quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Lidar com Simios



A raça branca e a raça negra viverão sempre em tensão. O branco é bom, e o preto é mau. O preto tende a pullar para cyma do branco, e a destruil-o. É por isso que historicamente, sempre que as duas raças entraram em contacto, o branco se impôs. É a unica forma que tem de se preservar. O branco deve seguir e dar asas a essa tendencia. Deve entrar abertamente na guerra racial. O racismo protege. É a unica coisa que protege. Especialmente contra uma raça de bichos, como é a raça negra.

Com pretos, uma pessoa com cabeça não se offende. É uma raça de selvagens, no sentido anthropologico do termo, e portanto não podem ser outra coisa senão aquillo que são. Deve-se lidar com o problema, simplesmente. À boa maneira do branco: fria, dura, seria, methodica, systematica, implacavel, cynica. Sempre tendo presente em mente que a vida dum preto vale muito pouco, muito menos que a vida dum branco.

O preto não nasceu para viver num pé de egualdade com o branco. Nasceu para ser civilizado por este, de forma firme e violenta.

1º Reconquistar a Liberdade

Liberdade de insultar e criticar pretos. Liberdade de defender qualquer typo de medidas contra elles, justas ou não. Fim de leis contra “propositos racistas”, “incitação ao odio racial”, “apologia de crimes contra a humanidade”, e outras do genero.

Liberdade de organizar manifestações racistas em qualquer poncto do territorio, especialmente em bairros colonizados. Algumas bastonadas na rua só fazem bem.

Privatização total, corte de subsidios e abertura à concorrencia dos meios de communicação publica (televisões, radios, jornaes). Quebrar o monopolio dos bien-pensants.

Liberdade de discriminar e excluir na base da raça, do sexo, do comportamento sexual, da religião, ou de qualquer outro motivo. No emprego, no commercio e no alojamento.

Livre-posse de armas. Pistolas e sobretudo, metralhadoras. Liberdade de crear milicias populares raciaes, brancas, urbanas e ruraes.

Liberdade de abatter, mutilar, torturar e escravizar pretos violentos, ladrões, invasores de propriedade, furtadores, e desequilibrados aggressivos. Liberdade de se vingar, nos casos em que não se apanhe os criminosos no momento (“fazer justiça pelas suas proprias mãos”). E de se servir nos bens e nas mulheres dos dictos criminosos.

2º Reconquistar o Poder

Retirar a nacionalidade, o direito de voto, o direito de elegibilidade, e o direito de accesso à funcção publica, a todos os pretos e pretas, e mulatos cujo pae varão não seja portuguez. Especialmente, expulsar toda esta gente das forças armadas, dos corpos de segurança internos, e da magistratura. Do rei ao varredor de rua, so portuguezes. 

Entricheirar estas medidas na constituição, sem possibilidade de mudança

Se se revoltarem, exmagal-os, massacral-os. Os tanques servem para isso.

3º Cortar a Mamma

Retirar aos pretos o accesso a qualquer bem, serviço e fundo estatal. Nada de infantarios, escholas, collegios, lyceus, universidades, bolsas, hospitaes e urgencias, habitação social, autocarros, comboios, electricos, rendimentos minimos, subsidios de desemprego, pensões de invalidez e de velhice, subsidios de maternidade.

Cortar os subsidios e as ajudas a qualquer organização privada ou publica que atenda pretos.

Cortar a todos os niveis a ajuda, os subsidios, e a “cooperação” (branco > $$$$ > preto) a governos e particulares africanos. Ser especialmente methodico e intransigente com os paizes do antigo Ultramar portuguez, que teem todos constituições, regimes, ideologias, e mentalidades anti-portuguezas. Expulsar os embaixadores desses paizes. Fechar e vender as embaixadas nesses paizes. Cortar contactos, até que os presentes regimes desappareçam e sejam supplantados por outros menos antipathicos aos portuguezes. Ou até que tenham sido reconquistados. 

Tractar o preto como um extrangeiro sem direitos politicos e sem “direitos” socialistas.

4º Seres Deseguaes, Leis Deseguaes

Para castigar pretos que violem a lei, applicar systematicamente castigos physicos. Prisão, chicote, trabalhos forçados, humilhação publica, mutilação, e morte na praça publica. Não hesitar em usar methodos barbaros.

Para destruição de patrimonio publico e privado, violencias gratuitas, violencias em bando (especialmente contra brancos), roubos, assaltos a moradias, estupros, attaques à mão armada, quebrar definitivamente a sua ferocidade: castral-os, e cortar-lhes os dois braços acyma do cotovello. Na praça publica, sem anesthesia.

Para a preta, nas mesmas circunstancias, chicote com abundancia, e escravização em favor dos brancos.

Para crimes menos graves, prendel-os no jardim zoologico, aos magotes, à vista do publico. Nas terras do interior, acorrental-os pelo pescoço a uma arvore ou outro objecto do patrimonio publico, e deixal-os a meditar na vida. Eventualmente, desterral-os para as Berlengas, ou mais apropriadamente, para as Ilhas Selvagens.

Permitir, na lei, que as victimas dos “movimentos de libertação” (expropriações, mortes, torturas, raptos, aggressões), antes ou depois da descolonização, processem os seus aggressores (legisladores, generaes, ministros, militares, policias, civis, etc...). Emittir mandados de captura internacionaes e, caso não sejam attendidos, mandar assassinos e tropas fazer o trabalho.

Uma lei para a raça nobre, outra lei para a raça ignobil. Soluções medievaes para gente selvagem.

5º Expulsão

Expulsão de todos os pretos do sexo masculino e expropriação dos seus bens. Apoderar-se das pretas: são nossas.

Faça-se uma excepção para os nossos antigos combattentes africanos, refugiados em Portugal. Não constituem perigo, e não merecem soffrer uma segunda indignidade na velhice. Mas expulsar os seus descendentes.

Dar aos pretos um mez para deixarem o paiz. Quando chegar a data fixada, com a inevitavel desobediencia a tal ordem que se pode esperar, iniciar duas semanas de massacres por todo o paiz, por intermedio da tropa, da policia, e das milicias populares. Mactar-lhes as creanças publicamente, inclusivamente. No fim destas duas semanas de violencia, dar-lhes duas semanas para se recomporem do abalo e partirem. Recomeçar os massacres no final deste periodo. Repetir o processo até que o problema esteja resolvido.

Estar pronto para exmagar motins no proprio dia em que essas medidas forem anunciadas.

Não vacillar quando chegar a hora de dar a estocada final. A longo prazo, não é saudavel nem possivel manter uma parte importante da população sob pressão. Nem é possivel assimilar esses brutos: isso vae contra a sua natureza. Se a expulsão não for feita, a pressão do branco vae baixar, mais tarde ou mais cedo, e elles hão-de tomar o poder, destruindo a nossa civilização, a nossa nação, e a nossa segurança. Fora do suicidio nacional, um massacre seguido de expulsões é o que ha de mais humanitario.

Um povo, uma terra. Portugal aos portuguezes. Limpeza ethnica. Genocidio. Rua com elles.

6º Castigar os Traidores

Castigar barbaramente os governantes responsaveis pela descolonização e pela entrega do poder aos dirigentes dos movimentos separatistas. Na praça publica.

Dar um tractamento africano ao Porco Mario Soares. Cortar-lhe todos os membros, um a um, em dias diferentes. Castral-o. Cortar-lhe as orelhas, o nariz, e os labios. Finalmente, accabar com elle na fogueira. Dispersar as suas cinzas em frente ao monumento dos mortos da Guerra Colonial.

7º Mão Dura.

Posteriormente, prohibir a immigração africana masculina. Execução publica e immediata para quem desobedeça a esta regra.

Accabar completamente com a fraude do asilo politico a africanos. Que se "refugiem" em paizes africanos.

Bombardear e afundar barcos de clandestinos que entrem nas nossas aguas territoriaes. Homens, mulheres e creanças.

8º Reconquista

Voltar à expansão. Investir, colonizar, assentar, espetar a lança em Africa. Expandir o povo e a identidade portugueza. Evangelizar a Fé. Fecundar as africanas. Civilizar os selvagens. Participar na vida politica. Tomar o poder. Perder a vergonha de viver, de existir, de avançar, de crescer, de luctar pelo seu espaço na Terra. Desculpabilizar-se do passado de expansão portugueza e rejeitar todas as tretas ideologicas da Esquerda.

Conclusão

Uma Nação faz-se a golpes de espada.

Viva Portugal!