quinta-feira, 14 de novembro de 2013

MEA CULPA



Fiz, num artigo de ha uns annos atraz (Independencias), um elogio dos "movimentos de libertação" da Africa portugueza. Algo que, na practica, equivale a um attaque contra os soldados e os dirigentes do Estado Novo.

Fiz um erro. Erro fructo de burrice e ignorancia, não de má fé. Mas erro na mesma.

Depois de estudar melhor a historia, depois de perceber melhor como funccionam as estrategias imperiaes, depois de ver Africa com os meus olhos, depois de entender a mentalidade africana, e depois de repensar o assumpto, chego à conclusão que a "descolonização" (palavra manhosa do Inimigo) foi uma horrivel tragedia. Chego à conclusão que todos esses "movimentos" eram e são um repositorio de burros, de macacos selvagens e assassinos, de deshonestos, de tretosos fanfarrões, e de idiotas uteis. Chego à conclusão que os nossos soldados, brancos e pretos, apesar de fazerem parte dos vencidos da Historia, estiveram do bom lado da barricada.

As minhas sinceras desculpas aos visados. Espero ter occasião, no futuro, de explicar melhor as razões desta mudança de opinião. De rehabilitar Portugal e os seus numerosos alliados africanos.

Todo o meu respeito aos soldados que luctaram, soffreram e morreram na guerra do Ultramar. 

Angola... He Nossa!

Povos de Elite




Allemanha e Japão.

Perderam a Segunda Mactança Mundial. Os meios de communicação cospem-lhes na cara, de forma mais ou menos subtil, sempre que podem. Nunca he feita uma appreciação equilibrada, imparcial, honesta, dos antecedentes e dos eventos da Guerra, que permitta appreciar seriamente a responsabilidade dos Alliados na dicta.

A verdade: são dos melhores povos do mundo, a varios niveis.

São muito trabalhadores (tendo contribuindo muito para o bem-estar e o avanço technologico da humanidade), creativos, serios, gente de palavra, ponctuaes, extremamente educados e cordiaes, hygienicos, providos de espirito de bem publico. Teem tradições bonitas. Todo o extrangeiro que entra em contacto com elles ganha-lhes respeito. O forasteiro que com elles viveu falla sempre desses tempos com saudade.

Sejam louvados, respeitados, e imitados.

Viva a Allemanha! Viva o Japão!

José Dias: Portugal em Derrocada

O Livro Negro do 25 de Abril