domingo, 14 de maio de 2017

Fraco

O musulmano é fraco, vendido, rendido, submettido, degenerado, carneiro, desprovido de convicção propria. E “jouisseur”, por cyma de tudo. O musulmano é aquelle que, a dada altura, se submetteu ao invasor, a um simples punhado de homens atrevidos, não por necessidade – a minoria não pode mandar na maioria sem o consentimento desta! - mas por falta de coragem e de fé. O musulmano é aquelle que repudiou a fé dos seus antepassados, e que tantas vezes até abdicou da sua propria identidade, arabizando-se (logo os arabes!), por desejar as vantagens que o estatuto social de dominante lhe dá: poder, mulheres e bens. Os invasores islamicos, passados os massacres iniciaes, deram sempre aos conquistados a possibilidade de guardarem a sua fé, e de viverem como dhimmis. O musulmano é aquelle que não teve fibra para se manter na resistencia. À excepção duma minoria sincera, geralmente cahida no jihad, não se deve grande respeito a essa gente. São uns cobardes e uns ambiciosos, incapazes de se opôr à pressão social.

O mouro é mau, pavão, barulhento e arrogante. É convencido, mas não é forte. É bravo aos magotes, e manso na solidão. Só triumpha quando não encontra resistencia. Só abusa porque lida com gente boa e tolerante, ou gente sem convicções.

No peor dos casos, quando a cruzada tiver falhado, mais valle ser um dhimmi do que um converso. Um christão serio não se deixa intimidar pela chungaria islamica, e soffre o martyrio se necessario.

GLORIA CHRISTI