segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Genocidio

Quando o mundo se fechar sobre Africa, a maior parte da sua gente será exterminada. Serão tractados como o foram os indios das Americas: deportados, esfomeados, escravizados, contaminados, violados, mutilados, mortos... Depois, haverá uns tempos de paz e de harmonia, até à proxima revolta.

O genocidio é a unica maneira de tirar a maldade a essa gente, e de a levar a uma proporção comportavel e civilizavel. Os brancos, e mais geralmente, os christãos, vão proteger-se.

Contra o Jihad

A Cruzada.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Sancta Inquisição


Morte aos Hereges!

Ha que destruir os hereges, e com elles, os seus erros theologicos. Ha que fazer soffrer aos seus portadores o que desejam aos outros. Teem que soffrer na carne as humilhações e as violencias que sempre commettem para alcançar o Poder, e para affirmal-o.

Primeiro. Fuzilar todos os chefes hereticos na praça publica. Imans, rabbinos, pastores, etc...

Segundo. Fechar todos os locaes de culto, e convertel-os em egrejas. Mesquitas, synagogas, templos, etc...

Terceiro. Expulsar do Paiz, sob pena de morte, todos os hereges varões. Fechar as meninas e as mulheres em conventos, e convertel-as. Entregal-as para adopção e para casamento a familias e homens christãos.

Quarto. Escravizar, apoz castração, ou fuzilar, todos os reclusos hereges.

Quinto. Expropriar todos os bens dos hereges a favor da Egreja.

Sexto. Dar ou vender os orgãos dos mortos a doentes que delles precisem.

Septimo. Restaurar a Inquisição, e impedir o surgimento de novas heresias.

Oitavo. Ir conquistando as terras de heresia que pela sua proximidade ou especial hostilidade ponham em perigo os paizes christãos. Uma vez conquistados, executar os passos anteriores. Expandir a Fronteira. Afastar o perigo.

São maus. São falsos. São ressentidos. São detestaveis. Teem o coração cheio de violencia. Não merecem viver. Ha que limpar-lhes o sebo. A sociedade que se proteja. Venha a Reconquista. Venham as Cruzadas.

sábado, 22 de outubro de 2016

Consensos de Perdição

Qualquer communidade humana – familia, empresa, associação, nação – tem a sua cultura propria. Esta cultura é o fructo do tempo e das influencias, e é algo inconsciente, apesar da tyrannia que exerce sobre as mentes. So sahindo da sua communidade, questionando, reflectindo, se consegue descobrir os pressupostos sobre os quaes as nossas vidas assentam. Tal trabalho requer solidão, silencio e tempo. E uma certa coragem.

Os homens que mandam são aquelles que mais aptidão teem para “capturar” o ar do tempo. São homens que representam o consenso da communidade quanto ao rumo que esta deve tomar. Mas em boa verdade, apesar de terem a auctoridade formal, não são elles que fixam o rumo do barco. De certa forma, não mandam. A direcção do conjunto é determinada pelo braço-de-ferro entre varias facções conflictuosas, motivadas por diversos interesses materiaes, ideologicos e religiosos.

Uma das caracteristicas importantes deste jogo de influencia é a sua natureza minoritaria, ou seja, o facto de pequenos grupos determinados conseguirem impôr a sua vontade à maioria. O problema maior das sociedades reside precisamente ahi: uma minoria pode levar a communidade à perdição. A massa, por ceguice ou por cobardia, lança-se no precipicio. O exemplo mais typico desta realidade é-nos dado pela Historia. Aqui e acolá, nações lançam-se em guerras imprudentes, e acabam vencidas, destruidas e occupadas.

É possivel impedir o suicidio collectivo. Basta haver uma contra-força de sanidade a trabalhar contra o Mal. Infelizmente, este trabalho tem os seus custos. Quem vae contra o consenso é sempre hostilizado. Perde amigos, é despedido, processado, insultado, arruinado, aggredido, exilado, e frequentemente, morto. A victoria é possivel, mas só chega depois da resistencia e do soffrimento.

É precisamente este trabalho terrivel que alguem tem que fazer. Cada sociedade precisa de homens dispostos ao sacrificio, até à morte se for preciso. De heroes, no pleno sentido da palavra. So estando pronta para a morte é que a communidade ganha o direito à vida. Para que os muitos vivam, os poucos teem que morrer.

Em ultima analyse, uma communidade precisa de fé. De muita fé. So assim se pode passar por cyma do egoismo e da mera auto-preservação. Quem não acredita em nada de superior, numa vida e num Julgamento para alem da vida, concentra toda a sua energia e preoccupações nos successos deste mundo. Quem não tem fé difficilmente enfrenta o soffrimento e a morte.

Queira Deus que Portugal volte à Fé e se levante da Morte em que se encontra.

Patria e Anti-Patria


A era em que vivemos, chamemos-lhe de Modernidade, é uma inversão systematica dos bons valores, um attaque permanente à decencia e ao bom senso. É um attaque consciente das forças do Mal – a Esquerda – contra a ordem natural. A Modernidade é uma revolução sem fim, rumo à morte.

A anti-Patria defende os anti-valores. Põe os povos e as raças inferiores a mandar nos superiores. As mulheres a mandar e a destruir os homens. Os invertidos e os perversos acyma dos naturaes e dos puros. A massa ignara acyma dos homens de elite, de sabedoria e de intelligencia. Os parasitas e os preguiçosos acyma das gentes productivas. Os hereges a humilhar os christãos. Finalmente, dá a victoria aos degenerados e aos traidores de Esquerda sobre as forças conservadoras.

Felizmente, esta palhaçada tem as suas “contradições internas” que a levam à destruição, para retomar uma expressão marxista. A Modernidade é um attaque da fraqueza contra a força. Pois, não se duvide, a força reside no christão, no branco, no homem, nos productores, nas forças armadas. É esta gente que “segura”, que mantem a sociedade unida e funccional. Sociologicamente, é ahi que se encontra a Direita. Ora se assim é, esta ordem anti-natural é necessariamente passageira. So dura emquanto durar a tolerancia das pessoas de bem. O mal costuma vencer, porque as pessoas de bem são algo apathicas, emquanto que as pessoas maldosas estão sempre a remexer. Mas a situação pode inverter-se.

Em tempo normal, a Direita encolhe-se, encaixa e supporta tudo o que lhe fazem soffrer. Mas a Esquerda é louca. Não tem limites nem noção da gravidade do que faz, e leva sempre as coisas até ao excesso. À medida que a Direita vae sendo humilhada, despedida, arruinada, presa, calada e morta, perde o respeito pela ordem estabelecida. Perde a vergonha e o medo de combatter. Regenera-se e volta à fé. Este phenomeno é algo silencioso e invisivel. Ao contraria da Esquerda, barulhenta e demagoga, a Direita tem uma certa modestia e um certo pudor. Mas a dada altura, a ira accumulada tem que rebentar. A Direita avança, rasga leis e constituições, destroe a democracia, exmaga a Esquerda e ganha.

...

Quando a Reacção entrar em movimento, haverá um grande fogo-de-artificio.

Catharina Luxemburgo


Hystericas e raivosas de Esquerda costumam acabar na sarjeta. É esta a consequencia de não se acceitar a sua condição de mulher.


Musulmanos


Por natureza, o musulmano é um porco lubrico, violento, saqueador, assassino, raivoso, cego, cruel e falso. Nisto, limita-se a seguir o exemplo e o preceito daquelle que vê como propheta, Mahomé. 

Um bom musulmano é um homem mau. E um homem bom é um mau musulmano.

A unica maneira que um musulmano tem de se elevar passa por abandonar e rejeitar o Islão.

Oxala abram o coração, antes que o mundo se feche sobre elles.

GLORIA CHRISTI

Mulher Sem Dono, Barco À Deriva

O facto de milhõe de africanos se moverem em direcção à Europa, apesar dos perigos mortaes que enfrentam no Sahara e no Mediterraneo, é um bello manguito aos discursos da Esquerda. Mostra bem que o africano ficou com saudades do colono, do descobridor, do administrador, do explorador, do escravagista e do cruzado.

É tempo de voltar a Africa e de exmagar impiedosamente, de espada na mão, todas as estupidas e immoraes tradições, practicas, mentalidades e heresias que deixam o africano na animalidade. O branco e o christão teem que assumir e manter com virilidade a sua posição de auctoridade sobre os povos inferiores.

Ja faltou mais.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Guerrear

Quando dois homens jogam às chartas, sendo que um delles é batoteiro, e o outro honesto, o resultado é previsivel: o aldrabão ha de ganhar systematicamente.

Nesta circunstancia, o melhor a fazer, para o jogador serio, é retirar-se.

Na vida, tragicamente, não é possivel retirar-se. Ha que derrubar a mesa de jogo.

Marechal Kutuzov


Elaine Sanceau


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Elogio do Castigo

Os pensadores politicos contentam-se geralmente em pedir a abolição de leis e práticas injustas. Essa é uma tarefa necessária e respeitável. Mas é insuficiente, pois está virada únicamente para o presente e para o futuro.

Também faz falta castigar sem concessão os criminosos do Estado pelo que fizeram até à data. Tendo em conta que quem se especializa no exercício da violência são o polícias, os guardas prisionais e os militares, são eles que há que punir em primeiro lugar. Há que puni-los de forma justa, em função da extensão e do número dos seus crimes, matando-os, obrigando-os a fazer trabalhos forçados, violando-os, quebrando-lhes os membros, paralisando-os, torturando-os, raptando-os e sequestrando-os, e finalmente, despossuindo-os dos seus bens em proveito das suas vítimas. Nem a fuga e o exílio deve proteger essa gente do seu merecido castigo: se for preciso há que ir caçá-los ao estrangeiro.

Uma das vias para realizar este trabalho é a via politica, trabalhando no systema. O que passa por conquistar o poder, tirando de seguida a sua imunidade aos agentes do regime, para que as suas vítimas se possam legalmente vingar sobre eles.

A actividade do Estado não consiste em simples crime solitário. Trata-se mais própriamente de crime organizado. Ou seja, há toda uma cáfila que promove e prepara os crimes que os agentes da violência posteriormente executam. São os políticos, os burocratas, os agentes do fisco, os juízes, os ideólogos, etc... Quanto a estes, um mínimo de decência exige que sejam despedidos, perdendo assim os seus rendimentos vindos do Estado. Além disso, que lhes seja cortado o acesso a qualquer reforma estatal, para que sejam obrigados a passar os seus últimos anos de vida a fazer trabalho produtivo, em vez de coçarem os tomates à custa dos tributados. E finalmente, que percam a protecção do Estado, para que não sejam usados recursos tributários a proteger essa ralé da vingança popular. No fundo, como há tanta gente com culpas no cartório, é preciso não se contentar com mudanças cosmeticas, e derrubar a mesa.

Seja feita justiça!

Lidar com Simios



A raça branca e a raça negra viverão sempre em tensão. O branco é bom, e o preto é mau. O preto tende a pullar para cyma do branco, e a destruil-o. É por isso que historicamente, sempre que as duas raças entraram em contacto, o branco se impôs. É a unica forma que tem de se preservar. O branco deve seguir e dar asas a essa tendencia. Deve entrar abertamente na guerra racial. O racismo protege. É a unica coisa que protege. Especialmente contra uma raça de bichos, como é a raça negra.

Com pretos, uma pessoa com cabeça não se offende. É uma raça de selvagens, no sentido anthropologico do termo, e portanto não podem ser outra coisa senão aquillo que são. Deve-se lidar com o problema, simplesmente. À boa maneira do branco: fria, dura, seria, methodica, systematica, implacavel, cynica. Sempre tendo presente em mente que a vida dum preto vale muito pouco, muito menos que a vida dum branco.

O preto não nasceu para viver num pé de egualdade com o branco. Nasceu para ser civilizado por este, de forma firme e violenta.

1º Reconquistar a Liberdade

Liberdade de insultar e criticar pretos. Liberdade de defender qualquer typo de medidas contra elles, justas ou não. Fim de leis contra “propositos racistas”, “incitação ao odio racial”, “apologia de crimes contra a humanidade”, e outras do genero.

Liberdade de organizar manifestações racistas em qualquer poncto do territorio, especialmente em bairros colonizados. Algumas bastonadas na rua só fazem bem.

Privatização total, corte de subsidios e abertura à concorrencia dos meios de communicação publica (televisões, radios, jornaes). Quebrar o monopolio dos bien-pensants.

Liberdade de discriminar e excluir na base da raça, do sexo, do comportamento sexual, da religião, ou de qualquer outro motivo. No emprego, no commercio e no alojamento.

Livre-posse de armas. Pistolas e sobretudo, metralhadoras. Liberdade de crear milicias populares raciaes, brancas, urbanas e ruraes.

Liberdade de abatter, mutilar, torturar e escravizar pretos violentos, ladrões, invasores de propriedade, furtadores, e desequilibrados aggressivos. Liberdade de se vingar, nos casos em que não se apanhe os criminosos no momento (“fazer justiça pelas suas proprias mãos”). E de se servir nos bens e nas mulheres dos dictos criminosos.

2º Reconquistar o Poder

Retirar a nacionalidade, o direito de voto, o direito de elegibilidade, e o direito de accesso à funcção publica, a todos os pretos e pretas, e mulatos cujo pae varão não seja portuguez. Especialmente, expulsar toda esta gente das forças armadas, dos corpos de segurança internos, e da magistratura. Do rei ao varredor de rua, so portuguezes. 

Entricheirar estas medidas na constituição, sem possibilidade de mudança

Se se revoltarem, exmagal-os, massacral-os. Os tanques servem para isso.

3º Cortar a Mamma

Retirar aos pretos o accesso a qualquer bem, serviço e fundo estatal. Nada de infantarios, escholas, collegios, lyceus, universidades, bolsas, hospitaes e urgencias, habitação social, autocarros, comboios, electricos, rendimentos minimos, subsidios de desemprego, pensões de invalidez e de velhice, subsidios de maternidade.

Cortar os subsidios e as ajudas a qualquer organização privada ou publica que atenda pretos.

Cortar a todos os niveis a ajuda, os subsidios, e a “cooperação” (branco > $$$$ > preto) a governos e particulares africanos. Ser especialmente methodico e intransigente com os paizes do antigo Ultramar portuguez, que teem todos constituições, regimes, ideologias, e mentalidades anti-portuguezas. Expulsar os embaixadores desses paizes. Fechar e vender as embaixadas nesses paizes. Cortar contactos, até que os presentes regimes desappareçam e sejam supplantados por outros menos antipathicos aos portuguezes. Ou até que tenham sido reconquistados. 

Tractar o preto como um extrangeiro sem direitos politicos e sem “direitos” socialistas.

4º Seres Deseguaes, Leis Deseguaes

Para castigar pretos que violem a lei, applicar systematicamente castigos physicos. Prisão, chicote, trabalhos forçados, humilhação publica, mutilação, e morte na praça publica. Não hesitar em usar methodos barbaros.

Para destruição de patrimonio publico e privado, violencias gratuitas, violencias em bando (especialmente contra brancos), roubos, assaltos a moradias, estupros, attaques à mão armada, quebrar definitivamente a sua ferocidade: castral-os, e cortar-lhes os dois braços acyma do cotovello. Na praça publica, sem anesthesia.

Para a preta, nas mesmas circunstancias, chicote com abundancia, e escravização em favor dos brancos.

Para crimes menos graves, prendel-os no jardim zoologico, aos magotes, à vista do publico. Nas terras do interior, acorrental-os pelo pescoço a uma arvore ou outro objecto do patrimonio publico, e deixal-os a meditar na vida. Eventualmente, desterral-os para as Berlengas, ou mais apropriadamente, para as Ilhas Selvagens.

Permitir, na lei, que as victimas dos “movimentos de libertação” (expropriações, mortes, torturas, raptos, aggressões), antes ou depois da descolonização, processem os seus aggressores (legisladores, generaes, ministros, militares, policias, civis, etc...). Emittir mandados de captura internacionaes e, caso não sejam attendidos, mandar assassinos e tropas fazer o trabalho.

Uma lei para a raça nobre, outra lei para a raça ignobil. Soluções medievaes para gente selvagem.

5º Expulsão

Expulsão de todos os pretos do sexo masculino e expropriação dos seus bens. Apoderar-se das pretas: são nossas.

Faça-se uma excepção para os nossos antigos combattentes africanos, refugiados em Portugal. Não constituem perigo, e não merecem soffrer uma segunda indignidade na velhice. Mas expulsar os seus descendentes.

Dar aos pretos um mez para deixarem o paiz. Quando chegar a data fixada, com a inevitavel desobediencia a tal ordem que se pode esperar, iniciar duas semanas de massacres por todo o paiz, por intermedio da tropa, da policia, e das milicias populares. Mactar-lhes as creanças publicamente, inclusivamente. No fim destas duas semanas de violencia, dar-lhes duas semanas para se recomporem do abalo e partirem. Recomeçar os massacres no final deste periodo. Repetir o processo até que o problema esteja resolvido.

Estar pronto para exmagar motins no proprio dia em que essas medidas forem anunciadas.

Não vacillar quando chegar a hora de dar a estocada final. A longo prazo, não é saudavel nem possivel manter uma parte importante da população sob pressão. Nem é possivel assimilar esses brutos: isso vae contra a sua natureza. Se a expulsão não for feita, a pressão do branco vae baixar, mais tarde ou mais cedo, e elles hão-de tomar o poder, destruindo a nossa civilização, a nossa nação, e a nossa segurança. Fora do suicidio nacional, um massacre seguido de expulsões é o que ha de mais humanitario.

Um povo, uma terra. Portugal aos portuguezes. Limpeza ethnica. Genocidio. Rua com elles.

6º Castigar os Traidores

Castigar barbaramente os governantes responsaveis pela descolonização e pela entrega do poder aos dirigentes dos movimentos separatistas. Na praça publica.

Dar um tractamento africano ao Porco Mario Soares. Cortar-lhe todos os membros, um a um, em dias diferentes. Castral-o. Cortar-lhe as orelhas, o nariz, e os labios. Finalmente, accabar com elle na fogueira. Dispersar as suas cinzas em frente ao monumento dos mortos da Guerra Colonial.

7º Mão Dura.

Posteriormente, prohibir a immigração africana masculina. Execução publica e immediata para quem desobedeça a esta regra.

Accabar completamente com a fraude do asilo politico a africanos. Que se "refugiem" em paizes africanos.

Bombardear e afundar barcos de clandestinos que entrem nas nossas aguas territoriaes. Homens, mulheres e creanças.

8º Reconquista

Voltar à expansão. Investir, colonizar, assentar, espetar a lança em Africa. Expandir o povo e a identidade portugueza. Evangelizar a Fé. Fecundar as africanas. Civilizar os selvagens. Participar na vida politica. Tomar o poder. Perder a vergonha de viver, de existir, de avançar, de crescer, de luctar pelo seu espaço na Terra. Desculpabilizar-se do passado de expansão portugueza e rejeitar todas as tretas ideologicas da Esquerda.

Conclusão

Uma Nação faz-se a golpes de espada.

Viva Portugal!

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Macacos

Preto é selvagem, primitivo, violentissimo, desequilibrado, louco, insano, gravoso, despreoccupado, insensivel, desengonçado, burro, torto, tosco, grosso, bruto, porco, mau, muito mau, complexado, assassino, macabro, cannibal, violador, genocidario, parolo, desprovido de gosto, ressentido, indignado, indigno, inconsciente, invejoso, feio, animalesco, barulhento, zombador, inferiorissimo, preguiçoso, perigoso, fraco, rebelde, impotente, cobarde, tribal, macaco, deshonroso, destruidor, abominavel, hediondo, horroroso, hyena, incapaz, incompetente, inadaptado, atrazado mental, desprezivel, detestavel, racista, promiscuo, lubrico, invertido, descahido, repugnante, inculto, ininteressante, offensivo, massacrador, inassimilavel, inintegravel, doentio, descerebrado, disfunccional, parasita, supersticioso, arrogante, feroz, confuso, ridiculo, deshonesto, sem-noção, ogre, zombie, mal educado, pequenino no ganho, hostil, loser, puro consumidor, vector de doenças, inimigo da belleza e da civilização.

É universal: são todos assim. Não prestam. Quando não cagam à entrada, cagam à sahida. 

Não ha nenhum que dê para tractar como egual, para considerar como amigo. Não ha nenhum que um bom pae possa casar com a sua filha. Não ha nenhum, nenhum mesmo, que não seja um authentico macaco.

Porcaria de raça. Praga. Infecção. Lixo humano. Lixo da Terra.

O preto é um animal. Deve ser tractado como tal: morto, enxotado, capado, mutilado, submettido, exmagado, preso, escravizado, domesticado, cacetado, civilizado, segregado, apartheidizado. Como tem sido tractado ao longo dos tempos. E não por accaso.

Raus!