que a grande maioria das pessoas não se consegue libertar das crenças do seu tempo. Não conseguem ou não querem pôr em questão os credos religiosos, políticos e científicos do seu tempo. Estão como cegas. Apegam-se ao status quo, qualquer que ele seja. Resumindo, são pessoas do seu tempo. São perfeitamente capazes de ver com olhos críticos outros tempos e outras sociedades do mundo. Mas estão convencidas que a sociedade em que vivem é mais justa, mais decente, do que aquela na qual viveram os seus antepassados. Acreditam ser superirores aos demais, mesmo que não o admitam abertamente. A moderna sociedade portuguesa não difere em nada deste padrão de arrogância, de auto-confiança inapropriada, e de ignorância.

O povão e as elites que o mandam estão convencidos que a Social-Democracia que se criou nos dois últimos séculos representa o cúmulo da evolução histórica e moral da sociedade. Todos vêem que há alguns problemas de “gestão corrente” do sistema que têm que ser resolvidos. Mas muitos poucos são aqueles que põem em causa os fundamentos do regime: socialismo e democracia. Se há algum problema, é atribuído à falta de democracia, esta moderna manifestação do Bem na terra. Não se acredita que se tenha atingido a perfeição, mas crê-se certamente que o presente sistema seja moralmente superior aos anteriores.

As aristocracias, as monarquias, o nazismo, os comunismos, os ditadores de direita à la Pinochet ou à Salazar, todos são vistos (com razão, alíás), como os opressores e criminosos que são. Curiosamente, os mesmos que tanto espírito crítico demonstram nestas instâncias, são incapazes de questionar a sua própria sociedade. Esta reflexão seria proveitosa. O presente regime pode ser criticado pelas mesmas razões que os anteriores: viola de forma sistemática a liberdade das pessoas.

Numa sociedade livre, cada um é antes de mais dono de si mesmo. Por isso, a sua integridade física deve ser respeitada. Com o seu corpo, pode apropriar-se da natureza virgem, ganhando domínio sobre esta misturando-lhe o seu trabalho. É desta forma que se acede, originalmente, à propriedade legítima. Devido ao seu direito de propriedade, cada um pode modificar, vender, dar, transformar e destruir o que lhe pertence. Cada um pode vender o seu trabalho em troca daquilo que achar proveitoso, porque é dono do “instrumento” criador deste trabalho: o seu próprio corpo. Como é preciso respeitar a integridade física e a propriedade dos outros, a única maneira de adquirir riqueza e de aumentar o seu bem-estar consiste em proceder a trocas mutuamente voluntárias com os demais, ou apropriar-se de segmentos da natureza que ainda sejam virgens. Trocas livres e contratos mutuamente voluntários são os únicos aceitáveis. Cada uma das partes tem o dever de respeitar as suas obrigações contratuais, sob pena de violar os direitos das outras partes (visto que em caso de não respeito contratual, uma das partes terá abdicado da sua propriedade ou do seu trabalho sem contrapartida). A iniciativa da violência, contra as pessoas e contra os seus bens, nunca é aceite. Pelo contrário, só no caso de algum indivíduo ter violado a liberdade dos outros se torna legítimo usar da violência contra este, como forma de castigo e retribruição. Estas são as características duma sociedade livre.

Como é óbvio, os regimes de antigamente não eram liberais. Os aristocratas e reis de outrora viviam do tributo que lhes era pago por agricultores, comerciantes e servos. Os nazis oprimiam as massas pelo serviço militar, agrediam os estrangeiros pela guerra, e aniquilivam as minorias pelos campos de concentração. Os comunistas impunham uma chapa totalitária sobre a sociedade, acaparando todos os bens de produção para a mão do estado, ou seja, roubando massivamente a população. Sendo donos de toda a sociedade, impunham um sistema de comando em que todos os assuntos privados ou materiais eram decididos de cima, pela força policial. Esta tirania era mantida por um sistema de prisões, de espiões e de trabalho escravo. Quanto às ditaduras de direita, apesar de não aplicarem programas económicos tão destruidores, não deixavam de torturar, de violar a liberdade de expressão e de associação, e de impôr sobre as suas gentes uma chapa de impostos e burocracias destinados a financiar os seus militarismos e os seus projectos nacionalistas megalómanos.

As sociais-democracias, vistas do ponto de vista do liberalismo, são também elas opressivas. Não são substancialmente diferentes dos regimes concorrentes. O socialismo é simplesmente parasitismo organizado em grande escala. O estado impõe a alguns (os produtores, trabalhadores, empresários, proprietários) a obrigação de alimentar as necessidades ou os desejos de outros. Pela força policial, cria-se uma casta de parasitas que vivem dos bens arrancados aos outros (funcionários públicos, políticos, reformados, estudantes, beneficiários do estado-social, etc...). E tem-se o descaramento de justificar este sistema pela “solidariedade”. Como se houvesse solidariedade da parte dos políticos que distribuem o que não lhes pertence, com o intuito de serem reeleitos. Como nos tempos da servagem, não resta outra solução àqueles que pagam a factura senão a de trabalhar, pagar e assumir os outros... além de se assumirem a si mesmos! Caso não se submetam, algum polícia há de atirá-los muito depressa para uma gaiola. O produtor, nas nossas sociedades, não está numa posição fundamentalmente diferente daquela que sofria o escravo de outros tempos. Também não é dono de si mesmo, nem do seu trabalho.

Se o socialismo é uma extorsão, a democracia é quanto a ela uma rufianice de primeira ordem. A democracia permite à maioria impôr-se à minoria. Isto não é fundamentalmente diferente do que sucedia aos pretos do sul americano de outrora. Caso desagradassem por alguma razão, eram linchados por algum bando de brancos enraivecidos. Este é um exemplo entre muitos de democracia em acção. Custa a crer que se tenha que dar algum valor moral a qualquer política destas, a qualquer acção, só por ela ter o apoio da maioria. As pessoas têm direitos invioláveis. Têm o direito à liberdade. Sempre que a turbe se oponha à liberdade do indivíduo deveria ser vista como um bando de selvagens perigosos, e sofrer o opróbrio dos homens de bem. Mas pelo contrário, na nossa época considera-se que a “vontade popular” (entenda-se, a maioria) é sagrada!

Vê-se assim que os dois traços fundamentais das nossas sociedades, socialismo e democracia, são inaceitáveis para quem queira viver numa sociedade livre.

Além destes traços essenciais das nossas sociedades, as democracias do mundo inteiro costumam exibir defeitos imediatamente aparentes a quem aspira à liberdade. O contraste entre o que os regimes actuais pretendem defender e o que fazem transparece facilmente. Pretende-se que os regimes modernos tenham descartado os erros e os defeitos dos anteriores, quando o que sucede geralmente é que nada de fundamental mudou. A instauração da democracia simplesmente ditou um método novo para a selecção das chefias do estado, sem que as políticas deste sejam efectivamente alteradas. Pelo contrário, a tendência milenar para o aumento do poder do estado, e para a diminuição da liberdade, só aumentou com a generalização da democracia. Praticamente todos os parasitismos de outrora são mantidos no presente sistema.

Os políticos e os seus assassinos de serviço continuam a fazer guerras por motivos fúteis. Já não se pretende querer colonizar outras raças. Já não se pretende querer expandir territorialmente o “reino”. Mas é exactamente isso que é feito, recorrendo-se a novas justificações balofas. Hoje em dia mata-se e conquista-se países alheios para “espalhar a democracia”, “instaurar a paz”, “libertar as mulheres oprimidas”, “combater o terrorismo”, “distribuir a ajuda humanitária”, “derrubar ditadores”. O resultado é o mesmo: políticos, banqueiros, militares, e fornecedores bélicos aumentam o seu poder. Temos hipócritas assassinos, que pretendem proteger os inocentes que matam.

Apesar de se pretender combater os grandes grupos económicos, para benefício das massas, mantêm-se e reforçam-se os privilégios que os estados lhes concedem. Vive-se no meio do corporatismo mais repugnante. Ao mesmo tempo, este sistema corporatista é falsamente associado ao capitalismo, para denegri-lo. O estado concede subsídios a qualquer palerma que chore um pouco e pretenda representar meia dúzia de empresas. Os bancos comerciais recebem montantes absurdos dos bancos centrais (estatais). São concedidos monopólios a grupos amigos do poder políticos. São criadas burocracias e regulamentações que esmagam os pequenos empresários, o que diminui a concorrência para as grandes firmas que se mantêm a funcionar. São impostas restrições ao comércio internacional. São fomentados cartéis profissionais: ordens de médicos, de advogados, de farmacêuticos, sindicatos, etc... Tudo isto tem como objectivo fomentar o bem-estar de certos indivíduos pela violência do estado. Estas “leis” implicam impedir as pessoas de usar a sua propriedade livremente; implicam extorsão, ameaças, restrições. Impedem as pessoas de trabalhar sem ter para isso autorização – impedem as pessoas de ganhar a vida! Violam as liberdades que existiriam numa ordem económica capitalista. Numa sociedade livre, o estado não pode violar a liberdade dos indivíduos, quer seja para distribuir benesses pelas massas, quer seja para favorecer algumas empresas.

Como se não bastasse todo este parasitismo, em nada diferente do que se observou noutros tempos, observa-se que os regimes democráticos têm umas pancadas que lhes são específicas. Em primeiro lugar, impôs-se em nome da “tolerância” um clima pouco são de... intolerância (vá-se lá perceber!). Chamemos-lhe o fenómeno das victimologias. Sob pretexto de defender minorias oprimidas (maricas, pretos, mulheres, estrangeiros, muçulmanos, paralíticos ou incapazes mentais) viola-se de forma sistemática a liberdade de pessoas que nada fizeram a estes grupos. Já não se pode “discriminar”, ou seja, é-se obrigado a aceitar na sua propriedade, e nas suas relações comerciais e de trabalho, pessoas com quem não se quer ter envolvimento. A liberdade de não-associação, tão importante como a liberdade de associação, é assim violada. Por todo o mundo ocidental, já não se pode fazer comentários ou piadas racistas, homofóbicos, anti-semitas, xenófobos, sexistas, revisionistas (quanto à matança dos judeus na Segunda Guerra Mundial), anti-islâmicos, correndo-se o risco imediato de ser despedido e processado. A liberdade de expressão é assim violada em nome duma pseudo-tolerância. Tornou-se impossível discutir calmamente e racionalmente diferenças entre raças, grupos religiosos, sexos: parte-se imediatamente do pressuposto que quem não aceita a suposta igualdade de todos é um nazi (ou talvez algum escravagisa dono duma plantação de algodão) secretamente desejoso de matar todos aqueles que critica. Até crianças já estão a ser punidas por causa desta nova religião (na Inglaterra, por exemplo; ex-país da Magna Carta, e profecia realizada do George Orwell).

A democracia é completamente incapaz de resistir a grupos de pressão. Défices, dívidas e promessas acumulam-se ano após ano. Os diversos estados-sociais caminham alegremente para a bancarrota e o colapso. Reformar o monstro parece ser impossível. A carga fiscal é esmagadora, como nunca o foi ao longo da História. O suicídio do sistema parece ser o fim da estrada.Todos os grupos empresariais, sindicais, corporativos que chorem mais alto e obtenham a atenção pública são saciados e contentados. Está-se num estado de crise e de “luta” social constante; no entanto, mantem-se que esta sociedade caótica e agitada, na qual ninguém acredita convictamente, é o “final da História”. Por causa do processo eleitoral, são santificadas as massas. Supostamente, um conjunto de ignorantes e preguiçosos (cuja principal preocupação é a bola e as telenovelas) é inerentemente apto a governar os outros. Nunca é afirmado claramente que há princípios e valores que estão acima dos desejos da maioria. Contudo, o regime acaba por ser pouco “democrático”; muitas das decisões tomadas pelas chefias do estado não têm aprovação das bases. Não faz mal, quando chegarem as eleições já se esqueceram. Além disso, os corruptos e corruptores lá do topo sempre arranjarão uns votozitos fazendo participar as bases na roubalheira ambiente. O estado-social serve para isso.

Homens de princípios recusam-se a participar na palhaçada democrática. Caso queiram participar nela, não são eleitos: não fazem festinhas ao povão no sentido do pêlo, e não têm um discurso que muda de audiência para audiência. A independência do país é posta em causa por corpos globalistas como a NATO, Bruxelas, as Nações Unidas, em trocos duns subsídios, e duns almoços nas capitais imperiais. Quem se oponha a este processo de subjugação do país a burocracias estrangeiras é visto como um racista militarista, como se fosse algum horror não querer ser dominado por povos estrangeiros. Crusadas morais de carácter científico duvidoso, como a do aquecimento global , são utilizadas para impôr uma Nova Ordem Mundial, gerida por organismos internacionais liberticidas.

Todos os contratos são destruídos em nome da “liberdade”. Todos as hierarquias voluntárias e legítimas são enfraquecidas. A mulher é vítima, necessariamente (!), do seu marido. O consumidor é vítima do produtor. Os agricultores são vítimas dos supermercados. O devedor é vítima do banqueiro. O trabalhador é vítima do patrão. Já não se considera que a palavra dada e que os contratos sejam sagrados. As obrigações contratuais, apesar de livremente aceites, são “opressivas”. E por isso, o estado tem que intervir, impondo a sua hierarquia, coerciva esta sim, sobre todas as relações, e quebrando os contratos em detrimento de uma das partes (adivinhem qual...). É preciso quebrar estas relações para “re-equilibrá-las”. Mas curiosamente o social-democrata não se queixa desta hierarquia, a do estado sobre a sociedade; esta, supostamente, não é opressiva.

Apesar disso tudo, o social-democrata vive contentado. O cheque da “Segurança Social” vai caindo, por enquanto. Pode-se fornicar à vontade. Pode-se dizer mal dos políticos, desde que o ataque não seja violento (as leis contra a “difamação” andam por aí...). E todos os quatros anos, pode-se pôr um voto, no meio de oito ou nove milhões. É suficiente para o Manel e a Maria se sentirem livres, mesmo que tenham que calar e comer no fim. Yuppie! Viva a Liberdade! 25 de Abril Sempre!

De resto, não se pense que as elites sociais-democratas praticam o igualitarismo e a tolerância que pregam. Um espírito elitista coercivo e parasita domina o seu pensamento e as suas acções. O sistema social-democrata é intrinsecamente parasita, e por esta razão, tem que haver o domínio de alguns sobre os restantes: a elite parasita. O elitista actual veste a máscara do benfeitor. Ele é muito bonzinho. Sabe o que é melhor para os outros. Quer resolver os problemas de saúde, de educação, de transportes, de velhice, de acidentes, de segurança, e outros ainda, do seu rebanho. Até os aspectos mais íntimos da vida das pessoas têm solução: há um batalhão de psicólogos para nos ouvir choramingar, para nos aconselhar e perceber. E com uma consulta de urologia, num hospital público, até os problemas de erecção têm solução. Nem o Professor Karamba tem tantos poderes. Mas ao pretender tomar conta das pessoas, como se duma dádiva se tratasse (pouco importa que isto tudo tenha custos fiscais...), o estado está na realidade a degradar os indivíduos. Indivíduos autónomos tornam-se crianças dependentes do poder político, e são vistas assim por este. Infelizmente, as saias da mamã têm picos. O generoso burocrata não nos quer simplesmente ajudar. Também nos quer controlar, e dizer-nos como temos de guiar as nossas vidas. E se por acaso os miúdos se rebelarem, serão “gentilmente” castigados pelas forças repressivas do estado. Como diria o Tocqueville, o poder não destrói, mas comprime e sufoca. Não se pense que as nossas mui-tolerantes elites abdicam dos capangas armados que lhes vieram de regimes passados. Precisam deles para controlar e gerir a sociedade, como se do seu jardim particular se tratasse. Elas tratam as suas jurisdições como propriedades particulares, à moda antiga dos reis, apesar de pretenderem representarem-nos e servir-nos.

Esta pseudo-tolerância é um verniz que estala bem depressa. O homem independente, o “egoísta” que não quer pagar impostos, o intolerante pacífico (aquele que não gosta dos grupos de Vítimas Credenciadas, mas que as deixa em paz), o rico, as elites naturais que não ganharam a sua posição proeminente pela força do estado, todos eles criam anti-corpos poderosos ao generoso benfeitor social-democrata. Não se pense que o carácter repressivo do presente regime se limita a uma certa direita mais conservadora. O progressista esquerdista, convencido da sua superioridade moral, convencido de fazer parte da corrente triunfante da História, sempre em busca de desigualdades a combater, de falhas de mercado, de opressões nas relações voluntárias, e que ocasionalmente gosta de fumar um charro encostado a uma parede suja do Bairro Alto, não é menos intolerante e adepto da bófia do que o conservador social-democrata de direita. Apesar de se dar ares de anti-autoritário, gosta muito da polícia: precisa dela e do estado para pôr em marcha o seu programa de “reforma” social. Contem com ele para legalizar o canábis; mas não se espere que ele deixe as pessoas guardar os seus rendimentos (há tantos “direitos sociais” a distribuir por aí!).

Em suma, este regime é injusto. Quer seja melhor ou pior que os outros é pouco importante. É este que nos pesa sobre os ombros, e por isso temos que combatê-lo. Seria bom que os abrilistas deixassem um pouco de lado a sua monomania com o Salaza. O canalha já morreu, não chateia mais. O ódio daqueles pela direita, ou pelos nazis, é um tanto ou quanto cómico. Os regimes anteriores e o presente, a esquerda e a direita, têm todos um ponto em comum. São parasitas liberticidas. Todos gostam do estado, o aparato de opressão. Há entre estes grupos uma simples diferença de grau e de estilo, mas não de natureza. Há entre eles divergência unicamente no que toca aos grupos específicos que vão levar com a matraca na cabeça. Seria interessante que se abrisse os olhos quanto ao presente sistema. Este regime é anti-liberal. Quer os sociais-democratas conservadores da direita, quer os progressistas delirantes e barulhentos da esquerda formam um bando de parasitas. Não têm qualquer respeito pela liberdade das pessoas. E as massas que, grosso modo, apoiam esta palhaçada, não merecem qualquer respeito.

O homem de bem só aspira a ser livre no meio de homens livres. Não pretende ter a missão de salvar os outros, nem exige que os outros lhe resolvam os seus problemas. Não se impõe, nem admite que se lhe imponham. É um homem pacífico, mas não é um carneiro.

Tem que se restaurar a liberdade, destruindo impostos, regulamentações, burocracias, restrições, proibições e monopólios. Tem que se defender sem pruridos o direito de propriedade privada, e o capitalismo. Tem que se reafirmar o direito de possuir armas. Sem elas, não há liberdade possível, face à canalha parasita que impera no país, pois esta está visceralmente convencida do seu direito de controlar os seus semelhantes. Em vez de passar dum regime opressivo ao outro, lute-se pelo liberalismo mais completo.

Morte à Social-Democracia!

Viva a Liberdade!

PS: Leitura Complementar: Deverá Um Liberal Festejar O "25 de Abril"?, por Luís Aguiar Santos