segunda-feira, 15 de maio de 2017

Um Traidor

Um descendente de portuguezes que tomou partido contra os seus. Um creoulo que destrui o poder dos creoulos sobre a Guiné, e a entregou aos primitivos. Um homem que tomou armas contra os seus. Um homem que, por designio proprio ou pelas necessidades da guerra, mactou e mutilou os homens, as mulheres e as creanças do seu paiz, poluindo a sua terra com minas. Um homem que se financiou, que se treinou e que se armou juncto de potencias extrangeiras. Um agente consciente ou inconsciente do communismo. Um homem que fez guerra ao seu paiz a partir de nações vizinhas. Um homem que levou a sua terra a uma independencia de fracos no meio de gigantes hostis. Um homem que foi educado pelos brancos, e que beneficiou de Portugal como poucos africanos, tendo-lhes cospido em cyma em agradecimento. O parallelo oeste-africano do Mario Soares, do Agostinho Neto e do Samora Machel. Uma das personagens mais tragicas da historia de Africa occidental. Um falso heroe.

Assim foi o traidor Amilcar Cabral!

A Restauração

A nivel material, e não só, Africa é um desgraça. Africa é francamente disfunccional. Com a descolonização, houve um collapso civilizacional. Em muitissimos aspectos, Africa está hoje em dia peor, muito peor, do que estava no tempo dos brancos.

Dicto isto, é um erro pensar que este estado de coisas é permanente, que não tem solução. Os africanos são inferiores em termos culturaes. Mas não são geneticamente inferiores. Ha mentalidades difficeis a combatter, mas as mentalidades mudam.

Tudo o que é necessario à existencia duma civilização agradavel está presente em Africa: estradas, hospitaes, escholas, redes de abastecimento, instituições, leis. Nem que seja por herança do tempo colonial. Contudo, por causa da corrupção, da preguiça e da incompetencia, está tudo num grande estado de descalabro. Mas basta um empurrão no automovel para o motor voltar a trabalhar.

É preciso perceber que os africanos, especialmente os mais velhos, apesar de participarem todos um boccado da palhaça que é a sua terra, teem uma consciencia diffusa da situação em que se encontram. Mas por natureza, são extremamente fatalistas. Conformam-se com a sua sina, mesmo quando vivem ao nivel dos animaes. Falta-lhes a força de vontade, a visão e a esperança para agir. Pensam que não ha nada a fazer. Não teem coragem para se opôr às hostilidades violentas que uma tomada de posição inevitavelmente provocaria. E teem alguma desculpa quanto a essa passividade, porque o esforço necessario ao endireitamento de Africa, para que simplesmente alcance o seu potencial, é propriamente heroico. Ou seja, é obra para um Heroe: o homem que carrega o mundo às costas, por escolha propria. É preciso derrubar todo um systema, e suplantar toda a velha elite.

Os africanos estão insatisfeitos, à espera que alguma coisa acconteça: o Chefe. Quando os homens grandes de que Africa precisa surgirem, quando elles espetarem as lanças no chão e desfraldarem as bandeiras, serão seguidos e bem succedidos. As mudanças beneficas que accontecerão não serão graduaes, mas sim bruscas. Mas ainda não chegou o tempo. Os africanos aindam precisam de soffrer um pouco, para ficarem mais humildes. E os heroes ainda precisam de rezar, para ganharem coragem. No momento certo, bastará uma faisca.

Conquistar

Em todas as instituições humanas, das empresas aos estados, passando pelas associações, ha sempre dois partidos em lucta pelas posições de poder. Ha sempre dois grandes “blocos” politicos, com uma practica e uma cultura algo semelhantes: uma Direita e uma Esquerda.

Se alguem quer influenciar esse systema, tem que crear uma força terceira que se vá inserir na lucta existente à partida. Junctando meios humanos e financeiros, mesmo que minoritarios, consegue-se alcançar a “força de baloiço” entre os dois partidos principaes. É a força minoritaria – os extremistas – que acaba por dar a victoria a um campo ou outro, o que implica que os partidos de poder precisam de cortejal-a para atingir os seus objectivos.

Essa realidade aplica-se às instituições politicas da Europa. Arredondando, existem hoje trinta membros na União Europeia. Alcança-se uma maioria com quinze nações. Tendo em conta as variações eleitoraes, a diferença entre os dois polos politicos da Europa não passará de cinco a dez membros.

É isso que é necessario para mandar na Europa: meia duzia de nações. Quando uma nação conseguir junctar à sua volta uma poucas outras, fixará o rumo da Europa. O centro terá o exercicio visivel do poder, mas será o extremo a fixar a linha politica seguida. E o mesmo se pode dizer relativamente ao Mundo, atravez das instituições das Nações Unidas: quando um par de continentes se junctar, o mundo inteiro terá que prestar attenção.

Se Portugal encontrar um chefe com firmeza e com visão, sem grandes ambições pessoaes, poderá alcançar aquillo que como nação pequena e fraca precisa: segurança e tranquillidade. Basta-lhe ser manhoso, e não se render.

domingo, 14 de maio de 2017

Atrazados Mentaes

Os turras do PAIGC! Falta-lhes um parafuso. Quando os portuguezes estavam no poder, não estavam contentes. Quando os creoulos de Cabo-Verde mandavam, limparam-lhes o sebo. Quando um chapeu vermelho governa, reclamam. Quando o Injae bufa, choram. E mesmo quando os seus partidarios estão no poleiro, manifestam-se!

Mas esses selvagens querem o quê?! Alguem consegue perceber? Querem mammar, querem fornicar tudo e todos, querem saltitar, querem gritar, querem chatear a cabeça à malta, querem fazer o pino, querem o quê?

Os tugas ainda vão ter que voltar à Guiné para pôr ordem nesta macacada. Preto, só em dictadura militar.

Um Pidjinguiti! Dois Pindjiguitis! Dez Pindjiguitis! Mil Pindjiguitis!
Que os Pindjiguitis floresçam pelo chão da Guiné!

Vamos Pindjinguitar!
Vamos Bombar!
Desta vez vae doer!
Desta vez é a valer!


I ka tchora... Sufri!...

Velhos Cynicos

Cabrões dos velhos. Teem todas as chartas do baralho nas mãos, mas não abrem os dedos nem um boccadinho. Pode estar meio paiz a arder, desde que o delles esteja garantido, está tudo bem. Après moi le déluge!

Vae ser necessario afastar esta gente à mocada.

A Caminhada da Esquerda

A Esquerda não é a favor de nada. É contra tudo e mais alguma coisa. É contra a propriedade privada, contra a Egreja, contra os seus mandamentos, contra o patriotismo, contra a Nação, contra a liberdade, contra a auctoridade, contra o phallo.

A Esquerda ha-de cahir nas mãos de quem sabe muito bem o que quer. De tanto combatter uma auctoridade benigna, ha-de soffrer um jugo cruel.

De portuguez christão a mouro arabe, eis o percurso esquerdista.

Ensquerdar

“Portugal precisa de ser ensquerdado!”

Hmmmmm... Não! Soa mal.

Paciencia, Resistencia e Oração

Face ao peccado e à decadencia que se vê na sociedade, assim como as suas manifestações politicas, é preciso não desesperar. Por um lado, só os excessos dos maldosos podem provocar na população a determinação para o combatte, dando às auctoridades o poder que precisam para endireitar a nação. Por outro lado, uma nação peccadora é uma nação fraca, condenada a soffrer guerras. E a guerra corrige tudo.

Erros Islamizantes

O mouro não age como um barbaro por causa do imperialismo americano, pelos crimes de Israel, por ser discriminado, por vingança das cruzadas, por ser pobre e viver em bairros degradados, por ser barrado à entrada das discothecas, ou por se sentir chocado pela perversidade do mundo occidental. O mouro é um monstro porque é essa a sua natureza.

A Cobardia do Clero

O clero prefere ver a Egreja a morrer do que tomar uma posição.
O clero prefere entregar o patrimonio da Egreja do que tomar conta delle.
O clero prefere recuar do que luctar.
O clero prefere tractar da barriga do que confrontar a hierarquia ecclesial.
O clero prefere o consenso à verdade.
O clero prefere a liberdade à prisão.
O clero prefere a vida ao martyrio.
O clero prefere conformar-se com o ar do tempo do que combatter as imbecilidades dos seus pares.
O clero prefere apascentar o rebanho do que luctar contra os lobos.
O clero prefere receber subsidios das auctoridades do que luctar contra as mesmas.
O clero prefere adulterar a Doutrina da Egreja do que enfrentar os erros da Modernidade.
O clero prefere o eucumenismo ao combatte das heresias.
O clero gosta de mentir com verdades. Prefere esconder a sua cobardia atraz das generalidades pias do Evangelho, do que fallar de pessoas, practicas, politicas e instituições concretas.

Deve haver uns quantos padres no Inferno.