domingo, 11 de abril de 2010

Última Hora: Máfia Polaca Decapitada


A notícia do acidente de aviação que vitimou hoje um grande número de canalhas, perdão, de dignitários do regime polaco confirma mais uma vez um facto indisputável: o comunismo mata! (Mesmo depois de acabar.)

Parece que o avião era um Tupolev.

Também confirma que as massas sofrem patologicamente e incorrigivelmente do Síndrome de Estocolmo. Isto manifesta-se geralmente por manifestações de tristeza insensatas e idiotas por parte das vítimas - e não só - dum qualquer gangster governativo que bata a bota. Os idiotas dos polacos vão dar a aos seus mafiosos um funeral que jamais dariam a pessoas simples e decentes que morreriam num acidente de autocarro. Critérios...

Os indivíduos que estavam no avião eram quase todos uns parasitas, e quase todos mais ou menos uns traidores. Parasitas dos piores, porque homens muito influentes duma instituição criminosa - a máfia-estado. Deputados, políticos, altas patentes militares, toda esta gente estava envolvida até às orelhas no parasitismo dos polacos, e não só. E traidores, porque muitos deles, depois de terem lutado corajosamente e de forma bem sucedida contra os Soviéticos, não hesitaram em tomar eles próprios o poder, tomando assim o lugar destes, tendo eles próprios passado a fazer o trabalho sujo de opressão dos seus compatriotas, o que é ilegítimo independentemente desta opressão ter sido melhor ou pior do que a precedente. Traidores, além do mais e sobretudo, porque após terem tomado o poder, passaram os últimos vinte anos a entregar o seu país a organismos supranacionais como a NATO (na prática, os Estados Unidos) e a União Europeia, em troca duns dinheiritos e duns jantares em palácios e ministérios internacionais. Foi este o papel das "elites" polacas nas últimas décadas.

De qualquer modo, tudo isto pouco importa. Agora, a questão premente é de saber a quem os polacos vão pagar os seus impostos? Será possível viver sem pagar impostos? Deve ser horrível! Isto fica como um pergunta lançada ao ar.

E a propósito de ar, e de aviões, não podemos nesta ocasião deixar de dar ao Senhor Lech Kaczynski e aos seus amigos a saudação que os franceses se dão entre amigos:

Bon Vent!