quinta-feira, 11 de outubro de 2018
domingo, 7 de outubro de 2018
A Impossibilidade da União Europeia
A construcção dum imperio
supra-nacional – chamemos-lhe assim – na Europa é dificil por
uma razão muito simples: os povos da Europa são povos dispares,
desunidos, que não teem nenhuma lingua em comum.
Ja o mesmo não acconteceu com os
Estados Unidos da America, que na sua formação foram ajudados pelo
uso commum do inglez como lingua de communicação.
Nestas condições, a Europa vae ter
dificuldade em crear uma instituição que lhe poderia ser util, face
à fraqueza dos seus constituintes isolados: um exercito continental,
que poderia pôr todo o continente sob a protecção do arsenal
nuclear dum paiz como a França ou a Gran-Bretanha.
A Legalização das Abominações
Imagine-se que o chefe dum grande
partido politico propunha a legalização do infanticidio e a sua
execução gratuita no Serviço Nacional de Saude. Seria muito
justamente considerado como insano ou perverso. No entanto, Portugal
não hesitou em legalizar practicas como o aborto ou a
homossexualidade, e prepara-se para officializar a euthanasia. Não é
fundamentalmente differente duma legalização do infanticidio, ou de
practicas como a mutilação genital feminina, que nos veem de
Africa.
Em todos estes casos, está-se a
assistir à normalização de abominações. Está-se, emquanto
civilização, a recahir no primitivismo e na barbarie.
Urge combatter taes perversidades, e não,
como o fazem hoje os que falsamente se intitulam de progressistas,
normalizal-as.
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Etiquetas da Nova Orthodoxia
Racista. Xenophobo. Antissemita. Revisionista. Negacionista. Homophobo. Islamophobo. Sexista. Machista. "Fachista". Reaccionario. Tudo o que é supposto não se ser.
Mas se, na verdade, o bom senso estivesse precisamente em ser isso tudo?
Mas se, na verdade, o bom senso estivesse precisamente em ser isso tudo?
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Conciliar a Russia
A constante guerra de palavras e de
ameaças dirigida contra a Russia é muito perigosa. Esta nação é
uma das grandes potencias nucleares do mundo, com capacidade para
destruil-o se for preciso. Nestas circunstancias, é muito importante
baixar as tensões globaes, conciliando a Russia tanto quanto
possivel, a todos os niveis. O perigo duma guerra nuclear, por erro
humano ou outro, é demasiado grande.
Tensão Islamica
As sociedades islamicas são sempre
atravessadas por uma tensão entre duas facções: os islamitas e os
laicos.
Os islamitas levam o paiz para a tensão
e o chaos, atravez de politicas guerreiras e controladoras. Portanto,
atravez de medidas de violencia interna ou externa. Estas medidas
tendem a suffocar toda a liberdade da sociedade, pelo seu caracter
minucioso.
Já os laicos impõem limites à
religião, que permitem à sociedade viver num estado apaziguado,
visto que o Islão por natureza é revolucionario de toda a
tranquillidade social.
É portanto esta a guerra, por vezes
violenta, que se trava em cada sociedade islamica.
Systema de Reformas
O systema de reformas que vigora em
Portugal é immoral e economicamente nefasto.
É immoral porque coercivo: força os
mais novos a sustentar a preguiça e inactividade dos mais velhos,
pelo imposto.
E é nefasto, porque é, em termos
economicos, um puro consumo: as receitas do imposto são
immediatamente usadas com as pensões correntes.
Um systema justo seria um systema de
poupança voluntaria, ao longo da vida. Este systema teria a vantagem
de usar em investimento os fundos poupados, atravez do systema
bancario. Seria portanto um meio de crescimento economico.
Alem disso, constata-se que um systema
coercivo de reformas é um desincentivo à natalidade. As pessoas,
sabendo que serão supportadas pela sociedade, deixam de fazer filhos
como meio de se precaverem contra os males da velhice. Já pelo
contrario se estivessem por sua conta passariam a ter mais filhos.
O systema de reformas actual merecia
ser abolido, regressando-se a um regime de voluntariado.
Egualdade
No dia em que as mulheres tiverem todas
uma pila, ter-se-á finalmente atingido a tão procurada egualdade
entre homens e mulheres.
Trabalho Infantil
Ha um opprobrio excessivo à volta do
trabalho das creanças. Afirma-se a eschola como unica via para os
mais novos com pouco raciocinio. Não se vê que passar seis ou septe
horas na eschola é um trabalho como qualquer outro: um trabalho de
escriptorio.
Desde que não seja degradante ou
excessivamente perigoso, o trabalho infantil é positivo. Permite às
creanças complementarem os rendimentos familiares, e ajudarem ao seu
sustento. O que se vê em Africa, creanças a fazerem pequeno
commercio, é natural e saudavel: permite apprender um officio para a
vida adulta.
Na practica, a prohibição do trabalho
infantil é mais uma maneira de difficultar a geração de grandes
familias, numa sociedade que já de si tão poucos filhos faz. Não
tendo esta fonte de rendimento, os paes são obrigados a limitarem-se
na procreação, de medo de não poderem sustentar a familia.
Tribunal Penal Internacional
Os governos são frageis face a
movimentos revolucionarios, manifestações, minorias armadas e
subpopulações hostis. Face a estes phenomenos, o poder tem que
estar pronto a exmagar os focos de revolta, e a exilar corpos
extranhos. Se não o fizer, é a porta aberta à anarchia, à
violencia, e ao crime de massa. À guerra civil, em suma. O Estado
não pode permitir isso: tem a obrigação de manter a segurança no
seu dominio.
Exmagar revoltas é sempre sangrento, e
implica sempre a morte de civis – homens, mulheres e creanças –
porque estes phenomenos veem por natureza da sociedade civil. Estas
mortes são naturaes e necessarias, e não se deve ter dó de quem
contribui para o chaos. É preciso fazer um massacre de vez em quando
para se guardar o poder, e para se manter a paz.
É ahi que entra o Tribunal Penal
Internacional (TPI). Ao attaccar systematicamente os governantes que
se defendem, sob o titulo dramatico e theatral de crimes de guerra,
crimes contra a humanidade, limpeza ethnica e outras accusações
ainda, o TPI enfraquece a capacidade de reacção dos dictos
governantes. Estes passam a ter dois inimigos, um interno, e outro
externo. Na practica, o TPI acaba por tomar partido pelos movimentos
hostis e violentos dos quaes os governos se defendem. O TPI collabora
com o crime.
Nesta perspectiva, dramatiza-se muitos
as retaliações que os governos exercem sobre as populações – e
se estes não fossem attaccados, ellas não seriam necessarias nem
occorreriam – mas fecha-se os olhos aos crimes das organizações e
das massas rebeldes.
A justiça internacional acaba tambem
por ser um instrumento imperialista contra os fracos victimas das
grandes potencias. São sempre nações vencidas, como a Servia, ou
nações frageis e pobres como os potentados africanos, as principaes
victimas do TPI. Ainda está para vir o dia em que os governantes das
grandes nações do Occidente se sentarão no banco dos réus pelos
seus crimes.
Esta justiça internacional não
presta, é immoral e nefasta, e devia ser fortemente reformada, senão
abolida.
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