sábado, 24 de setembro de 2011

Polemiqueta Madeirense

Surgiu mais uma polémica da treta na imprensa: o estado do endividamento madeirense. Sobre este caso não há muito mais a dizer senão que é uma distracção inútil e facciosa (PS, oposição madeirense, direita centralizadora e anti-regionalista).

Mesmo assim, tentando acrescentar algo à questão:

1 - A afirmação segundo a qual as dívidas do governo madeirense são "um peso para as futuras gerações", e por isso, imorais, só é verdadeira até certo ponto. Quando a carga é pesada de mais, o burro pára. Em termos políticos, as pessoas emigram, votam por políticos que se opõem a aumentos de impostos, e pegam em armas. A dada altura, ocorre uma bancarrota, e os banqueiros ficam a arder (como merecem, porque o reembolso só se pode fazer através da extorsão). Os banqueiros não têm armas para forçar o Estado e as suas forças policiais a pagar-lhe. E o Estado não se pode impôr ao povo quando este se rebela massivamente. Por isso na prática, o Jardim preparou o terreno para um calote aos grandes bancos portugueses. Não vai ocorrer o cenário-pesadelo que alguns imaginam, duma população a pagar 90% por cento dos seus rendimentos em impostos para reembolsar os empréstimos do governo da Madeira.

E entretanto os madeirenses foram mamando. Razão pela qual não estarão por aí além muito zangados com o seu presidente por estas escondidinhas. Ele no fundo fez o que eles, na sua grande maioria, esperavam dele: sacar junto do Estado português o mais possível. O que, tendo em conta que os madeirenses também são chulados pela república, é compreensível. Querem recuperar do seu.

2 - O problema principal não é a dívida em si, nem os gastos, nem os défices. Isso é má gestão, ou no pior dos casos, imoralidade. (Imoralidade, porque deixa os madeirenses na dependência do continente, impedindo o surgimento dum sentimento separatista saudável, que libertaria a ilha da tutela de Lisboa. Imoralidade, porque tanta obra pública estragou em parte a beleza da ilha. E imoralidade, porque este dinheiro financia muitos dos crimes da burocracia insular contra os habitantes locais.) Mas o crime verdadeiro, a injustiça real, é o imposto. Os dos madeirenses produtivos e os dos continentais, que financiam os gastos do Jardim e da sua numerosa corte. Estes sim, são despossuídos do que lhes pertence de direito.

Ora, há muita conversa sobre o suposto "crime" de trafulhar as contas regionais (o que até é bom, mostra independência face à republiqueta das bananas portuguesas, que só quer estas informações para controlar mais a ilha), muita conversa sobre corrupção e peculato (ou seja, as pessoas a pôr a mão no tacho do governo regional, como se não fosse legítimo despossuir o ladrão do seu dinheiro), mas nenhuma, vinda de personalidades importantes, a atacar a raiz do problema, os impostos (nacionais e regionais). Se estes baixassem ou fossem abolidos, havia menos dinheiro para distribuir por dependentes e menos dinheiro para amigos do regime pôrem no bolso. Além disso, os bancos simplesmente concediam menos crédito ao governo regional, de medo de não serem pagos.

É patético ofuscar-se com despesas, dívidas e corrupção, e depois não querer combater a sua causa: as receitas. Contudo, é só o que se ouve nos mérdias.

E este comentário não implica que se tenha que apreciar o facto da Madeira viver em grande parte parasíticamente às custas de Portugal: é normal não gostar desta situação injusta. O importante, contudo, é realçar que a revolta dos continentais se devia focalizar no Estado que os oprime, pelo sistema fiscal, mais do que sobre os madeirenses, que no fundo se limitam a receber o dinheiro que o governo lhes dá. Não haverá solução aos problemas de Portugal enquanto não explodir uma revolta fiscal massiva. Não se espere daqueles que beneficiam do sistema parasita vigente que o queiram destruir. São as suas vítimas que têm que lutar pelos seus interesses. Mais ninguém o fará.

Aqueles que se zangam contra os madeirenses ou contra o Alberto João Jardim, "pelos milhões que roubaram em 30 anos de governo", fazem pensar naquelas mulheres encornadas pelos maridos que, em vez de se vingarem sobre estes (pois são eles, no fundo, que estão a faltar às suas obrigações matrimoniais), atacam as suas amantes. Os maridos , obviamente, safam-se airosamente desta situação. Aos olhos das suas mulheres, ainda passam por coitadinhos vítimas das suas amantes!!!

3 - Esta polemiqueta tem duas causas psicológicas principais. E são fáceis de entender quando se compara a hostilidade que se concentra sobre o AJJ com o respeito que é dado ao presidente do governo dos Açores (de Esquerda, e formal na sua maneira de estar).

Primeiro, o Jardim é de Direita. Por isso é que a Esquerda, que é despesista até às entranhas, o critica por fazer exactamente a mesma coisa que eles fazem e defendem. Puro tribalismo.

Além disso, e principalmente, o Jardim não tem respeito pelas elites lisboetas, nem pelo jogo balofo e pomposo das suas instituições. Por isso é que até o PSD o vê um pouco como um pária. O Jardim utiliza toda esta gente porque precisa dela para se manter no poder, mas sempre que pode cospe-lhes à cara. Goza-as, insulta-as, critica-as, e logo a seguir pede-lhes dinheiro que não lhe conseguem recusar. É um insular pimbalhão e divertido que sabe bem que toda estas "elites" continentais, por trás dos seus títulos, fatos caros e discursos muito polidos, não têm substância nenhuma, e só merecem desprezo.

O Jardim é um fanfarrão. Se não fosse, já tinha lutado sériamente pela independência da Madeira, por exemplo organizando um referendo local sobre a questão, e recusando fundos da república. Dito isso, não deixa de ser um homem fiel à sua terra, o que é respeitável. O poder lisboeta não gosta destas elites locais, pois servem de contrapeso às suas maldades. Por ter feito esse papel positivo, o Jardim merece alguma consideração.

Conclusão:

Há uma solução muito simples para o "problema" da Madeira: abandoná-la. As elites lisboetas, se tivessem um pouco de carinho pela Madeira, davam-lhe o mesmo tratamento que se dá a um filho preguiçoso que não queira trabalhar depois de ter chegado à maioridade: os pais cortam-lhe a mama. Em vez disso, aproveitam cada escândalito regional para atacar a relativa autonomia da ilha. O que mete nojo, visto que o espírito mamão e irresponsável dos madeirenses - pretexto para esses ataques - é o fruto necessário das constantes benesses financeiras de Lisboa. Fruto racional, aliás. Quem não chora não mama, e eles perceberam que se choram, mamam. Por isso choram constantemente.

O governo regional gasta duas vezes mais do que recebe de impostos. O resto vem de empréstimos bancários, fundos europeus, e donativos/empréstimos da república. A república que deixe de mandar dinheiro à ilha. Além disso, este ano, a um mês das eleições, o governo regional já não tem dinheiro nenhum (gastou imprevidentemente, sem poder durar até ao próximo orçamento), e já pediu uma "extensão" ao primeiro-ministro. Este que lhe recuse o patrocínio. Isto provocará uma crise orçamental sem precedentes na Madeira, os funcionários públicos e dependentes do governo regional ficarão a arder durante um mês ou dois enquanto não houver cobrança de receitas suplementares, e o Jardim perderá as eleições de forma estrondosa. (Curiosamente, a Esquerda, que tanto odeia o Jardim, nunca propôs esta solução à sua incrível longevidade política.)

Os madeirenses, em vez de viverem tanto do governo regional (ele próprio dependente do exterior), passarão a viver da sua produção que venderão a Portugal ou ao estrangeiro (pois estes por sua vez terão mais dinheiro no bolso caso não sejam obrigados a subsidiar a Madeira, o que provocará uma procura suplementar para os bens da ilha).

Além disso e fundamentalmente, com tais eventos, renasceria o espírito de independência dos insulares. Uma vez que a Madeira já não tivesse nada a ganhar com a república, surgiriam chefes a pedir a independência. Já faltou mais. Basta transferir a polícia, a tropa local, e a administração fiscal ao governo regional. Esta, caso acontecesse, permitira à ilha preservar os seus bons "privilégios" - fiscalidade baixa, sigilo bancário, isenção de certas leis ilegítimas da república - contra os ataques centralizadores dos porquinhos de São Bento. E no isolamento da sua auto-determinação e da sua geografia, seria feliz.

É tempo de ajudar o adolescente madeirense a passar para a vida adulta.

"O quê? Vão acabar com o nosso subsídio? Mas eu tenho uma eleição à porta! Também somos cidadãos portugueses!"

domingo, 18 de setembro de 2011

Desigualdade? Venha!

Este post foi inicialmente escrito como comentário a um post do Insurgente.

Ana Rita, infeliz vítima do putedo progressista.

Uma miúda jovem e bonita morreu há pouco tempo num exercício do "Dia da Defesa", obrigatório para todos os jovens. Dum ponto de vista liberal, esta obrigação, mesmo que só dure um dia, é ilegítima. É uma escravatura.

Além disso, dum simples ponto de vista militar, não se pode acreditar que uma mulher dá um tão bom soldado como os actuais capangas dos Comandos ou dos Fuzileiros. As diferenças físicas entre homens e mulheres são excessivamente grandes e vísiveis.  Esta treta de incorporar mulheres nas forças militares põe em perigo toda a gente: elas, os seus colegas militares, e a sociedade que é suposto protegerem. Ainda mais que se sabe que os critérios de admissão são enfraquecidos para facilitar o seu ingresso nessas estruturas.
Mas há outro assunto a discutir além da injustiça em si da escravatura militar obrigatória e da maioria das guerras, da qual este “Dia Nacional da Defesa” é simplesmente uma antecâmara (e o facilitador: tendo o Estado uma reserva de recrutas dóceis, e informações sobre onde as encontrar, fácilmente as pode incorporar à força nas suas fileiras).

Mas de forma mais importante, este caso põe em evidência a palhaçada moderna segundo a qual é mau que os homens e as mulheres tenham funções sociais diferentes. Feminismo e igualitarismo que levam a depravações culturais como esta de promover o posicionamento de mulheres em posições onde se arriscam a matar ou a morrer (polícia, forças armadas, bombeiros, mineiros, etc…), tendo elas agora ganho o “direito” imprescindível de servir de carne para canhão nas aventuras inúteis e perigosas de políticos imorais e cínicos. Ideias estas que levam também à promoção fanática do trabalho das mulheres, por oposição a assumirem funções tradicionais de donas de casa, esposas e mães, em nome da “liberdade”. “Arbeit macht frei”, como diriam os Nazis.

Isto, do ponto de vista da preservação e do crescimento da população, é suicidário. Uma mulher que trabalha não tem energia, disposição e tempo para fazer vários filhos e criá-los. Além disso, a partir do momento em que ela trabalha e insiste na partilha de tarefas domésticas o homem não tem tempo para se concentrar na sua função social e familiar: passar longas horas no trabalho e trazer dinheiro para casa, para sustentar a sua mulher e os seus filhos. Sem contar que do ponto de vista do bem-estar da maioria das mulheres, este estilo de vida é pouco satisfatório. Aos 20 anos podem ser todas feministas, mas aos 35 anos, tendo que criar a maior parte do tempo sozinhas um filho que algum amante desaparecido lhes fez, e tendo já passado muitos anos a esfolar-se numa porcaria dum trabalho - call-center, limpezas, supermercado; pois estatísticamente, os bons trabalhos são poucos, e mesmo esses são chatos - acabam geralmente por desejar um homem relativamente abastado que lhes possa dar algum conforto. É no fundo bem menos pesado cozinhar para o marido e para os filhos do que passar oito ou nove horas no trabalho (+duas horas de engarrafamentos). Ou seja, acabam por voltar à casa zero - perfeitamente normal, incidentemente - da sedução dum bom partido, na qual tinham muito mais hipóteses quando eram novas. Depois de experimentarem a independência, procuram um "macho opressor". Curiosamente...

A principal função social (a não confundir com as suas obrigações legais e coercivas) das mulheres é, em termos crus, a de galinha-choca. Por essa razão é que em sociedades saudáveis não se favorece que mulheres se envolvam em situações de risco. Nessas sociedades, respeita-se a maternidade e a feminidade, e qualquer homem mínimamente decente teria vergonha de mandar a sua mulher/filha para o combate (em vez de ir ele próprio). Uma mulher (ou galinha, ou vaca, ou ovelha) só pode ter uma descendência limitada em cada período de gestação, enquanto que um homem (galo, touro, bode) pode fertilizar práticamente um sem-fim de mulheres no mesmo período. Do ponto de vista da preservação da família/espécie/raça/nação, os homens são pouco importantes, por isso. Mesmo que metade dos homens do país morressem numa guerra, isto não afectaria substancialmente a taxa de fertilidade das mulheres no período seguinte (admitindo um pouco de poligamia...). Já se metade da população feminina morresse nas mesmas circunstâncias, seria uma tragédia quase inultrapassável. Ora uma guerra, pelo menos uma guerra justa (defensiva), só serve para isso: preservar a sociedade. Por isso não faz sentido pô-las a morrer à toa, e é bom que haja pressão familiar e social contra os estilos de vida à maria-rapaz. É saudável educar os seus filhos no respeito de valores saudáveis.

É uma evidência que as mulheres não conseguem, simultâneamente, ter filhos, cuidar deles, ocupar-se da casa e do marido, ter relações sexuais regulares, esfolar-se no trabalho (principalmente num trabalho decente, com responsabilidades, e muitas horas de esforço seguido: uma pessoa com responsabilidades passa regularmente 12 horas no trabalho e em transportes, sem contar fins-de-semana trabalhados), e mesmo assim ter um bom nível de vida, com algum descanso. Nem o super-homem! O dia tem 24 horas. Por isso é que surgem naturalmente as "horríveis" desigualdades, que são no fundo uma mera especialização dentro do casal. E estas, longe de serem injustas, são a garantia dum maior conforto para todos na família, homem, mulher e filhos. A mulher especializa-se nas tarefas caseiras (até porque as gravidezes e as crianças, assim como a sua pouca força, assim o exigem), e o homem concentra-se nas tarefas exteriores (trabalho, tarefas que exijam esforço físico, guerra, etc...), tendo um prato de comida na mesa quando chega a casa (+ roupa lavada).

No fundo, qualquer pessoa que pense no assunto dois minutos, e que não seja uma - ou um! berk! - feminista empedernida percebe as vantagens deste sistema. O problema não é principalmente intelectual. É sobretudo uma questão de valores. Quem tem respeito pela família tradicional são antes de mais as pessoas com valores construtivos. É a gente que vê para além da sua própria vida, e que sente o imperativo moral de transmitir o seu sangue, o seu nome e a sua cultura, o que passa principalmente pelo casamento e pelos filhos (e no caso das mulheres, pela renúncia a uma carreira profissional consequente). Para gente com horizontes largos, homens e mulheres, o modo de vida tradicional impõe-se naturalmente, pois é aquele que lhes permite pôr em prática os seus valores nobres. É por este modo de vida ser construtivo e decente que tudo o que há de mais decadente na sociedade o abomina: esquerdistas, igualitaristas, badalhocas feministas permanento-solteiras, árvores sem fruto ressentidas e multi-divorciadas, homens-cona e outras aberrações da natureza do género.

Esta história duma miúda de 18 anos a morrer num quartel é um simptoma fortíssimo daquilo que se tornou Portugal: uma sociedade DECADENTE, onde imperam “avanços” como o aborto subsidiado, o divórcio à la carte, a “instituição” da mãe solteira ou de mulheres sem filhos, a preponderância de badalhocas feministas nos mídia/educação/tribunais, o escárnio com que é tratada a dona de casa mãe de família (=uma mulher respeitável a todos os níveis), mulheres em profissões perigosas, direito de voto para as mulheres, uma taxa de fertilidade em decréscimo e abaixo do necessário para renovar a população, uma população deprimente de velhos, e uma sociedade em que os rabetas e os pedófilos (ou seja, gente que dá pouca importância ao que vai acontecer às gerações futuras depois deles deixarem este mundo) imperam nos mais altos níveis da política.

Uma sociedade onde os tradicionais garantes da ortodoxia, os militares, apesar de serem eles próprios mais conservadores do que aqueles a quem obedecem vilmente (e portanto, verem bem o estado em que o país está), ainda não se dignaram mostrar um pouco de brio, fazendo um golpe de Estado e enforcando públicamente toda a Merda pura que tem levado o país para a sua situação actual (presidentes, governantes, deputados, etc...). Inacção e até cooperação que os devia fazer corar de vergonha.

Este é um país em que os “homens” (os homens-gaja, melhor dizendo) são na maioria uns cornos mansos e castrátis incapazes sequer de criticar toda esta palhaçada, aterrorizados que estão à ideia de serem chamados de “machistas” (ui que medo!), ou das suas mulheres/namoradas amuarem e lhes darem uma ou duas semanas de greve do sexo. Por burrice ou cobardia, abdicaram colectivamente das suas responsabilidades morais, nomeadamente uma das mais importantes, a preservação da sua sociedade (o que passa pela crítica do igualitarismo/feminismo). Não percebem que um homem que goste realmente das suas mulheres (esposa, filhas, mãe, amigas) tem que assumir com elas uma atitude paternalista (não um atitude igualitarista, como é comum hoje em dia).

As mulheres são na sua grande maioria, a nível emotivo e intelectual, como as crianças: umas tontas. E a nível do coração, um tanto ou quanto imorais e parciais, apesar de serem mais manhosas do que própriamente imorais. Tudo isso, assim como o seu desinteresse patente pelo pensamento abstracto e político, desqualifica-as para certas coisas, principalmente para mandar nos outros e para fazer leis (o que tem implicações principalmente na questão do voto das mulheres, e da tomada de cargos de Poder pelas mulheres em geral). E implica que se deva tomar com uma boa dose de desconfiança tudo o que saia da sua boca, quando se desviam dos assuntos mais térreos que elas dominam. Um homem deve saber dizer a boa velha frase do macho latino - "Tem juízo, mulher!" - sempre que elas se armam em homens, sempre que queiram mandar no que não deviam, e sempre que pretendam ser iguais aos homens. É o que basta, no fundo, porque tendo sempre os homens a força do seu lado, elas só podem estragar as coisas se nós deixarmos (prejudicando-se a elas próprias no longo prazo, inclusivamente).

É fundamental que se reconheça que o principal  contributo das mulheres para a sociedade é o de esposas e mães, não o de executivas, filósofas e políticas (ou pior ainda, de polícias!). É preciso que a sociedade acorde para a perversidade das feministas, com o seu ódio tonto da maternidade, do casamento, e do patriarcado. Não fazê-lo tem consequências graves no longo prazo. Longo prazo este que Portugal já alcançou.

...

Este povo merece, objectivamente, desaparecer. Não são simplesmente as suas leis que são más, mas algo de mais subtil, apesar de tão importante: a sua cultura. Predomina a visão de curto prazo. Imperam ideias mórbidas neste país, e não há homens a sério para dar a volta a isso. A prática altamente repugnante de escravizar mulheres na tropa é considerada normal. Já só falta incorporar crianças nas forças armadas, e mandá-las para o Afeganistão. Para a desgraça ser completa.

Leituras Complementares:

Four Firemen Perish

Take Our Daughters to Work Day

Women in Ground Combat


(Uma foto que diz muito.)

Um Conselho para as Mulheres:  

Enquanto forem jovens e bonitas, e que tiverem as mamocas espetadas para o ar e o rabo firme, não se esfolem demasiado em estudos e carreiras. Não queiram trabalhar muito. Melhor do que isso, cacem um bom partido, um que trabalhe por vós. Não pensem que há alguma esperteza em livrar-se do "jugo" dos homens. A manha está em fazê-los trabalhar por vós, como faziam as vossas avós (que eram mil vezes mais espertas do que vós), ao mesmo tempo que lhes dão a ilusão de mandar. O escravo é aquele que vai todos os dias trabalhar para alimentar o seu dono, que fica em casa. Não o contrário.

Não Te Esqueci, Canalha