terça-feira, 20 de julho de 2010

Feministas E Estado-Social


A mulher moderna: sempre aos gritos.


A maioria das mulheres com ideias feministas ("mulheres independentes", "femmes libérées", etc...) abraça calorosamente o estado-providência. Isto advém duma razão muito simples: as mulheres dificilmente conseguem sustentar os filhos sem o apoio dos homens. E sabem-no perfeitamente.

É praticamente impossível ter vários filhos e não depender financeiramente de alguém. No período da gravidez a mulher dificilmente pode trabalhar com a produtividade que teria habitualmente. Isto é evidente nos casos em que a gravidez seja complicada, e é tanto mais verdadeiro quanto mais próximo estiver o parto. Esta dificuldade em trabalhar continua após o parto, período em que a mulher está exausta e em recuperação. Estas dificuldades surgem periodicamente, a cada novo parto. Além disso, criar um ou vários bébés exige muito trabalho e muito tempo (fraldas, alimentação, amamentação, cuidados médicos, etc...). É impossível, nesta situação, trabalhar normalmente (40 horas por semana...), ou melhor ainda árduamente (para ter um nível de vida razoável). Além disso, com gravidezes sucessivas, é impossível fazer carreira, porque isto exige uma dedicação e uma especialização que a mulher com sucessivas interrupções de gravidez não consegue ter. E sem se especializar e fazer carreira não se consegue atingir um certo patamar de conforto na vida.

A consequência disto tudo é muito simples. Mulheres solteiras ou não têm filhos, ou têm só um (porque se tiverem uma segunda gravidez, deixam de poder trabalhar, e logo de poder alimentar-se a si próprias assim como ao primeiro filho). Basta olhar para as sociedades ocidentais para constatar este fenómeno.

A sociedade já inventou há muito tempo uma maneira de fugir a este problema, e logo, de se perpetuar: o casamento. No casamento tradicional, a mulher arranja uma vaca leiteira, que vai trabalhar por ela e alimentar os seus filhos. Ganha uma protecção na qual se apoiar. O homem fica obrigado perante a mulher e perante a criação dos filhos (socialmente, legalmente e religosamente). Por outro lado, o homem ganha direitos sobre a mulher. O direito de ter um prato de comida pronto na mesa quando chega a casa. O direito de determinar a educação dos filhos. O direito de receber satisfações sexuais (o que é ainda mais importante no caso do casamento monogâmico, em que o homem não tem o direito de se satisfazer sexualmente com outras mulheres). O direito de ser respeitado pela sua mulher. Em suma, em troca das suas obrigações, o homem fica na posição de chefe de família. O casamento é essencialmente um negócio, para ambas as partes (com uma pitada de amor à mistura). Aqueles que se indignam (ou que pretendem indignar-se?) com o aspecto comercial desta conclusão só precisam de se perguntar quão frequente é ver uma mulher bonita casar com um drogado chunga, ou um homem rico casar com uma mulher feia...

As feministas não gostam deste estado de coisas. É, dizem elas, "opressivo", "machista", "autoritário", "sexista", "retrógrado", "excessivamente materialista", "degradante ao mesmo título que a prostituição", etc... Que seja! A partir do momento em que uma mulher se casa livremente, é perfeitamente legítimo, por parte do marido, exigir-lhe que se conforme às obrigações que são as suas, contratualmente. Se uma feminista não gosta destas obrigações, não se case.

E é o que muitas fazem. O problema é que a solidão, como se viu, tem os seus pesos próprios. É aí que entra em jogo o estado-social. O estado-social, com as suas educações gratuitas, saúdes gratuitas, cheques-bébés, habitação social, subsídios de desemprego, licenças de maternidades, etc, etc, permite à mulher tornar-se "independente". Independente do homem a quem abriu as pernas, isto é. Porque a mulher cujos filhos são alimentados pelo estado não se tornou verdadeiramente independente. Tornou-se sim dependente do estado. E como o estado vive dos impostos (a maior parte dos quais pagos pelos homens), a mulher "independente" tornou-se na prática uma parasita. No fundo, como anteriormente, a mulher com filhos precisa de homem. Só que estes homens, em vez de terem as satisfações habituais que o seu esforço lhes proporcionaria caso trabalhassem para a sua mulher e para os seus filhos, ficam literalmente com a pila a abanar ao vento. Um mau negócio, em suma. Pelo menos com a sua mulher sempre podem dar um pirafo de vez em quando, mesmo que lhes saia caro.

A feminista aprova este sistema imoral de roubalheira (ups, perdão, esta "política de natalidade"). Ela que se ofende tanto pelo facto duma mulher ter que satisfazer (sexualmente, nomeadamente) o seu homem, não se importa de ir ao rabo dos homens que não lhe são nada, sem qualquer contrapartida.

O resultado deste sistema é "lindo":

Primeiro, temos a sub-classe dos bairros sociais. Os especialistas da mama. Mulheres que se reproduzem que nem amibas, fertilizadas por uma série de homens (será que elas sabem ao certo quem é o pai?), subsidiadas pela maioria. Os rapazes crescem e tornam-se ladrões/drogados/desempregados/traficantes de droga, sendo que as suas mães, incapazes de se sustentar a elas próprias, muito menos o são de ensinar aos seus filhos a viver uma vida decente (exceptuando os traficantes de droga, poucos são os que têm uma actividade produtiva). Os rapazes, não tendo um pai por perto, muito depressa se tornam mais fortes do que as mães, perdendo estas o controlo sobre eles: adolescentes bandidos à vista. As raparigas crescem, e fazem como as mães: abrem as perninhas, e vão receber o cheque da Segurança Social. Além disso, temos minorias étnicas (pretos e ciganos) a multiplicarem-se à grande e à francesa, e a pesar sobre as costas dos tributados (maioritáriamente brancos). Estes últimos têm assim a suberba satisfação de fomentar o crescimento no seu seio de outras raças/etnias que muito frequentemente os detestam cordialmente (e que, por várias razões, raramente têm uma relação pacífica com a maioria branca). E obviamente, toda esta gente vota, ficando assim este sistema politicamente entrincheirado, expandindo-se de geração em geração.

Segundo, temos meia-dúzia de feministas malucas hardcore que, de pela sua agressividade, e de pela sua incapacidade em dar o braço a torcer, nunca conseguem arranjar um homem (ou pelo menos, mantê-lo): estas acabam velhas, solteiras, malucas, sem filhos, e rodeadas de sete gatos manhosos que lhes mijam tudo lá em casa.

Finalmente, temos aqueles que pagam isto tudo. A grande maioria daqueles que ou não recebem benefícios, ou recebem benefícios largamente inferiores àquilo que pagam para o sistema (benefícios estes marginais, além dos mais, e incapazes de lhes sustentarem os filhos). São não só os tótós-homens-vacas-leiteiras-tributadas de que se falou. São também todas as mulheres trabalhadoras, casadas ou solteiras que, por terem que sofrer a fiscalidade absurda necessária a todo este estado "social", não têm capacidade para fazerem tantos filhos como quereriam ou poderiam de outra forma fazer (até porque o seu homem, quando o têm, é também ele chulado e não tem tantos meios para gastar na sua própria família). Parece que o feminismo, na prática, só defende os interesses de algumas mulheres.

Em suma, as classes parasitas multiplicam-se, e as classes produtoras declinam, chuladas pelas primeiras por intermédio da máfia-estado.

Perante este cenário delirante, só apetece fazer uma coisa. Dar um par de tabefes à primeira tonta feminista que se lembre de abrir a boca em público.

Viva o Socialismo! Viva o Feminismo!