sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O Kit Do Homem Livre

"A teoria sem a prática é estéril; a prática sem a teoria é cega", Lenine.

Há três inimigos principais da liberdade: os criminosos, os invasores estrangeiros, e os estados. Um povo que se queira libertar desta canalha precisa de ter meios para fazê-lo. Os civis não têm os meios de adquirir armamento pesado, nem têm permissão do estado para tal, em geral. Por isso o armamento a que podem ter acesso, pelo mercado negro, é ligeiro.

Convém referir que o inimigo mais perigoso para a liberdade dum povo é o estado, e não os criminosos comuns, ou os invasores estrangeiros, como se pensa geralmente. Veja-se quais os meios que deveriam estar difundidos na população, para que ela pudesse defender-se caso o quisesse. Este armamento é simplesmente aquele que poderia ser utilizado para a guerra de guerrilha, método de guerra muito eficaz, e praticamente invencível. Por esta razão, um povo que se queira manter livre deveria considerar um sistema de mílícia popular, parecido com aquele que prevalece na Suiça. Possuir armas é um direito da população, e não uma prerrogativa do estado.

Kalashnikov: a arma essencial para lutar contra a infantaria.



Bazooka: necessário para destruir tanques e pontos fortificados.



Morteiro: quando não se consegue atacar o inimigo de frente, por estar bem protegido, ataca-se por cima.



Carabina: para abater alvos a longa distância.



Míssil Terra-Ar: a guerra actual torna importante a destruição de aviões e helicópteros. Os mísseis portáteis Stinger, com sistemas de pilotagem automática por infra-vermelhos e ultra-violetas, dão conta do recado.



Minas e Armadilhas: úteis para atacar o inimigo, sempre que o confronto frontal seja de evitar.



Pistolas, Granadas e Shotguns: úteis para combate de proximidade.







Leituras de Combate: o manual de guerrilha e operações especiais do exército suiço dá conta do recado.



Boa sorte aos insurgentes.