UM POVO FEMEA
O povo portuguez é porreiro, comparado
com muitos outros. Não é dos peores. Mas está muito longe do ideal
do "nobre selvagem". É um povo perigoso, antes de mais
para si mesmo. É um povo canalha e desprezivel. Tem uma costella
profundamente negra.
É antes de mais um povo burro, com
pouca capacidade intellectual. Tem pouca capacidade de abstracção,
pouco sentido logico tambem, o que lhe impede de pensar claramente
nos assumptos. É ingenuo, não tem sentido critico. Falta-lhe o
scepticismo que é necessario para rejeitar as balelas
ideologicas que lhe servem. Alem da falta de capacidade, tem pouca
vontade de se elevar intellectualmente. Prefere ver a bola, comer e
beber, do que pensar na sua condição, e estudar os assumptos da
politica, da economia, e da fé. Tambem é deshonesto. Não busca a
verdade, nem a consistencia de principios, sobretudo se estiverem a
ser debattidos os seus interesses particulares. Estas pequenezes,
repetidas mil e uma vezes, teem consequencias tragicas. Ganha-se uma
vez, mas é-se enrabado mil e uma outras vezes pelos interesses
manhosos dos outros. Nem na privacidade do seu lar, a fallar com os
seus, o portuguez é capaz de appreciar objectivamente a sua situação
e os seus interesses, reconhecendo os seus privilegios. Não tem
sentido de justiça.
Tudo o que saia da bocca do popular é
instrumental. O povinho, quando abre a bocca para fallar de politica,
fal-o quase sempre para defender os privilegiozitos illegitimos que a
classe particular a que pertence lhe outorga. Monopolios, subsidios,
etc... É manhoso. Sabe que está a defender immoralidades, mas
acha-se experto ao adoptar essa attitude. E teem o maior desplante.
Não teem vergonha na cara. É o funccionario publico, eleitor
socialista cujo rendimento é em media o dobro do dos trabalhadores
do sector privado, que se offende que ciganos andem a mammar
subsidios. É o mesmo funccionario que pretende "pagar
impostos", quando sabe muito bem que vive dos impostos que o
privado paga. É o reformado que se queixa dos jovens receberem
subsidio de desemprego, mas que seria incapaz de criticar o systema
de reformas do qual beneficia. É o empresario que se queixa dos
impostos, mas defende subsidios para o seu sector... Emfim, é o grau
zero da coerencia e do intellecto.
O povo é immoral. É esse o seu
principal peccado. Mais especificamente, approva os crimes do Estado.
Isso explica a força descommunal desta instituição criminosa. O
Estado, que é minoria, torna-se massa. O popular apoia a mafia de
forma passiva, ao contrario das elites. Mas la que apoia, apoia. Não
se solidariza com os que soffrem às mãos das autoridades. Nem no
coração, nem nas palavras, nem em acções. Em vez de termos uma
solidariedade dos escravos contra o seu dono commum, combattem-se uns
aos outros, para grande gozo dos seus lordes. Isto vê-se de forma
nitida no caso da fuga ao fisco. Em vez de apoiar ferrenhamente todos
aquelles que são perseguidos pelo fisco, o popular ainda é capaz de
chibar às autoridades aquelle cujo unico peccado é querer guardar o
fructo do seu trabalho para si. O tal palerma que ainda não percebeu
que nasceu para escravo. Sempre com o "argumento" estupido
de que "se eu pago, tambem eles teem que pagar". O Putedo
de Lisboa pode assim "dividir para reinar". À grande e à
francesa. Nem precisa de sahir do sofá.
O povo é preguiçoso e parasita.
Parasita, porque preguiçoso. É mais facil viver à custa do vizinho
do que ter que vergar a mola. Chamem-lhe "socialismo",
chuchialismo, "solidariedade social", "ajuda aos mais
necessitados", "coesão nacional". É sempre roubo. É
sempre um pretexto. É sempre uma bela enrabadela, com mais ou menos
vaselina. O homem simples gosta de ver o Estado a roubar os
"rrrricos", os "exploradores" capitalistas, e até
os outros trabalhadores, para poder viver de subsidios e receber
"serviços publicos gratuitos" aos quaes pensa ter direito.
E em geral, emquanto funccionario publico, para coçar os tomates em
empregos vitalicios de lagartos lentos, monopolistas, privilegiados e
arrogantes. E aïe do politico que se attreva a tocar nos privilegios
dum qualquer grupo de mammões! É simples: o popular tem mentalidade
de escravagista. Mesmo quando é elle proprio escravo. O que elle
mais quer, para si e para os seus filhos, é um tacho na funcção
publica. Quer segurança. Um bom empregozinho chato e inutil numa
repartição qualquer. E que se foda o tributado: tem que pagar!
Tambem é invejoso, o que reforça o
seu parasitismo. Se a embalarem com "igualdade", está
disposto a apoiar qualquer filho-da-putice. Chupa até aos tomates a
"igualdade", a "igualdade de opportunidades" e
tutti quanti, desde que algum joão-esporra lhas sirva do pulpito.
Delicia-se com boa nhanha
igualitaria e demagogica. Elle, que não tem neuronios sufficientes
para entender as consequencias dum qualquer conceito philosophico,
observa attonito e com approvação toda a "igualdade" que
lhe vendem. Como uma vaca na berma da estrada, a ver passar os
carros. Muuuuuhh! Tudo em detrimento da liberdade e do progresso das
pessoas mais produtivas, mais intelligentes, ou simplesmente mais
sortudas. Em detrimento, sobretudo, do proprio homem do povo que se
queira elevar da sua condição humilde, que será implacavelmente
quebrado pelo fisco, pelas burocracias e pela pressão social, mal
ponha a sua cabeça fora do buraco. Mas é melhor sermos todos pobres
e iguaes, do que haver alguns a distinguirem-se, e a elevarem os
outros pelo meio.
O povo é forte com os fracos, e fraco
com os fortes. Só se enerva com os "maus do dia", que as
elites, através da imprensa, lhe servem. Quando é espicaçado por
propagandistas, é capaz da maior ferocidade. Mas é incapaz de
combatter estas mesmas elites parasitas, de forma consistente. Isso
implicaria uma lucta solitaria contra o systema installado, lucta
para a qual não tem estomago. Isso implicaria attaccar-se ao Estado,
que é um perigo bem maior e bem mais real do que qualquer papão
apresentado no telejornal. Nem sequer percebe bem quanto estas elites
lhe são inimigas. Como é burro, engole sem problema todas as
patranhas que lhe servem desde a eschola.
O povo não é corajoso. Pelo menos,
não tem coragem moral. Não tem a coragem de remar sozinho contra a
maré, de ter opiniões proprias, de se oppor ao systema, de tomar
uma posição publica, não vacilando na sua defesa. Se tiver
coragem, é uma coragem fisica de soldadinho obediente, que vai para
a chacina quando as auctoridades constituidas lho mandam, sem fazer
perguntas. É mais uma inconsciencia do que uma coragem. Ahi sim,
está disposto a servir de carne para canhão. É uma coragem de cão
amestrado.
Quando se enerva, é um enervamento de
bobo, ou de actor de opereta. De revolucionario mexicano. É uma
fanfarronada sem consequencias, sem amanhans. Elle não tem coragem
de fazer aquillo que sabe, no seu intimo, ser necessario para mudar
as coisas. Não é consistente, não tem dedicação, vive no
presente. Não tem espirito de sacrificio. Como todos os povos du sul
da Europa, é molle. Não se imagina um allemão ou um hollandez a
fazer as figuras oratorias que um portuguez faz na taberna. O
portuguez é um manhoso, um chico-experto, não um homem de
principios firmes. É tão burro que pensa conseguir lidar com o
poder, e safar-se. Pensa que consegue fazer negocios com o Diabo. Que
se collabora com elle, que é pessoa de bem, de confiança, de boa
fé. Por isso, é facil compral-o. Se surge um homem mais determinado
a combatter os poderosos, levado por um certo descontentamento
popular, bem depressa o compram com uma concessãozita, com uma
audiencia em São Bento, com um subsidio, com um suborno, com uma
promessa de emprego, com uma "comissão que vai estudar o
assumpto". Com um ministerio, se for preciso. Mas não se pense
que as elites mudam alguma coisa de substancial emquanto não
soffrerem. Podem permitir ao revolucionario de pacotilha pôr a mão
no tacho, mas em nenhum caso vão permitir que este ponha em perigo a
refeição da classe parasita. Caso consiga por em perigo os seus
tachos, começam a berrar tão alto, com tanta força, com tanta
violencia, de todos os lados, numa união sagrada da Esquerda e da
Direita, de todos os interesses, duma forma tão inesperada para o
coitado do incauto, que elle põe logo o rabo entre as pernas e faz
tudo o que lhe dizem. "Cresce". "Amadurece". Como
ainda por cima o "rebelde" é, por norma, um amador da
politica, a luctar contra pensadores e profissionaes dessa arte,
ultra-manhosos e calculistas, eximios jogadores de xadrez, que
conhecem todos os seus passos antes mesmo que elle tenha sequer
pensado nelles, acaba sempre por ser papado, trahindo o movimento que
lidera. Alem do mais, face ao poder, o popular cae sempre no erro de
jogar à defesa, nunca ao attaque. E como tal, acaba sempre por
soffrer golos. O Estado é organizado, consistente e toma a
iniciativa, emquanto que as massas são amorfas e preguiçosas. Não
percebem que precisam de se organizar politicamente e luctar até ao
fim dos tempos, se não querem levar impiedosamente nas orelhas.
O povo pode-se dividir grosso modo em
duas categorias, em função do seu voto, e em função do "sector"
a que pertence, Mafia ou privado. O povo de Esquerda vive do Estado.
Vota principalmente à Esquerda. É funccionario publico, reformado,
desempregado, estudante, e familiares. E defende os seus tachos e
regalias com um fanatismo e uma garra impressionantes. São canalhas,
são filhos-da-puta, mas sabem donde vem o seu pilim. Teem instincto
de sobrevivencia apurado. Se for preciso, para tractarem das suas
barrigas redondas de Marios Soares, foder meio paiz até ao esophago,
arruinar dez provincias, enforcar todos os primogenitos de cada
familia que não paga imposto, votar caninamente em homens crueis,
denunciar a propria familia ao fisco, forçar ao exilio toda a
juventude, entregar a soberania do paiz ao estrangeiro e à banca
judia, mentir e gemer 24 horas por dia em todos os canaes de
televisão, elles fazem-no! São ladrões, mas não são parvos. O
lider politico de Esquerda que mostre a menor fraqueza nesta grande
tarefa de sodomia cosmica, o menor traço de consciencia, é
immediatamente afastado, demitido, processado, expulso. A sua base,
que é antes de mais nada e acima de tudo, não o esqueçamos, uma
base de parasitas, limpa-lhe logo o sebo. Vai logo para a chefia do
partido um lobo com os dentes mais affiados. O esquerdista é
selvagem. Não é homem de sentimentos refinados. Pode defender uma
ou outra mariquice progressista, como o aborto ou a legalização do
cannabis. Como não trabalha a serio, tem tempo para se dedicar a
pedantices. Mas o que elle quer mesmo, mesmo, mesmo, lá no fundo, é
viver à custa dos outros. O que elle gosta é de boa vida. O que
elle quer é dinheiro. Não brinca em serviço. Philosophias é para
o fim-de-semana.
Ja pelo contrario o povo de Direita é
composto principalmente por pessoas que trabalham no sector privado.
Pequenos e medios empresarios, e seus trabalhadores. Tendem a ver o
Estado como um peso nas suas costas. Em termos numericos, são a
maioria da população. Mas são muito menos determinados, muito
menos unidos contra o inimigo commum, muito menos zeladores dos seus
interesses proprios. Em poucas palavras, sãos umas merdas submissas.
La bem no fundo, aquillo que gostam mesmo, mesmo, mesmo, é de pagar
impostos. Chupar e levar no cu. Nasceram para obedecer ao Estado.
Votam na Direitinha que se tem, porque querem, dizem elles,
proteger-se da Esquerda. Eventualmente, votam PS. Nunca na Esquerda
dura. Mas quando essa Direita os trae, como o faz systematicamente,
nunca baixando impostos, sempre os aumentando, sempre lhe impondo
burocracias loucas, sempre lhe forçando politicas de Esquerda pela
guela abaixo, o seu eleitorado nunca, nunca, nunca se lembra de os
castigar. Teem tanto medo da Esquerda, assustam-se tanto com ella,
coitadinhos, são tão burros, que não percebem que a alternancia
democratica é só uma palhaçada, um espectaculo que se lhes dá,
para acreditarem que teem controlo sobre as suas vidas. Não percebem
que não ha partidos a defendel-os, e outros a chulal-os. Estão
todos la para viver à sua custa. Que o mal menor (será mesmo?) é
um mal na mesma, e como tal deve ser combattido. Que o "voto
util" no mal menor é na verdade completamente inutil.
Quando um homem mais intelligente, mais
direito, lhes explica que a Direita não presta, que é uma merda,
que não merece nem um voto, nem um peido, nem um centavo, os tontos
de Direita, os taes que andam desde sempre a levar na peida dos seus
"protectores", ainda fazem questão de lhe travar uma
guerra a elle, mensageiro. Como os cães, o eleitor de Direita gosta
de comer o seu proprio vomito. É um povo femea: dá-lhe gozo ser
possuido. Diz que não, diz que talvez, diz que mais tarde, resiste,
resiste, mas no final até gosta. A prova: ha seculos que o Estado
cresce, cada vez mais ladrão, cada vez mais desenvergonhado. De rei
em rei, de monarquia absolucta em monarquia constitucional, de
monarquia em respublica, de respublica em dictadura, de dictadura em
democracia, o povinho de Direita só faz uma coisa, cada vez mais.
Aquillo para que nasceu: pagar impostos, fazer broches ao seu senhor,
votar na sua Direita quando lhe deixam e quando lhe pedem.
O homem de Direita é um burguezeco de
merda, com tudo o que isso implica. E nessa categoria inclue-se toda
a classe media do privado, trabalhadores e patrões. É muito
materialista. Muito conformado. A Esquerda pode ter um programa
immoral e destructivo, e elle proprio materialista, mas a verdade é
que quando diz que o burguez só vê cifrões à frente dos olhos,
não se engana. A burguezia é judia: dominadora quando a deixam,
abjectamente vil quando lhe dão no focinho. Sempre pequenina. O
burguezito lambe a mão que lhe batte, de medo que lhe batta com mais
força. Não tem brio. Tem medo de criticar os seus lordes, a sua
Direitinha querida, de lhe chamar nomes, de os mandar para o caralho
da puta que os pariu. É muito simples, muito elegante, muito
decente. Tão fino que guarda a compostura quando o sodomizam à
bruta. Ha que respeitar os seus predadores. Ha que respeitar esta
respubliqueta ladra. Ha que manter a dignidade, o sorriso Colgate,
enquanto lhe dilatam os esphincteres.
Emquanto a mafia destroe o paiz sob uma chapa de impostos e
burocracias. Emquanto o paiz vai morrendo duma morte lenta, por falta
de creanças. Numa altura em que era preciso garra, tesão,
intransigencia, ferocidade, está com delicadezas. Como uma puta
apaixonada pelo chulo, encontra sempre mais uma desculpa para
aquelles que lhe enchem a cara de porrada. Nasceu merda, merda
viverá, merda morrerá, merda apodrecerá. Vai mas é dar lições
de piano à tua filha, ó "classe media" filha da puta! Os
esquerdistas são satanicos, mas pelo menos teem bons instinctos de
sobrevivencia. O burguez é tão reles que nem os seus interesses, a
sua propriedade, o seu estomago, é capaz de defender. É incapaz de
retaliar, de se vingar, de combatter. Isso é profundamente
desprezivel. É coisa de sub-homem. De não-homem. De vagina
ambulante. De escroto phantasma. De eunucho acephalo. É não ter
auto-estima. Não o faz por espirito christão, que é cabrão de
mais para isso. Morrer na cruz, tá quieto! Fal-o por cobardia. O
burguez é cobarde. É incapaz dum gesto de grandeza e de sacrificio.
É um merda reles. Poncto final. Paragrapho.
Nem um gestozinho de revolta é capaz
de fazer, todos os quattro annos, anonimamente, na urna de voto. É
conservador, isto é, quer conservar a situação merdosa a que se
chegou, mas nunca tem uma attitude reaccionaria, nunca dá um coice,
como seria necessario. Nunca derruba a mesa de jogo. É tão pouco
aristocratico, tem tão pouca coragem, castraram-no tão rente à
virilha, que a simples ideia da mera possibilidade de ter quattro
anninhos de Esquerda no poder lhe faz borrar as cuecas. Compelle-o
irresistivelmente a ir votar de novo na sua querida Direita, a tal
que mil vezes lhe cuspiu à cara. Quando só um voto em branco, ou
uma abstenção, ao fazerem perder a Direita, a forçaria realmente a
desemporcalhar-se e a luctar pelos interesses do seu eleitorado, caso
quisesse regressar ao poder. Mas geralmente a coisa limita-se ao
"PSD! PSD! PSD! PSD!". Ou para os mais rebeldes,
authenticas sementes de revolucionarios, um voto no panelleiro do PP,
que se encosta sempre ao irmão mais velho. O portuguez é uma
putinha docil. Chupa, engole, e ainda chora por mais.
Note-se bem que os portuguezes, ao
longo das varias decadas de eleições e de democracia mais ou menos
participativa que tem havido até agora, e que antecedem de longe o
25-A, nunca se dignaram apresentar um programa minimamente liberal,
um partido minimamente liberal, um candidato minimamente liberal.
Nunca se dignaram votar por elle, tambem. Porque não existia,
primeiro. E segundo porque intimamente, no seu coração, não o
queriam, e logo não appareceu. Nem um combatte politico moderado,
manso, nas formas, legal, institucional, foram capazes de fazer.
Nenhum partido que pedisse a abolição de trez ou quattro impostos,
algumas privatizações, e cortes uniformes nas despesas do Estado,
appareceu. Se houve cinquenta grupos marxistoido-mao-trotsko-mammões
antes e depois do 25 de Abril, nunca houve um punhado de homens a
defender mais liberdade de ha 30 ou 40 annos para ca. Nem uma meia
duzia de palestras abertas ao publico. Ha um milhão de empresas,
bolas! E milhões de trabalhadores do sector privado. Esta gente é
chulada por IVAs, IRSs, TSUs, IMIs, outros ainda. Não custava nada
pedir a abolição dalguns destes impostos. A Esquerda, quanto a
ella, nunca tem pruridos em pedir aumentos salariaes para as suas
clientelas. Bastava um milhão de pessoas votarem num partido a sério
para a Direita implodir completamente e ficar com o recto todo
rasgado.
Mas em privado, o palhaço do
burguezito falla da necessidade de se dar uns tiros na bofia ou em
agentes do fisco. De enforcar uns quantos politicos. Pelo menos,
dil-o nos raros momentos em que não acha normal tudo o que lhe
fazem. Ou seja, coisas meio-loucas, insensatas, suicidarias,
illegalissimas, gostava de fazel-as, se tivesse tomates para isso.
Fanfarrona-as junto dos amigos proximos. Mas aquillo que pode fazer
para aleijar mesmo os canalhas, coisas simples, coisas legaes, coisas
sem grandes riscos, trabalhar no systema, criar um partido, apelar ao
voto nesse partido, não votar na Direita nem na Esquerda
tradicionaes, tomar posições publicas na TV e na Internet, criar
uma associação, fazer um pouco de trabalho politico local, não o
faz. Tem medo. Medo duma descida da ASAE. Duma inspecção do fisco.
De ser mal visto pelos totós. De ser despedido por um patrão cona
que gosta de pagar impostos. Dum processo em diffamação. De passar
dois dias na esquadra, levando um par de estalos dos porcos. De
perder amigos que não prestam. De desagradar à tontinha provinciana
que andava a querer foder, que obviamente lhe vai virar as costas
assim que elle se tiver afastado do politicamente correcto. Ou então
não. Ellas gostam de machos-alfa. Medo de ganhar mais. Medo de ser
livre! Medo de ser homem, em suma. É duro ser um homem. Um homem
verdadeiro. Não um vegetal como milhões. Não é qualquer um. Não
basta ter um escroto. É mesmo preciso ter la os colhões, bem
descidos. É sempre necessario tomar alguns riscos, fazer alguns
sacrificios!... É preciso ser viril, fazer inimigos. Nunca se fez
nada sem ser assim. Não ha caminhos faceis. É mais facil ficar
caladinho que nem um ratto, à espera do Dom Sebastião que vem
salvar o nosso cuzinho. É mais facil não tomar posição, a ver
para que lado a balança se inclina. O escravo tem tranquillidade.
Parece-lhe, pelo menos.
Quando alguem tiver feito o trabalho
necessario, elles la hão-de sahir da toca, para batter palmas e
encher o peito, clamando pela liberdade, cujo significado
desconhecem. Vai-se levando na peida do fisco, da bofia, dos
politicos, das leis, das burocracias, da camara, dos sindicatos, dos
lobis. Mas mesmo assim fica-se caladinho, a rezar para que o pau caia
antes de mais ninguem nas costas dos outros. Elle cae-nos sempre em
cima. Não ha como escapar. A rattoeira está bem montada. É
universal e implacavel. Ou se destroe o engenho, ou se soffre com
elle. Nesta vida não ha outro caminho senão o do trabalho e da
lucta. Até ao ultimo dia. Não vale a pena ser cobarde. Ninguém
escapa. Antes do 25 de Abril, a burguezia não fez nada para
solidificar o regime, chamando de volta o rei, acabando com a
democracia limitada que existia, que só se podia extender às massas
manipulaveis, dando assim o poder a partidos de Esquerda radical. Não
fez nada para baixar impostos, ou para liberalizar sectores
monopolizados. Assim a Esquerda, quando tomou o poder, só precisou
de se apoderar de estructuras de poder ja muito centralizadas, sem
resistencia nenhuma local. Todos estes cromos de capitalistas,
pequenos ou grandes, conformistas e bananas ao maximo, levaram bem na
peida quando lhes appareceu um "comité" qualquer à porta
da fabrica e da herdade, pilotado pelo PCP. Todos os perigosos
senhorios, oppressores dos seus inquilinos, ficaram bem assadinhos,
quando os seus inquilinos os mandaram para o caralho. Todos os
trabalhadores engoliram bem, quando a Esquerda os taxou à morte para
financiar os taes dos "direitos" que pensavam sacar aos
patrões. Ahi berraram, choraram, imploraram, ficaram com o buraco
todo dilatado, mas ja era tarde. Não é quando a mafia está à
porta que se lucta. É antes, muito antes.
E não apprenderam. A sua natureza de
merdas submissos, de tretosos, de verbosos, capazes no melhor dos
casos dum arrufo grotesco, duma fanfarronada de general mexicano, dum
peido insurgente, está tão entranhada, é tão genetica, tão
inabalavel, tão implacavel, tão miseravelmente forte, que nos 40
annos de relativa liberdade de expressão e de associação que se
viveu, ainda não foram capazes de formar um partido anti-socialista
que defendesse os seus interesses. E como tal, soffreram o
inevitavel. Ao roubo directo, total e brusco dos communistas,
sucedeu-se o roubo gradual mas não menos total e suffocante dos
socialistas. Muito mais perigoso, na verdade, porque adormece a
resistencia do povo. Sodomia à bruta, ou sodomia com vaselina, o
chouriço anda indomavel. Fechem os vossos cus, caramba, que elle vem
ahi para mais uma investida! Ha sempre mais uma investida socialista.
Sempre! Socialismo que, pequeno à-parte, é uma ideologia de
pencudos. Uma bela sodomia de goyes, como elles tanto gostam de as
fazer. Um paiz catholico devia ter vergonha de adoptar javardices
talmudicas desse genero.
O totó do empresario ou do assalariado
do privado, chico-experto de merda, que nunca abriu a bocca durante
decadas, está hoje arruinado por uma tirania fiscal implacavel.
Centenas de milhares de empresas viaveis foram destruidas pela mafia
ao longo dos annos. Um sem-fim de empregos uteis se perderam, com a
humilhação que isto implica para as pessoas em questão. O cromo do
manso do portuguez foi à falencia, está cheio dividas,
penhoraram-lhe os bens pessoaes, vai passar a velhice na pobreza, vai
ser uma carga desnecessaria para os filhos. Foi humilhado, vexado,
esfregado na lama. Depois de todos os serviços que forneceu aos
outros ao longo da sua vida, ainda lhe cospem à cara se for preciso:
"explorador!"; "sacrificios partilhados";
"rrrrico!". O patrimonio que lhe vinha de traz, de varias
gerações atraz, comeram-lho. Todo este esforço accumulado foi
sugado. Cuspiram à cara dos seus paes, dos seus avôs. Violam a
memoria da sua mãe. Mas mesmo assim, quando um filho da puta dum
politico de Direita lhe vai ao cu e aumenta os impostos, quando
approva orçamentos da Esquerda (!!!!) em nome do "consenso",
da "responsabilidade", do "equilibrio das contas
publicas", do "manter a Esquerda fora do poder", "da
estabilidade do systema bancario", da "Troika" e da
Trika, o palhaço, o merda, o zero, o invertido, o leva-na-anilha, o
verme de Direita ainda se lembra de defender o seu carrasco, todo
feliz da sua experteza de manhoso, do seu supposto "bom senso",
todo feliz de estar a preservar o partido que, pensa elle, não lhe
vai tirar tão depressa aquillo que, de qualquer forma, vai perder em
breve. Aquillo que em boa verdade, ja perdeu. A luctar, talvez
perdesse na mesma. Mas pelo menos salvava a honra. E a sua situação
seria sempre melhor do que é actualmente. Ha ahi uma ironia divina.
Calou-se para salvar o seu cuzinho, e por isso mesmo, pela sua
submissão, é condenado a ser enrabado com toda a violencia. Não
foi viril, como putinha sodomita foi tractado.
Taco de baseball no craneo, até ganhar
virilidade. E, de seguida, quattro ou cinco regimes communistas bem
duros na peida, até apprender que deve ser homenzinho e luctar pela
sua propriedade e pela sua liberdade. Ha quem diga que Portugal
precisa dum Salazar. Estão enganados. O que precisava mesmo é duma
meia-duzia de Alvaros Cunhaes, bem sanguinarios, bem totalitarios.
Dumas marteladas no nariz. Quiçá de duas ou trez bombas nucleares
na cabeça.
O que é que passa pela cabeça duma
pessoa que produz, trabalhador ou empresario, para querer continuar a
votar nesta merda? Para continuar a defendel-a? Para não pedir
intransigentemente baixas de impostos? Para arranjar desculpas aos
lobos? Para não perceber de forma clara quão o seu interesse é
antagonico do da classe parasita? Como é possivel que esta attitude
não seja a excepção, mas a norma? Como é possível haver tantos
carneiros? Que sejam uma maioria? Que aberração genetica é essa do
portuguez? Que falhanço biologico? Que radiação? Que mutação?
Que chromosomo, a dada altura, foi para o galhete? Vão-lhe ao cu, e
ainda agradece?! Foda-se!
A unica coisa que funcciona, no
portuguez, é o esphincter. Ahi sim, qualidade de primeira categoria.
Reputação internacional. Anus de exportação. Impulso do PIB.
Especialidade nacional. Gloria da Nação. Ex-libris turistico.
Simultaneamente flexivel, mole, tenrinho, comfortavel e resistente,
para aguentar e acolher tudo o que venha.
Isso até pode parecer um misterio. Mas
só para quem não perceba que o portuguez é pequenino e ruim. De
Esquerda ou de Direita, cada um à sua maneira, são canalhas. São
immoraes. Até podem trabalhar no sector privado, e ser chulados
todos os dias pelo Estado, mas não querem viver livres, no meio de
homens livres. Não querem sacudir o jugo. Querem antes privilegios.
A mera promessa dum privilegio qualquer cala-lhes a resistencia. Não
teem nenhum apego intellectual e emocional a conceitos como a
liberdade, o direito de propriedade, a livre-concorrencia, a
liberdade de expressão, o livre-porte de armas. Alem disso são
maluquinhos da cabeça, são confusos, são esquizophrenicos. Não
querem impostos, mas querem serviços do Estado: tanto berram contra
um aumento de impostos num dia, como se oppõem a cortes de despesa
no dia a seguir. Não sabem ver onde está o seu interesse
verdadeiro. Não se apercebem das tangas que lhes servem na TV.
Emquanto empresarios, são
corporatisas. Em geral, assustam-se muito com as violencias que as
suas actividades possam soffrer. Teem medo de ser expropriados. Teem
medo de aumentos de impostos. Teem medo de perder o emprego por causa
duma burocracia qualquer que leve o patrão à bancarrota. Mas quando
se tracta de luctarem por um monopolio, uma burocracia que vai foder
os concorrentes, um subsidio para o seu sector, um Estadinho "social"
que lhes vai dar uma reforma ou um subsidio de desemprego, ahi estão
sempre de partida. E não se pense que querem simplesmente recuperar
os seus impostos. Votam sempre para roubar os seus semelhantes. Podem
não ser de Esquerda, mas certamente que não são liberaes tambem.
Quando não votam, fazem jogo mesquinho de bastidores. Se lhes derem
a possibilidade de eleger um candidato liberal, um que nem os chula,
nem lhes dá privilegios, não o farão de certeza. Para uma lucta
pela sua propria liberdade, não mexem uma palha. Só para o mal é
que combattem. Só pela "segurança" que o Estado lhes dá
é que dão a cara. Sujeitar-se ao mercado, tá quieto! São
politicamente bananas. Tão burros que, quando querem "ter
influencia", a primeira coisa que fazem é financiar um jornal
cheio de Esquerdistas que os desprezam, e que os querem expropriar.
Não valem um peido.
Repita-se: na cabecinha, são todos uns
funccionarios publicos. Com o que isso tem de pathetico e pequeno.
São uns merdosos burocratas. Arranha-papeis. São de Direita por
interesse, porque pagam impostos, não por principio. Não se oppõem
fundamentalmente aos principios ladrões da Esquerda. Como a
Esquerda, teem mentalidade parasita. Os mesmos que votam à Direita,
se lhes dessem um bom tachinho na funcção publica, viravam logo a
casaca. Como as mulheres, o que buscam antes de mais é o conforto.
Nunca a aventura e o risco. É um povo que não tem homens, só
mulheres. E as peores não são as mulheres-mulheres, diga-se bem. Na
busca de segurança, só estão a seguir a sua natureza. Os peores
são os homens-vagina que por ahi andam, incapazes de assumir e
defender a sua posição neste mundo.
Ainda por cima toda essa gentalha,
Esquerda, Direita, semi-homens, mulheres, cães, gattos, abutres,
bodes, vacas, ovelhas, carneiros, formigas, serpentes, viboras,
molluscos, marisco, peidos ambulantes, toda esta gentinha, portanto,
forma um povo de fadistas! São umas grandes Amalias! Nisso, não ha
nenhum que o iguale. Que choramingas! Que queixoso! Que triste! Que
depressivo! Que deprimente! Que pessimista! Sempre a ver obstaculos
em tudo e mais alguma coisa. Sempre a queixar-se de coisas que não
tem intenção nenhuma de combatter, apesar do sucesso estar ao seu
alcance. É um povo que cansa, que cansa terrivelmente. Nem as
pessoas mais alegres conseguem resistir a esta maré de gemido. É
constante. São gajas pesadas, victimizam-se sem fim. Teem dó de si
mesmo. Não se imagina um alemão ou um brasileiro a cahirem nessa
fraqueza. Cada um à sua maneira, mais taciturno ou mais alegre, leva
a sua vida para a frente, sem pesar em cima dos outros. Os tugas
mereciam mas é ir trabalhar para uma fabrica de telemoveis chinesa!
Antes disso não teem o direito de se queixar.
Finalmente, o povo está decadente.
Engoliu e digeriu toda a merda progressista, rabeta, feminista,
putefia, moderneca e anti-religiosa que a sua elite satanica lhe
serviu ao longo das ultimas decadas. Pode não ser activo no mal como
esta, mas não a vomita para fora. Pelo contrario, os modernos ainda
se acham mais expertos do que os seus antepassados. Elles, esses
grandes palhaços de merda que nem filhos fazem, e que portanto como
familias e nação andam a morrer, teem a lata de cuspir para os seus
antepassados! A revolução cultural passou por aqui, e espalhou a
sua cultura de morte. Esmagou tudo na sua passagem. O 25 de Abril não
fodeu só a economia. Fodeu tambem a familia e as mentalidades.
As mulheres estão umas authenticas
putas. Basta comparal-as com as nossas avós, para ver quanto as
mulheres mudaram. Viram muita telenovella, muito filme de Hellywood,
ficaram cadellas. Nem de perto nem de longe se pode dar às mulheres
modernas, a geração dos annos 60 para a frente, o respeito que se
dava às gerações anteriores. Fodem antes do casamento, não fazem
filhos, abortam, não acceitam a auctoridade do marido, gritam muito,
encornam, divorciam por dá cá aquella palha, piram-se com os filhos
e com o patrimonio do marido, forçam-no a pagar uma pensão, põem
os filhos sob a auctoridade dum padrasto – para maior humilhação
do pae legitimo. Provocam o seu homem, fazem-lhe campanhas negras,
victimizam-se. Em processos de divorcio, fazem falsas accusações de
pedophilia. A unica coisa que sabem fazer é abrir a perninha. Como
se isso tivesse algum valor. Até tem, bem vistas as coisas: 30 a 40
€. Teem uma attitude e uma mentalidade detestavel de feministas
ressabiadas, quanto mais "educadas" peor. Isto leva-as ao
conflicto permante e à destruição da harmonia familiar. São
brutas, pouco carinhosas. Especialmente as nortenhas, e aquellas que
ainda teem as mammas firmes. Fallam com uma pedra na mão. São ocas.
E depois disso tudo ainda se admiram que um homem perca a cabeça, e
lhes dê um tiro nos cornos. Pró caralho, suas vacas!
Ainda por cima, teem a mania. O que não
faz sentido. A portugueza, em termos de belleza, só está a meio da
tabela. É baixota, tem frequentemente os traços um pouco
grosseiros, e a andar parece um patinho desengonçado. Se não
temperar esta mediania pelos valores do coração, só presta para
levar uma foda.
As mulheres sempre foram assim,
manhosas até à poncta dos cabelos, e tontas. Abusadoras. Faz parte
da sua natureza. Teem isso lá dentro de si. Não ha nada a fazer,
emquanto a investigação genetica não tiver feito progressos
assinalaveis. São materialistas, terra-a-terra, muitissimo pouco
romanticas. Ainda por cima, como desde a infancia são habituadas a
um tractamento de princesas, pelo simples facto da sua belleza e do
seu sexo, ficam com o rei na barriga. Ficam mandonas e arrogantes.
Encaram como um direito benesses que são simplesmente privilegios
que os homens lhes dão por costume e por instincto protector. Mas
não é nada que não se tempere com uma boa educação, um par de
estalos nas orelhas de vez em quando, pressão social, e umas leis
solidas. Ahi, consegue-se tirar o que ha de bom nellas. As nossas
avós eram umas mulheres de combatte. Eram fieis e davam filhos aos
seus homens.
Ja pelo contrário, esta geração é
esteril e fracota. Cabeça de galinha, mas sem os ovos no activo. As
portuguezas são definitivamente das peores mulheres que ha no mundo.
Ha mulheres mais "livres" na Europa, mas não se figem de
senhoras para depois agirem como putas ruins na mesma. São mais
francas na "liberdade", na putice. E mais entesantes.
Quanto à maioria das mulheres dos paizes dictos "atrazados",
fazem filhos, como mostram as estatisticas. É ahi que se vê a
pedalada duma mulher. Ninguém respeita abortadeiras e arvores sem
fructo.
Quanto aos homens, são uns bananas que
as deixam fazer tudo, que lhes toleram tudo, em vez de as pôr a
andar na linha. Dahi elas serem como são. Toleram-lhes isso tudo,
porque não querem prosperar e criar familia. São decadentes, não
teem ambição, e como tal, estão-se marimbando para más leis e
maus costumes que attaquem a familia. Não teem a coragem de assumir
a sua posição de chefes de familia. O ZeZé Camarinha, que tem
quanto às questões homem-mulher um conhecimento practico innegavel,
definiu bem os portuguezes: "são cornos mansos". Não se
dão ao respeito. Gente reles, em suma.
NEGRUME
Isto são verdades que não podem ser
negadas. Alguem com um pouco de sentido de justiça, com alguma
experiencia de debattes, e sem fraquezas affectivas que lhe turvem a
lucidez, consegue ver isso tudo. O povo tem muito estrume no coração.
Basta sacudil-o um pouco para que elle, de ordinario tão manso,
mostre a sua cor. Basta fazel-o fallar. Basta vel-o votar. Basta ver
as coisas pelas quaes elle se manifesta. O cabrão não tem vergonha.
Quer é mammar. Os outros que se fodam. Só mesmo a ponctapé nos
dentes é que o vicio lhe sae da cabeça. Com botas de biqueira de
aço. Não se pense que é só ignorancia, fructo da propaganda
incessante. Não é só defeito da cabeça. É defeito do coração.
Mesmo que lhe expliquem bem a immoralidade duma situação, dum
privilegio, o portuguez apoia-os. Porque sim. Porque gosta. Porque
mamma. Porque quer. Porque é filho da puta.
Quem tenha dito algumas verdades brutas
e basicas que saiam um pouco das normas da "boa educação"
dos rabetas sem testosterona e sem auto-estima, sabe bem que a
maioria das pessoas não reage com approvação às verdades que lhes
digam. Deviam reagir com alegria, com approvação, com alivio até,
à manifestação de verdades até à data reprimidas. Principalmente
quando se tracta de combatter injustiças. Mas em vez disso, o homem
franco é debattido tontamente por idiotas, duma forma pavloviana.
Palhaços que no fundo, num momento de calma e de reflexão, até
concordam com o que elle tenha dito, mas que o contradizem
simplesmente para se afirmar. É insultado, geralmente de forma
anonima... É gozado. É psychanalizado por psychologos de algibeira.
É ameaçado. É processado. É despedido. É ignorado. É
ostracisado. É exilado. É morto, até! Quem expõe a merda é
tractado como se elle proprio fosse o inimigo publico nº1.
O mais estranho disso tudo é que não
são só aquelles que teem interesse directo numa questão qualquer
que respondem de forma burra e deshonesta às verdades. São terças
partes a quem a questão não diz respeito que, também ellas, apoiam
as imbecilidades reinantes!
Qualquer politico que falle a verdade
está condenado a ser achincalhado pela imprensa, e posto no olho da
rua pelo eleitor. Apparecem logo uns dossiês sobre o caso X ou Y.
Não admira que sejam só aldrabões flacidos e manhosos a chegar ao
poleiro. Os eleitores são como as mulheres, gostam de canalhas. E os
lobis gostam de putinhas sem espinha, com ponctos fracos nos quaes se
pode carregar, caso comecem a ficar muito independentes.
Na verdade, o povo português é uma
mula teimosa. É uma besta de carga. Tem orgulho em carregar o seu
fardo. Quanto mais carregado, mais força faz para a frente. É
torto, o cabrão! Até dá vontade de rir, apesar de ser tragico. É
como aquelles atrazados mentaes que se encontram nas aldeias, sempre
a fazer asneiras, sempre com o olho paternal da aldeia em cima,
sempre zangados com esta. "Não battas com a cabeça contra a
parede, Agostinho!... - Deixa-me, a cabeça é minha!"
O povo não gosta daquelles que lhe
querem bem e que lhe dizem as verdades eternas. Revolta-se contra
aquelles que lhe abrem a consciencia. Contra esses, ha sempre raiva
que chegue. Mas é incapaz de fazer o que quer que seja para
combatter os seus verdadeiros inimigos, os parasitas do Estado.
DISTANCIA
Todos os povos se adequam mais ou menos
a esses padrões. Mas não é por isso que o povo portuguez deixa de
ser burro e immoral. Emquanto portuguezes, é isso que nos interessa,
não o que acontece com os outros. Os outros que se fodam. Até
porque nós ja cahimos bem fundo. Quanto mais portuguezes se
aperceberem dos seus proprios defeitos e dos dos seus compatriotas,
melhor. A consciencia é o principio da mudança. De qualquer forma,
conceder-lhes a possibilidade de se elevarem por si, organicamente
por assim dizer, ja é ser muito condescendente. Muito optimista.
Meia-duzia de Breivikes no focinho funccionava melhor.
Ha que não ter illusões sobre os
seus, e saber tirar as conclusões que se impõem: os portuguezes
precisam de homens e de instituições que os segurem com redea
curta. De homens que lhes deem com força nas orelhas de vez em
quando. E os verdadeiros chefes da communidade, as elites naturaes,
devem estar bem conscientes das fraquezas do seu rebanho, para não
cahir insensivelmente nos seus erros. Não devem ser proximos dos
seus. Devem estar acima delles, com espirito paternalista, com o
chicote pronto, longe da merda, longe do negrume. Não lhes podem
deixar estragar a sociedade, a prosperidade e a liberdade, permitindo
a todas as ideologias maradas e a todos os instinctos perversos
apoderarem-se da sociedade.
Nessa logica, não se deve ver como um
progresso a evolução da monarquia absoluta para a democracia
universal, verificada nos ultimos dois seculos. Pelo contrario, estas
mudanças constitucionaes só contribuiram para dar poder aos
instinctos predadores do povo. Quando o poder era distante, era visto
como tal. Era visto como uma clique parasita a viver às custas do
povo, e este resistia-lhe. Com a generalização da democracia, pelo
contrario, tornou-se possivel acceder ao poder mais facilmente, ou
pelo menos influencial-o pelo voto, no sentido deste distribuir
benesses por alguns segmentos da população, retiradas pela força
aos restantes. Tornou-se mais facil viver à custa dos outros. A
resistencia ao parasitismo estatal enfraqueceu. Essa é uma das
razões principaes pelas quaes a politica e a economia se
socializaram tanto ao longo dos ultimos dois seculos.
A democracia, na sua theoria pelo
menos, glorifica o popular. O popular burro, inculto, abusador,
deshonesto e immoral é tractado como um deus! A democracia é
instrinsecamente burra, em suma. Na practica, evidentemente, homens
intelligentes e manhosos acabam sempre por dominar a massa, como não
podia deixar de ser em qualquer systema de poder. Necessariamente.
Não pode haver só parasitas.
O portuguez só é bom, se for, no
dia-a-dia, com a familia, com os amigos, com os collegas de trabalho.
Mas mal abra a bocca, só diz merda. Mal se lhe dê um dedo de poder
sobre os outros, e arranca o braço. É ladrão. É emotivo como uma
gaja com o periodo. Não raciocina, não pensa, não estuda. Ladra.
Caga da cabeça. Deita fumo pelas orelhas. E se virmos bem, está-se
marimbando para as questões do pensamento. Só dá a sua opinião
porque lha pedem. De tanta impreparação só pode sahir asneira.
O portuguez precisa de estar calado. De
não lançar opiniões para a praça publica. Só lhe fica bem. E
viverá bem melhor se for governado por um autocrata (rei, dictador).
Um autocrata que lhe dê sufficiente liberdade para prosperar no
trabalho, para ter pão na mesa, para sustentar a familia. E para ter
os seus prazeres: uma puta ao fim-de-semana, tabaco e cerveja
baratos, e um carro de grande cilindrada. Um iPhone para as gajas, ou
uma mala Chanel. Mas que lhe dê na corneta quando precisa.
AS IDEIAS TEEM CONSEQUENCIAS
O Estado forma uma minoria da
população, mesmo se tem muitos dependentes directos e indirectos.
Os seus agentes encarregados da execução fisica das leis, da
repressão, formam uma minoria ainda mais pequena. Menos de 1% da
população. Umas 100 mil pessoas, numa população de quase 11
milhões de habitantes. Não é, portanto, só pela violencia que o
Estado se mantem em posição. Seria facil destruir o Estado, se
houvesse vontade. 10 mil homens a fazer guerrilha, com o apoio tacito
de 1 ou 2 milhões dos seus compatriotas, era o que bastava. Na
verdade, é antes pela persuasão, pela ideologia, pela propaganda, e
tambem pela formação de clientelas dependentes, que o Estado se
mantem. A população acceita as tangas que os poderosos lhe servem,
primeiro porque é burra, e segundo porque lhe convem... As proprias
victimas do Estado consentem aos males que soffrem. É uma especie de
sindrome de Estocolmo, em suma. As elites podres que nos governam,
apesar de serem muito mais reles que o povo que dominam, só teem o
poder que este lhes dá.
Isso vê-se no voto, antes de mais
nada. Mesmo quando discordam das politicas dum candidato qualquer,
mesmo quando sabem que vai applicar javardices, apoiam-no. Porque
esperam vir a beneficiar duns privilegios quaesquer do dito palhaço.
Em suma, são immoraes. Põem os interesses acima dos principios. Por
exemplo, a Esquerda até pode ter uma certa aversão a guerras, e não
ser tão brochista face a militares como a Direita. Mas de certeza
que não vai castigar eleitoralmente o seu candidato só por elle
continuar a politica estrangeira aggressiva do seu antecessor. NATO,
Afeganistão, Iraque, Kosovo, Somalia, etc. Porque quer mamma. Na
verdade, discordancias profundas quanto ao Estado, quanto ao regime,
quanto à social-democracia, são rarissimas. As pessoas concordam
com a maioria das politicas liberticidas do Estado. Ha uma grande
semelhança de opiniões da Esquerda à Direita. São simplesmente
duas facções da mesma mafia.
Vê-se em frente à televisão, face à
apathia do cidadão perante a endoutrinação que lhe servem. Vê-se
na approvação que elle demonstra quando apprende que um homem
qualquer foi quebrado pelo Estado por ter commetido um pseudo-crime.
Drogas, burocracias ou fuga ao fisco, por exemplo. Como elle gosta de
o ver preso! Como elle gostaria de o ver morto!
Esta cumplicidade tambem se vê na
maneira como os portuguezes tractam os bandidos do Estado. No seu
respeito por policias, militares, guardas prisionaes, juizes, agentes
do fisco, politicos, burocratas. Em vez de os boicotarem, em vez de
lhes darem desprezo, em vez de os processarem, ainda os bajulam.
Ficam muito felizes se os seus filhos ingressam por essas "carreiras"
de crime. Não encaram isso como uma tristeza e uma deshonra para a
familia. Em geral, collaboram de mil e umas pequenas maneiras. E
chocam-se muito quando um bandido policial leva no focinho dum
cidadão qualquer, tomando immediatamente partido pelo primeiro, sem
conhecer o caso nos seus detalhes, sem pôr em causa um unico segundo
as leis que applica.
O resultado desta attitude official, o
Brochismo, está à vista. E cheira mal. A cumplicidade com o crime
não é innocua.
Antes de mais nada, o cidadão está
completamente desarmado. Está cada vez mais difficil possuir uma
arma. Nem com a merda duma pistoleca o cidadão pode andar, quer no
carro ou no bolso. Os commerciantes não podem ter uma shotgun atraz
do balcão, para abbatter assaltantes. E mais ridiculo do que tudo,
se um individuo de bem der um tiro num criminoso que lhe entre casa
adentro a meio da noite, é punido por se defender! É a propria
policia, em suma, que toma partido pelos criminosos.
Fallando de policia, está quanto a
ella cada vez mais arrogante, cada vez mais armada, cada vez mais
parasita. Longe de nos proteger, a sua funcção principal é a de
braço armado dos lobis. Só merece o nosso desprezo, em suma.
O povo está esmagado por impostos sem
fim. IVA, IRC, IRS, IMI, IMT, Imposto de Selo, Imposto de Circulação,
Imposto Automovel, impostos sobre o tabaco e o alcool, impostos
aduaneiros, imposto sobre o combustiveis. Impostos sobre o trabalho:
TSU dos empregados, e dos patrões. Mais uns impostos sectoriaes e
locaes. Ainda por cima, à quantidade enorme de roubo, acrescentou-se
uma perversidade tremenda na cobrança. Mesquinharias administrativas
que põem o patrimonio e a liberdade dum cidadão à mercê duma
qualquer merdeca de burrocrata, sem se conseguir defender perante os
tribunaes senão com grandes difficuldades. Inverteu-se o onus da
prova, sendo que são agora os cidadãos que devem provar que
ganharam os seus rendimentos de forma legitima para não serem
condenados, e não os tribunaes a terem que provar que uma pessoa
adquiriu rendimentos de forma illegal. A bofia anda no carjacking, a
fazer apreensões directas de carros em operações STOP. A mafia
fiscal cobra umas especies de "pre-impostos" aos
empresarios, antes mesmo de estes terem feito lucro, através do
Pagamento por Conta. Tambem os põe em grandes difficuldades,
obrigando-os a pagarem o IVA antes mesmo de o terem encaixado.
Tudo isto é o resultado inevitavel
duma constituição abertamente socialista, isto é, assumidamente
ladra. Uma constituição que os communistas defendem, o que diz tudo
sobre o seu valor. Uma constituição que no proprio preambulo
defende principios immoraes, e tretas historicas. Uma constituição
que instaura o veneno dos pseudo-direitos "sociaes" e do
igualitarismo. Veneno que entorpece o popular à medida que lhe vai
ao cu. Uma constituição que vamos ter que rasgar para poder
respirar de novo.
O paiz está suffocado por um sem-fim
de monopolios e carteis, publicos e privados, na saude, na educação,
na energia, nos transportes, nas communicações, na imprensa, na
radio, na TV. Está esmagado por um sem-fim de burocracias, a todos
os niveis, milhares e milhares de paginas, que ninguem é capaz de
conhecer, e que permitem destruir qualquer negocio. Por cima disso, o
Estado portuguez é uma authentica colonia das Nações Unidas, da
União Europeia, da NATO, e da banca judia. Ou seja, toda uma serie
de decisões que nos affectam são tomadas no estrangeiro, contra os
nossos interesses, contra os nossos direitos.
O systema bancario e monetario está
completamente fora do controlo das forças de mercado. É,
directamente ou indirectamente, uma succursal do Estado. Ou talvez
seja o contrario... Agarra toda a sociedade pelos tomates, pela
existencia dum systema de depositos fraccionarios, sempre à beira do
collapso. É altamente cartellistico. É um aspirador de bailouts
gigantescos, mamma rios de dinheiro do banco central. Com as
consequencias que dahi adveem: irresponsabilidade, inflação,
concentração dos recursos da economia, booms economicos artificiaes
seguidos de crises economicas com falencias e despedimentos. Não ha
estabilidade bancaria nem monetaria. Os bancos são castellos de
cartas, e a moeda não serve a sua função de reserva de poupança.
Rejeitou-se o ouro e a prata como meio de troca, e está-se agora na
era do dinheiro digital, completamente artificial.
As verdades são caladas. Não ha
censura previa, mas ha censura posterior, por causa do perigo dos
processos em "diffamação", que não deixam fazer os
attaques pessoaes que se impõem. Isto da theoria é muito bonito,
mas na practica é homens concretos que se combatte. Na medida em que
o paiz falla, é a propaganda repugnante do systema que se ouve.
Lavagem cerebral constante, papaguear sem sentido, illusão de
informação e cultura, debatte sobre pintelhos de hippopotamos,
histerias successivas sem amanhans. Jornaes de Esquerda na sua
maioria, com uma pitada de filhos da puta corporatistas e
militaristas à mistura para dar o troco da "pluralidade",
TV do Estado, cartel televisivo privado pouco melhor, endoutrinação
obrigatoria das creanças até à vida adulta, nas escholas do
regime. Ou seja, merda com carimbo official. Merda chique. Merda
cona. Merda banana. Merda de Lisboa, de Hellywood. Merda da boa. Miam
Miam.
O systema politico está
hyper-centralizado, como nunca esteve ao longo da historia. Lisboa é
um sorvedouro implacavel de dinheiros e de competencias locaes. Os
municipios só pouco decidem da vida local. Tragicamente, vê-se
terras e regiões inteiras a despovoarem-se e a morrerem lentamente.
De norte a sul do paiz, vê-se centros
historicos a cahir de podre. As nossas mais bellas cidades foram
destruidas pela lei das rendas, uma sacanice feita aos proprietarios
para comprar os votos dos inquilinos. Sem contar com impostos
immobiliarios. Como o controlo das rendas acaba com o incentivo do
proprietario em restaurar a sua propriedade, as casas caem
regularmente na cabeça do inquilino malandro que nellas mora. Cem
annos de controlo das rendas passaram por aqui, e Deus escreve
direito por linhas tortas.
A nivel de trabalho, a situação é
absolutamente desastrosa. O desemprego nunca esteve tão alto. O
salario minimo, o subsidio de desemprego, e a destruição de
empresas viaveis com aumentos recorrentes de impostos teem dessas
coisas. Os trabalhadores, que apoiavam o Estado quando esse promettia
"bens sociaes" a torto e a direito, suppostamente sacados
aos capitalistas, são agora esmagados por impostos extra para
financiar os taes direitos. Como não pode estar toda a gente a
mammar, acabam por soffrer para financiar reformas de funccionarios
publicos super-privilegiados, "rendimentos de inserção"
de pretos e ciganos, e subsidios de desemprego de manhosos
preguiçosos. Sempre os mesmos, que mammam muito mais do que pagam
para o systema. Ou seja, não só ha pouco trabalho, como aquelle que
ha, ainda por cima, é mal pago. Os trabalhadores pagam pela cobiça
que teem do dinheiro dos seus patrões. Justiça divina. A TSU paga
pelos patrões sobre os salarios dos empregados, supposta "conquista
social" que permite financiar a "Segurança Social",
tem como consequencia fazer baixar os salarios liquidos, porque
diminui a procura por trabalhadores. Alem disso, todos os outros
impostos pagos pelos patrões desencorajam a accumulação de
capital, o investimento, e logo diminuem a quantidade de bens e
serviços postos no mercado pelas empresas, o que implica um aumento
de preços, nomeadamente para os trabalhadores-eleitores-ladrões...
Em suma o nivel de vida não sobe tanto quanto poderia. Bem feito: na
peidinha.
Portugal anda conservador e repressivo
na questão dos vicios, no mau sentido da palavra. É uma mixtura
extranha de repressão conservadora e de controlozinho progressista.
Nas questões das drogas, da putaria, do jogo, está-se hoje mais
controlado do que no tempo do Salazar. Nessa altura, tractava-se
essas coisas feias como deve ser. Mantinha-se longe da vista do
burguezinho, mas tolerava-se. Hoje em dia, os palhaços dos nossos
politicos, em vez de fecharem os olhos e sacarem umas massas para
ajudar a pagar as reformas aos velhos, destroem esses negocios, e
forçam-nos para o mercado negro, onde lhes fogem completamente. Nem
para ladrões servem. Em vez de apanhar ladrões, teem a pretensão
tonta de acabar com coisas velhas como o mundo.
Ainda nessa onda, Portugal está
feminizado e "maternal". Num mau sentido. É leizinhas
ridiculas por toda à parte. Colete obrigatorio que nos faz parecer
como palhaços na berma da estrada, cinto obrigatorio, capacete
obrigatorio, anuncios anti-fumo no tabaco, plaquinhas verdes de
sahida nos edificios, panelleirices sem fim da ASAE, seguros
obrigatorios para actividades anodinas... Ja não se tem a minima
noção do ridiculo, e põe-se mulheres em funções judiciaes,
policiaes, e até militares, com a maior naturalidade. A maioria dos
professores dos niveis mais baixos, e a maioria dos burrocratas, são
mulheres... Em suma, uma palhaçada authentica, que tracta o cidadão
como uma creança. Um estylo de autoridade execravel, porque não é
franco e viril, mas não menos auctoritario por isso. Um
controlozinho permanente, psychologizante, culpabilizante, que só
pode levar os homens, mais tarde ou mais cedo, à explosão. E,
destruindo a virilidade, à infelicidade das proprias mulheres. Sem
contar com o enfraquecimento de toda a sociedade, ao acabar
progressivamente com todos os valores que uma ordem patriarchal
defende.
Adoptou-se a ideia malefica que não só
as mulheres são iguaes aos homens, mas que ainda por cima devem
fazer o mesmo que os homens. Numa sociedade normal, ha uma attitude
de paternalismo face às mulheres. São protegidas e supportadas, são
respeitadas quando se dão ao respeito, mas não se lhes deixa mandar
ou abusar. Tem-se consciencia que são todas tontas, fracas,
parciaes, inconstantes e emotivas. Que teem um fundo ruim, ciumento,
venenoso, pequenino e cruel. Que são bastante deshonestas, sempre
abusadoras e ultra-manhosas. Que são umas provocadoras, umas
subversivas e umas manipuladoras natas. Que por essas e por outras,
precisam de ser seguradas com redea curta por homens a serio. E
castigadas quando é preciso. Tem-se consciencia que é a maternidade
o verdadeiro dominio da mulher. O unico dominio onde é
imprescindivel, aquelle em que ella é venerada, a sua funcção
social mais importante, aquelle onde se revela todo o bem que possa
ter dentro de si. Não o trabalho, onde costuma ser pouco productiva,
e pouco creativa.
Pela rejeição dos papeis tradicionaes
do homem e da mulher, sobretudo pela promoção do trabalho da
mulher, pela facilitação louca do divorcio, pela humilhação
systematica dos homens por intermedio de juizas putas e modernaças,
pela destruição de familias normaes em beneficio da mafia dos
orphanatos, pelo subsidio ao aborto, e por outras ainda, o paiz está
como está: moribundo. Não faz filhos. Rejeitou a tradição,
rejeitou a sua fé catholica que o preservava destas decadencias,
fodeu-se. Tudo incentivado pelo trabalho de destruição das
fundações da sociedade que foi applicado, ao longo dos trez ultimos
seculos, por maçons, esquerdistas, respublicanos, adeptos da
lahicidade, igualitaristas, feministas, socialistas e judeus. Que é
tudo a mesma merda: o Demonio.
Todas estas coisas aconteceram com a
cumplicidade do manhoso do povo, que se embebeu das cantigas
modernas, bem mais agradaveis ao ouvido do que as verdades austeras
do padre, e apparentemente menos duras do que as responsabilidades
duma sociedade livre.
Esta decadencia, esta falta de
vontade de viver, esta ausencia de procreação, esta ausencia de fé,
esta perversão da cultura, este abandono dos valores tradicionaes,
esta ausencia de sentido de missão, é o maior mal de que soffre
Portugal. O Estado pode opprimir muito um povo, as leis podem ser
muito injustas, mas se houver no povo vontade de viver, arranja-se um
caminho, dá-se a volta. Destroe-se todos os obstaculos ao
crescimento. A cultura dum povo é mais importante do que as suas
leis. Quando um povo abandona, quando deixa de ter vontade de luctar,
caminha rapidamente para a morte. A vida, a prosperidade, a
sociedade, o successo, o Bem, não existem por si. Existem emquanto
forem defendidos.
Mentalidades, philosophia
constitucional, leis, estructuras politicas, povo, elites: está tudo
podre.
HAJA JUSTIÇA
O discurso publico costuma concentrar a
sua hostilidade sobre as elites de todo o genero. Quaesquer que sejam
as verdades que se digam dessa forma, é sempre um trabalho
inacabado, um tanto ou quanto futil. É a marca duma certa cobardia.
É um broche feito ao povo. Um appello da democracia e da imprensa à
sua inveja, à sua ganancia e à sua deshonestidade. Uma festinha
immerecida no sentido do pello. Uma demagogia. Um estimulo aos seus
instinctos victimarios. É querer estar do lado da maioria. É não
querer ver o coração dos seus. É não ver que as massas são
cumplices de toda a javardice que ha no paiz. Que apoiam todas as
elites que as maltractam. É fugir à verdade essencial: o povo é
canalha. Os portuguezes gostam de se foder uns aos outros. São uns
pederastas sem orgulho. São porcos.
Portugal é um bairro social. Portugal
cheira a Morte. Portugal tem um povo de sacanas. Um povo de ladrões,
de immoraes, de abutres, de cynicos, de aves de rapina, de galinhas
de rapina, de cobardes, de hyenas, de nabos, de bobos, de Sanchos
Pança, de revolucionarios mexicanos bigodudos, de fanfarrões de
taberna, de manhosos, de tretosos, de verbosos, de actores de
opereta, de deshonestos, de bananas, de bebês, de chorões, de
burros, de fracotes, de molles, de impotentes, de molluscos. De
metrossexuaes depilados a laser. Um povo de cornos mansos. De galinhas
inferteis aputefiadas e badalhocas. Um povo torto e negro. Um povo
decadente e moribundo. Uma gente sem orgulho. Um povo falhado. Um
povo que é simultaneamente lobo implacavel, e ovelha feliz. Gente de
coração muito duro. Uma raça inferior, sem amor à liberdade.
Sodomitas totaes, sodomitas
permanentes, sodomitas systematicos, sodomitas de competição,
sodomitas insaciaveis, sodomitas de anthologia, sodomitas de luxo,
sodomitas de creação, sodomitas epicos, sodomitas inalcançaveis,
sodomitas inigualaveis, sodomitas de longo curso, sodomitas activos,
sodomitas passivos, sodomitas versateis. Anilhas gulosas. Scientistas
da sodomia, engenheiros da sodomia, especialistas da sodomia, glutões
da sodomia, athletas da sodomia, maratonistas da sodomia, navegadores
da sodomia, magicos da sodomia, missionarios da sodomia, genios da
sodomia, luzes da sodomia, artistas da sodomia, aristocratas da
sodomia, principes da sodomia, reis da sodomia, imperadores da
sodomia, heroes da sodomia. Deuses da sodomia!
Que vivam na pobreza, na oppressão e
na decadencia! Que vivam no meio do crime mais assustador. Que paguem
muitos impostos até ao fim da vida! Que cada trabalhador portuguez
supporte pelo menos cinco funccionarios publicos e suas familias
completas até aos primos em 3º grau! Que morram num hospital
publico cheio de estaphylococcos e doenças nosocomiaes! Que os
caralhos da bofia lhes sirvam de ethylometro nas operações STOP.
Que sejam forçados a rezar cinco vezes por dia virados para
Bruxelas. Que sejam forçados a comer muitos legumes. Que sejam
obrigados a vestir cinto de segurança quando andam de bicicleta. Que
envelheçam e que as suas cidades se despovoem. Que desappareçam,
comidos e assimilados por outros povos! De preferencia, por pretos
vigorosos, com trabucos de proporções bocageanas. Ou salafistas
argelinos, se não houver pretos que cheguem. E um ou outro pencudo
do FMI, para condimentar. Sem fallar de todos os rabetas do Bairro
Alto, que lhes deviam engravidar o anus e as orelhas com muita
maldade.
Não ha povos innocentes. Os
portuguezes teem aquillo que merecem. Teem todos aquillo que o seu
coração, a sua cabeça e as suas tripas valem. Tudo! Até à ultima
gota.
Chupem Cabrões!