sexta-feira, 24 de junho de 2011

República Das Mulheres



Que relevância tem o facto d@ nov@ president@ da AR ser uma mulher? Vai mudar alguma coisa à natureza imoral, coerciva, e parasítica desta instituição? Se fosse um@ transsexual pernet@, muçulman@ e homossexual (nascid@ no estrangeiro), mudava alguma coisa?

O que é que este show repugnante nos diz sobre os nossos políticos?

1º, ao ver-se todos estes políticos de todos os "quadrantes", supostos inimigos, a derreterem-se unanimamente de amor por uma política como qualquer outra (uma mulher que, pelo seu percurso de política, é bem pior do que a grande maioria das portuguesas), uma pessoa pergunta-se: apareceu-lhes a Virgem Maria, para perderem assim qualquer sentido crítico?! Tanto amor beato ilustra bem a verdade segundo a qual a "oposição", em democracia, é uma treta. No fundo aceitam todos o pressuposto democrático: o que sai do parlamento é legítimo, só por de lá sair. "Em democracia não há inimigos, só adversários". Por isso é que se respeitam tanto uns aos outros, e dão tanta importância ao seu teatro parlamentar. Quem seja amigo da liberdade, da justiça, e da decência, pelo contrário, só sente nojo e escárnio pelo amontoado de estrume invertebrado que infesta a AR.

E 2º, não há ninguém, mesmo à "Direita", que tenha coragem de acordar a matilha feminista e de pôr uma questão fundamental: será que trazer as mulheres para a política e para as urnas não foi um mal, mais do que o grande progresso histórico do qual se fala tanto? Não terão as mulheres muita responsabilidade pelo Nanny State burocrático e regulador, pelo conformismo na vida política e social, pela limitação do livre-porte de armas, pelo definhar da independência de Portugal (UE...), pelas guerras "humanitárias", pela perversão da justiça e das leis em proveito dos criminosos (conceito "terapêutico" e "reeducador" de justiça, suplantando o conceito mais tradicional de repressão/retribuição) e pelo crescimento do Estado Social? Para responder a esta pergunta, basta entrar numa repartição duma qualquer burocracia do Estado e ver quem lá trabalha. E basta sondar as opiniões das mulheres à sua volta.

Trazer as mulheres para a política não tornou o Poder doce, meigo, materno e feminino. O Estado é o Estado: uma instituição baseada na força, não nos bons sentimentos. Os polícias continuam a ser homens, maioritáriamente... Com a entrada das mulheres em política, só o estilo do Poder mudou. Hoje em dia é mais "tolerante", mais "preocupado", mais sufocante, mais mesquinho, mais controleiro, mais "preventivo" à priori, sem no entanto deixar de ser repressivo à posteriori. À dominação dos homens, que já existia, juntou-se as tendências parasitas das mulheres. O pior de dois mundos, em suma.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Filho Duma Ganda...


Anda por aí um homem, o Polau Modeca, responsável pela ruína de muitas famílias e de muitas empresas, pelo seu trabalho como Chefe-Geral da Extorsão, que tornou ainda mais "eficiente" do que já era (ou seja, mais implacável, mais ladra). É um homem perigoso e imoral. E é o novo Chefe dos Curandeiros, posto no qual vai pôr em prática mais uma vez o seu espírito de torcionário, fechando à bruta qualquer clínica ou consultório que não respeite o sem-fim de regras absurdas e burocráticas que se lhes aplicam.*

Além disso, e à semelhança do que faria um vulgar mafioseco Cosa Nostra, gosta de calar à força aqueles que esmaga, quando estes se queixam dos seus crimes. Gente baixa deste género, que esmaga pessoas aos milhões, fica toda ofendida quando alguém escreve um simples artigo crítico, que nem sequer é publicado: veja-se o caso do sucedido ao Pedro Arroja, a ceguice da máquina extorsionista, e a maneira reles como o Mafioso reage à pressão (=cobarde face ao perigo da opinião pública, vingativo quando o perigo já passou).

Oxalá o futuro seja duro para com esse homem. Ele merece sofrer por tudo o que já fez.

*Convém salientar, além disso, que esse mafioso trabalhou até à pouco tempo para um grande grupo económico com negócios no domínio da saúde, e que estava encarregado, justamente, dum desses sectores da saúde. Não será de estranhar, portanto, que o mafioso utilize os seus novos poderes para favorecer os seus amigos e ex-empregadores, destruindo os pequenos negócios que lhes fazem concorrência.

domingo, 19 de junho de 2011

O Movimento Liberal Social

Anda por aí uma bizarria: o Movimento Liberal Social.

A sua bizarria começa logo no nome. Tentam conciliar o inconciliável: liberalismo e socialismo. Devia saltar aos olhos de qualquer pessoa com um mínimo de bases teóricas, em termos de filosofia política, que estes dois sistemas de organização social são incompatíveis. O liberalismo baseia-se no respeito do direito de propriedade, o socialismo baseia-se na violação sistemática do direito de propriedade. Um Movimento Liberal Social é como um Partido Comunista Capitalista, ou uma Associação das Virgens Badalhocas. Não faz sentido. (Imagine-se o encontro fundador da associação: “Vamos chamar-nos Liberais-Sociais, ou Sociais-Liberais? Uïe, não consigo escolher!”) Só por aí, vê-se imediátamente que este movimentozinho da treta vai, logo à partida, defender e tolerar as injustiças do status-quo. Porque no fundo, são social-democratas, à semelhança dos outros movimentos e partidos políticos. Social-democratas “light”, porque um pouco liberais, mas social-democratas na mesma. Logo, imorais.

É gente que defende o monstro burocrático europeu (o que denota falta de patriotismo). É gente que se opõe ao livre-porte de armas. É gente que não quer destruir o Estado social, nem as fábricas de endoutrinação estatal (“escolas”). É gente que usa um linguagem vaga, para não ter que assumir posições claras e chocantes. É gente que quer um papel “regulador” do mercado para o Estado, ou seja, que ao contrário dos liberais, não percebe que o mercado se auto-regula no interesse dos consumidores, e que as regulações estatais servem principalmente para quebrar a livre-entrada em certos domínios económicos. Gente que, com a sua “regulação”, acaba por defender o corporatismo vigente. É gente rabeta (no sentido sexual do termo), pelo menos alguns dos seus membros, e daí não se poder esperar grande virilidade e combatividade na sua actividade política. É gente cujo website mais parece o portal duma associação LGBT do que outra coisa, com os seus “comunicados” e o seu golfinho. É gente que quer ser políticamente “respeitável”, e que em vez de fazer o que é preciso para isso (entrar no PS-D e trair todo e qualquer princípio liberal), brinca às associações liberais-sociais irrelevantes. Como querem ser “respeitáveis”, acabam por não fazer o trabalho fundamental necessário à mudança social, que consiste em deslegitimar o Estado aos olhos das massas, exibindo-o como a associação criminosa que é.

Em suma, são liberaizinhos (também conhecidos por liberais-coninhas) irrelevantes. Nem vão mudar as ideias das pessoas, nem vão conquistar o poder em proveito próprio. Eles que continuem a brincar com a pilinha, e que sirvam de exemplo para gente mais tesa sobre a estragégia a não seguir para mudar a sociedade para um ideal mais livre.

Só com radicalismo, com testosterona, com combate, com revolta, com princípios intransigentes, e sem concessões ou desculpas para os inimigos da liberdade é que a coisa lá vai.

PS: compare-se um manifesto liberal-social, e um manifesto liberal-liberal.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Tragi-Comédia Grega

Pelo Aníbal Furacão, 15 de Junho 2011, no Padrão-Ouro.

Na Grécia, o Verão já começou.


Os gregos andam de novo à batatada com a polícia. Os confrontos têm-se intensificado nos últimos tempos. Esta gente anda muito confusa.

Por um lado, queixam-se da perca de soberania do país face à UE e ao FMI, dos impostos em alta, de terem que pagar pela dívida do Estado ao estrangeiro e à banca, dos planos de salvamento à banca, da inflação e da polícia proteger os políticos.

Por outro lado, não querem privatizações, querem subsídios e serviços públicos (muitos, bons e baratos), têm medo pelas suas contas-poupanças, querem que os países do norte da Europa e o BCE continuem a comprar a sua dívida estatal, querem que o Estado continue a gastar mais do que arrecada de impostos, e gostam que haja políticos e polícias para fazer funcionar o sistema como até agora (nomeadamente, cobrando imposto).

No fundo, uma birra de adolescentes. Não gostam dos pais, mas querem comer à sua mesa. Não percebem que só há dois caminhos daqui para a frente, liberdade ou subjugação. Se querem liberdade, têm que querer privatizações, mercado livre, uma moeda forte que não se desvaloriza para comprar dívida pública, impostos baixos e um orçamento do Estado equilibrado por intermédio de cortes drásticos na despesa. Se querem mama, têm que se conformar com a ideia de serem um bairro social da UE e do FMI, e de obedecer às suas ordens (e logo, às ordens dos grandes países financiadores destes organismos), pois são eles que têm dinheiro para distribuir, e vão impôr as suas condições primeiro.

Mas de qualquer modo, cumprimentos calorosos aos gregos! Um povo que gosta de lançar pedras à polícia não pode ser mau de todo.

PS: Um pouco de acção.

Bombeiros Privados

Pelo Aníbal Furacão, 15 de Junho 2011, no Padrão-Ouro.

Como melhorar o serviço de combate aos incêndios, actualmente gerido como uma burocracia?

-Suprimir impostos sobre a propriedade construída e sobre os terrenos, para que os donos tenham meios de financiar a protecção da sua propriedade de forma voluntária.

-Acabar com os subsídios às corporações privadas, e privatizar os regimentos de sapadores bombeiros do Estado ou das câmaras. Deixar ir à falência as companhias que não tenham o apoio dos clientes e/ou dos sócios.

-Autorizar concorrência no sector, com a possibilidade de várias empresas ou associações funcionarem na mesma área, como para qualquer negócio.

-Permitir o envolvimento das seguradoras no sector. Os clientes teriam provávelmente de contratar os serviços duma qualquer companhia de bombeiros locais para proteger o seu património, como condição contratual dum seguro contra incêndios. É mais prudente pagar uma pequena mensalidade regularmente do que uma soma importante em caso de desastre.

-Suprimir os impostos que pesam sobre essas associações/empresas, e principalmente sobre as suas compras de material (IVA, IRC, imposto automóvel,...).

Apesar de à primeira vista isso chocar, o sector privado pode dar conta do recado. Não é necessário envolvimento do Estado neste domínio. É não só concebível dum ponto de vista teórico, como ainda por cima há exemplos reais para prová-lo.

Fútil

A coligação PP-PSD anda a pensar inscrever limites ao endividamento do Estado na própria Constituição da República. Isto é fútil, e não vai funcionar. A razão pela qual o Estado se endivida e gasta desenfreadamente é muito simples: tem meios para fazê-lo. Há despesa e endividamento porque há receita, não o contrário. Se não houvesse receita, não havia despesa, e ninguém concedia crédito ao Estado (logo este não se endividava). Simples de perceber no fundo, mas pouca gente dá importância a esse facto. Até os próprios liberais costumam gastar energia a mais a combater o despesismo do Estado, não percebendo que é uma impossibilidade os políticos controlarem-se a si próprios: ganham poder, prestígio e clientelas ao gastar, não ao conter-se. Enquanto eles tiverem dinheiro na mão, não serve de nada fazer-lhes sermões de contenção. Os défices, o endividamento e a despesa, do seu ponto de vista, são bons.

Portanto, para controlar o Estado é preciso secar as suas fontes de receita. É preciso baixar e suprimir impostos, quanto mais melhor. É preciso liberalizar o uso de metais preciosos como meio de troca, o que quebraria a capacidade dos bancos centrais criarem moeda-papel para financiar o Estado (num contexto de liberdade monetária, as pessoas livrar-se-iam da sua moeda-papel comprando bens reais ou moeda metálica, caso o banco central a desvalorizasse excessivamente depressa, e este abandono da moeda generalizado levaria à hiper-inflação em termos dessa moeda-papel, o que destruiria o poder de compra da própria moeda detida pelo Estado, razão pela qual provávelmente tal cenário não aconteceria) .

Sobretudo, é preciso acordar o espírito de revolta das pessoas produtivas, das vítimas do parasitismo estatal, e levá-las a se opôr ao Estado. Não são os parasitas - funcionários públicos, desempregados, reformados, empresas de regime - que beneficiam deste sistema de extorsão generalizada que o vão combater, pois não têm interesse nem inclinação ideológica para tal...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Vas-Y Francky, C'Est Bon!





Et si en plus tu veux mon zizi...

Democracia E Sodomia


Abstenção:
Se te abstiveres, a seguir não te queixes do que o governo te faz, porque não deste a tua opinião quando era altura para tal. Tens o que pediste.

Voto No Partido Vencedor:
Se votares no partido vencedor, a seguir não te queixes do que o governo te faz, porque foste tu que o puseste no poder. Tens o que pediste.

Voto Num Partido Derrotado:
Se votares num partido derrotado, a seguir não te queixes do que o governo te faz. Ao participar em eleições livres e abertas, aceitas as regras do jogo democrático segundo as quais o partido mais votado vence a eleição. Tens o que pediste.

Conclusão:
Em democracia, tens sempre o que pediste. Por isso pára de te queixar a toda a hora.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Snif, Snif, Cabrão!

Tretas Da Esquerda


Cohn-Bendit et les accusations de pédophilie... by asi


Tem piada ver as posições da Esquerda sobre questões "fracturantes". A Esquerda costuma geralmente aceitar o "princípio" segundo o qual tudo o que não é crime é bom (e já agora, toda a gente devia experimentar!...). Com esta atitude, a Esquerda chega a conclusões completamente delirantes. Em nome do combate às medidas liberticidas de estatistas conservadores, acaba ela própria por promover injustiças. No mínimo, defende comportamentos socialmente ou pessoalmente destrutivos, isto é, imorais e decadentes.

ABORTO

O liberal: o aborto é legítimo e não deve ser proibido. (Sobre esta questão, incidentemente, há discussão no seio dos próprios liberais. Alguns consideram o aborto como um homicídio, caso em que seria legítimo punir as mulheres e os médicos que o praticam.)

O conservador: o aborto não vai no sentido da preservação da família e da sociedade, e deve por isso ser combatido.

O esquerdista: Aborto é fixe! Toda a gente devia ter pelo menos um aborto na vida. Eu aborto/Tu abortas/Ele aborta/Nós abortamos/Vós abortais/Eles abortam. Eu tive um aborto e gostei muito. O aborto deve ser legal e gratuito, com os tributados forçados a pagar por essa prática, quer gostem ou não (mesmo se consideram o aborto como um homicídio, "porque o povo escolheu em referendo"). Um referendo pela legalização do aborto é legítimo. Um novo referendo pela proibição do aborto seria completamente inaceitável.

DROGAS

O liberal: cada um é dono de si mesmo e da sua propriedade, e deve por esta razão ter o direito de pôr qualquer tipo de substâncias no seu corpo. O consumo, a venda e a produção de drogas devem ser legais.

O conservador: as drogas são destrutivas e o seu uso/produção são imorais. Estas práticas devem ser desencorajadas e/ou proíbidas.

O esquerdista: Legalize! (Menos as drogas duras, vá-se-lá saber porquê). O mercado livre não pode fornecer drogas de forma adequada e segura. O mercado das drogas deve ser regulado/taxado/controlado pelo Estado. Mais ainda, os toxicodependentes devem ter acesso às drogas de que precisam em centros especializados (vulgo "salas de chuto"), geridos pelo governo, e financiados pelo contribuinte. As drogas não são um crime, são um direito!

CASAMENTO GAY

O liberal: o casamento, qualquer que seja o tipo e a definição que se lhe queira dar, deve ser uma questão privada, mútuamente voluntária, contratual e fora do âmbito do Estado.

O conservador: o dito "casamento" gay vai contra a preservação e o crescimento da sociedade, e contra a transmissão dos seus valores às gerações futuras. Deve ser evitado e combatido.

O esquerdista:
o casamento gay é tão bom e tão respeitável como qualquer outro. A comunidade LGBT tem todo o direito de ver os seus direitos e as suas aspirações reconhecidos pela sociedade. Por isso, o Registo Civil deve reconhecer essas uniões, não obstante as objecções de alguns contribuintes mais retrógrados. Todos deviam experimentar levar no rabo pelo menos uma vez na vida (principalmente os contribuintes que não gostam de ver os seus impostos financiar um Registo Civil pró-casamento gay). Só depois de se ter visto os dois lados duma questão se pode tomar uma decisão acertada.

PEDOFILIA

O liberal: O jovem ganha o controlo sobre si mesmo (e logo sobre a sua sexualidade) na altura em que se emancipa dos seus tutores e se torna independente (sustentando-se a si próprio pelo seu trabalho, nomeadamente). Enquanto não ocorrer a emancipação do jovem, ninguém tem o direito de cometer actos que ponham em perigo a integridade física das crianças/jovens. Os pais têm sobre a criança direitos de tutores, mas não direitos de propriedade. Mesmo após a emancipação do jovem, qualquer um tem o direito de aplicar meios de pressão não-coercivos sobre aqueles (nomeadamente adultos) que se envolvam em actos sexuais que julgue imorais (de pela relativa juventude de um qualquer dos participantes). Estes meios de pressão podem consistir na denúncia pública, no ostracismo, no insulto, e em auto-restrições contratuais impostas no seio duma comunidade qualquer pelos seus membros.

O conservador: tendo em conta os perigos (gravidez indesejada e dificuldade para uma mulher em encontrar um marido se tiver préviamente um filho fora-do-casamento, doenças sexuais, ataque à integridade física do jovem) que a sexualidade precoce e fora do casamento implica para os jovens, deve ser evitada e abaixo de certos limites de idade severamente castigada.

O esquerdista: quando um padre católico maltrata uma criança, é toda a Igreja que está em causa. Quando os meus amigos de Esquerda, maçons, artistas, judeus e outros indivíduos por pura coincidência próximos do Poder são acusados de se envolver com crianças, trata-se dum cabala e dum linchamento mediático. As acusações ignóbeis proferidas contra o P***o P*****o, o Jacques Lang, o Frédéric Miterrand, o Douste-Blazy, o Daniel Cohn-Bendit e o Polanski não têm a mínima credibilidade. No pior dos casos, eles contribuíram simplesmente para ajudar os mais novos a tomar consciência do seu corpo, despertando a sua sexualidade.

Tretas de esquerdistas. Esquerdistas da treta.