domingo, 3 de agosto de 2014

Politica Extrangeira Portugueza

O imperativo vital do povo portuguez está na independencia. Um povo que perde a sua independencia é, rapidamente ou gradualmente, assimilado, destruido, disperso, e colonizado por forasteiros. Ahi, deixa de existir emquanto nação. A sua civilização, a sua identidade, a sua religião, desapparecem sob as bombas e sob os passos dos colonos.

A politica extrangeira do Estado portuguez, militarmente e diplomaticamente, deve ter como objectivo prioritario defender esta independencia. Como objectivo unico, aliaz.

Seguem-se algumas considerações sobre esta questão:

1) Portugal é um paiz fraco em termos militares, economicos, e demographicos. Os seus governantes devem ter consciencia da sua fraqueza. Devem agir de forma prudente, pacifica, modesta, silenciosa. Devem ficar fora das attenções das grandes potencias.

Não se devem pôr em guerras extangeiras. Devem-se manter fora de qualquer typo de allianças politico-militares, mesmo se, por uma questão de interesses e de cultura, sentem sympathia por certos paizes.

Portugal nem sequer tem capacidade para resistir a uma invasão Hespanhola. Muito menos ainda a um attaque sustentado do Império euro-atlantico: Estados Unidos, França, Allemanha, Inglaterra. Os governantes devem, na medida em que trabalhem politicamente para mais independencia, usar principalmente methodos diplomaticos e pacificos, desde que se tracte de lidar com forças superiores. Usar do gradualismo e do braço-de-ferro em vez dos golpes de força.

2) Devido á sua fraqueza, Portugal precisa de adquirir um lote de bombas nucleares, assim como um systema de misseis balisticos. Para tal, é necessario permitir e desenvolver uma industria nuclear com fins energeticos. So tendo-se varias centraes nucleares no paiz, engenheiros especializados, e um ensino scientifico adequado se poderá, posteriormente, desenvolver a bomba.

3) Tudo o que contribua a enfraquecer Hespanha e mantel-a occupada nos beneficia. Portugal não se deve opor aos movimentos separatistas catalães, bascos, e gallegos. Pelo contrario, deve regojizar-se da sua força, especialmente no caso gallego, que é um povo irmão do povo portuguez, para não dizer uma parte do povo portuguez.

Contudo, é fundamental, imperativo mesmo, não hostilizar directamente o povo hespanhol. Os hespanhoes teem capacidade para conquistar Portugal, a brincar, a passear, com a mesma facilidade com que legionarios francezes entram nas suas provincias africanas.

4) França é o alliado tacito de Portugal, pois serve de perigo e de pressão sobre Hespanha. França tem mais facilidade em pressionar Hespanha do que Inglaterra, o tradicional alliado portuguez. Alem disso, é culturalmente mais proxima do que os protestantes anglo-saxões.

5) Portugal deve sahir da NATO, e expulsar os americanos dos Açores, usando methodos pacificos, tendo em conta a força do mundo anglo-saxão: referendos, manifestações, protestos, resoluções... Portugal não tem necessidade nenhuma de tomar partido na guerra fria que se desenvolve entre americanos e russos. Pelo contrario, deve aproveitar esta rivalidade para promover os seus proprios interesses, usando alternadamente ou simultaneamente um bloco ou outro.

Ha que ter a consciencia clara que a unica força militar que occupa Portugal ha decadas é a força americana. Os americanos, longe de ser alliados, são o inimigo principal de Portugal.

6) Portugal deve sahir da União Europeia e das Nações Unidas que, pela manha e pela compra de politicos, promovem todo o typo de politicas e de systemas que enfraquecem o paiz e, na practica, lhe fazem perder a independencia tão firmemente como qualquer invasão militar. Politicas e systemas taes como a democracia, o socialismo, e a abertura á immigração de colonização.

7) A inimizade entre o mundo christão e mundo islamico não tem cura. Ha-de existir sempre. Entre povos christãos e povos muçulmanos, não ha paz possivel. Deve-se ver a situação actual como uma tregua temporaria antes que uma nova era de cruzadas e de jihad se manifeste.

Como tal, é bom que as relações entre Marrocos e a Argelia se mantenham tensas. E é bom que Marrocos continue a ter problemas no Sahara occidental.

8) Deve-se parar a immigração africana, e revertel-a. O africano, muçulmano ou preto, constitui sempre uma quinta-coluna, deslealissima. Será mais tarde ou mais cedo manipulado por potencias extrangeiras, no intuito de enfraquecer o Estado portuguez. O africano nunca será leal ao regime e ao povo portuguez, pela simples razão que não é portuguez. A sua tendencia será sempre de tomar o poder sobre os portuguezes, pela força e pela colonização gradual e insidiosa. E se tomar o poder sobre os portuguezes, enxotal-os-á e destruil-os-á.

9) Tambem a immigração hespanhola deve ser limitada. Não se deve conceder a nacionalidade a immigrantes de paizes vizinhos (Hespanha, Magrebe).

10) Portugal precisa dum systema de milicias populares que quebrem o monopolio da força das Forças Armadas. Um povo inteiro não pode estar á mercê dum monopolio que pode ser comprado, destruido, ou cooptado.

11) Portugal precisa de restaurar um systema politico autocratico, que permita a um homem forte - o rei - practicar uma politica dura, sensata, e de longo prazo. Em democracia, tal não é possivel, devido ás traições systematicas da Esquerda, devido á limitação dos mandatos, devido á necessidade de cortejar o eleitorado, assim como á instabilidade deste. Alem disso, so um autocrata hereditario pode tomar medidas fortes, por saber que não se arrisca a perder o poder, sendo posteriormente castigado por facções rivaes dentro do apparelho de Estado, ou extraditado para paizes inimigos por um pretexto qualquer.

12) Um paiz independente precisa de ter contas publicas em ordem, com despesas inferiores á receita. Custe o que custar aos funccionarios publicos, incluindo os militares. Ao não fazer tal trabalho de auto-disciplina, um paiz fica sob a auctoridade de banqueiros, de judeus, e de extrangeiros. Estes, em troca dos seus favores financeiros, impõem medidas favoráveis ás suas gentes e ao poder dos seus estados. O paiz vende a sua independencia. Nem sequer tem hypothese de a defender pelas armas.

13) O socialismo desviriliza os homens, e faz delles um rebanho de carneiros timidos e dependentes. Um paiz independente tem um povo orgulhoso, rebelde, feroz, armado, trabalhador. O socialismo deve ser destruido. Não se deve permitir ao Estado sugar o povo até á medula, nem se deve esperar que o Estado resolva os problemas ás pessoas. O socialismo é uma morte lenta. Provoca dependencia do extrangeiro, e baixa da natalidade para niveis suicidarios. 

14) É importante que haja uma industria de armamento prospera dentro do proprio paiz. Tem que haver technicos, engenheiros, scientistas, trabalhadores e professores especializados neste ramo. Tem que haver um desejo de excellencia e de melhoria nestes dominios. So um paiz vassalo se contenta em ir ao reboque de grandes potencias "amigas" para o seu armamento. A dependencia do paiz em armamento vindo do mundo anglo-saxão e das grandes potencias europeias so revela o seu estado de subjugação ás dictas potencias.

O paiz não pode depender para as suas armas e para as suas munições de alliados que, por qualquer motivo, o vão abandonar quando a occasião surgir. Para tal, em tempo de paz, muito antes das hostilidades começarem, deve-se permitir a essa industria florescer. Deve-se deixar apparecer um mercado das armas. E como o mercado portuguez, constituido essencialmente pelas Forças Armadas, é insufficiente para sustentar o dicto mercado, tem que se permitir a exportação de armamento para o mundo inteiro (governos e grupos rebeldes ou separatistas, sem escolher "bons" ou "maus"), assim como para as milicias populares interiores. Mesmo se em tempo de guerra se impõe algumas restrições. Os productores e vendedores de armas devem estar fiscalmente, legalmente e judicialmente protegidos. O Estado não deve extradital-os em nenhuma circunstancia.

15) Portugal deve ter um politica diplomatica e militar orgulhosa, mas não imperialista. Mas caso a auctoridade decida violar este principio de neutralidade e não ingerencia, deve fazel-o de forma avassaladora, clara, assumida, franca, viril, colonialista, e descomplexada.

Não se faz imperialismo democratico e "humanitario". Não se retira "expatriados" (palavra manhosa que implica que os portuguezes não teem o direito de viver fora de Portugal). Pelo contrario, conquista-se, protege-se os portuguezes, dá-se o poder politico ao nosso sangue, installando um governador ou um rei portuguez, e faz-se com que as communidades portuguezas pelo mundo vivam seguras, onde estão, sem correrem o risco permanente de serem exiladas e "retornadas". Ha o tempo dos calculismos politicos e diplomaticos. E ha o tempo da guerra, do tudo ou nada, do nós ou elles.

Quanto á diplomacia portugueza, se intervem juncto das communidades portuguezas espalhadas pelo mundo, deve fazel-o no sentido de estas se unirem, formarem partidos politicos, tomarem o poder, e fazerem secessão nos logares onde venham a ser maioritarias, criando novos Brazis.