segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Hespanha Humilhada

O Presidente do governo hespanhol, Pedro Sanchez, vae à Catalunha presidir a um Conselho de Ministros. É acolhido por milhares de manifestantes independentistas violentos, que só não o massacram porque tem um batalhão de capangas a protegel-o. Apesar de Sanchez ser, por inclinação e por interesse, um homem conciliante com os separatistas.

Isto é, hoje em dia, o que succede na Catalunha a qualquer um que se affirme como defensor de Hespanha. É injuriado e aggredido.

É tempo de tomar medidas de força. Quem tem força não se deve submetter a quem é fraco.

Viva Hespanha!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Mulheres em Falta

Em tempo de guerra, é preciso que haja homens dispostos a sacrificar a sua vida para defender a sua nação e os seus valores. Se houver um collapso da moral do povo e do exercito, nenhuma lei, nenhum castigo, nenhuma ordem das chefias, poderão impedir que as forças armadas deixem de combatter e saiam derrotadas.

A situação é identica com as mulheres. Mesmo o maior dos machistas tem que reconhecer que são tão ou mais importantes que os homens. A responsabilidade já não é a de morrer nos campos de batalha, mas sim de dar a vida. Se as mulheres deixam de querer sacrificar-se para fazer e crear filhos (dois ou trez pelo menos), e este sacrificio implica por necessidade practica de se entregar à auctoridade dum homem que sustente a familia, a nação morrerá. Não ha nenhuma lei, nenhum partido, nenhuma forma de governo, que possa impedir isso.

Como, por todo o mundo civilizado, as mulheres deixaram de querer sacrificar-se, as nações civilizadas vão desapparecer.

Pode-se dizer que a questão da natalidade é uma questão financeira. Mas a verdade é que isso é uma fallacia, para a maioria das pessoas. Quando Portugal era muito mais pobre do que hoje, fazia mais filhos. E nações muito mais pobres que as do Occidente - as de Africa por exemplo - são muito prolificas. Não se deve arranjar desculpas à mulher moderna. É egoista, e isso merece ser condenado e criticado.

O Cerne da Questão Democratica

Os pensadores liberaes e anarchistas exprimiram ha muito tempo a ideia segundo a qual o Estado - independentemente do bem que possa fazer - é por natureza perigoso para a vida, a liberdade e a propriedade das massas. Ou seja, teem uma attitude anti-estatista.

Em democracia, esquece-se completamente este discernimento. Pelo simples facto de, todos os quattro annos, se ir pôr um boletim de voto numa urna, para influenciar a escolha dos governantes, conclui-se que a acção das auctoridades fica legitimada.

Se se pensar dois minutos sobre essa conclusão, percebe-se que é ridicula. O que deve governar a acção das auctoridades são principios anteriores e superirores à vontade da maioria de circunstancia. Não valle tudo.

Contudo, por palerma que esta crença seja, é ella que governa o mundo.

Bem vistas as coisas, a democracia é uma religião. Um artigo de fé que, regra geral, não se assume como tal.

A Obra da Democracia

Na Revolução franceza, o Terror, as mactanças de freiras, padres, nobres, endinheirados e inconformistas. No seculo XIX e XX, o socialismo, com a consequente carga fiscal digna duma qualquer escravatura. A pilhagem da Egreja e dos conventos. No seculo XX, a porta aberta aos communistas, que não poucas vezes tomaram o poder pelas armas, com dezenas de milhões de mortes e de escravos nos campos de trabalho forçado, sem contar a miseria que a destruição da economia de mercado provocou. No seculo XXI, o poder entregue a povos hostis, primitivos, barbaros, e a conquista das terras de Christo pela escravatura do Islão.

Mas é supposto accreditar que a democratização do Occidente e do mundo foi um progresso.

A Democracia

Uma farsa tragica, barulhenta, e suicidaria. A discussão permanente de tudo o que é sagrado.

Feminismo


O odio dos homens. A destruição da familia, e portanto, das nações.

PS: e se os homens se revoltassem e começassem a mostrar a pilinha?!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Catalanices

A aspiração mais importante do povo catalão, o uso da sua lingua propria e a sua não dissolução no seio do povo castelhano, está garantida ha mais de quatro decadas, com o uso da lingua catalã nas instituições da região. Hespanha impõe muitas leis, impostos e burocracias, mas não é nada que os separatistas catalães, todos da Esquerda socialista - e portanto, anti-liberal - não promovam elles proprios.

Dicto isto, a revolta catalã é completamente desnecessaria e illegitima. A maioria castelhana não faz nada aos catalães que justifique um divorcio.

Os separatistas pretendem ser democratas, quando não respeitam a maioria do povo hespanhol, que se oppõe à secessão catalã. Pretendem querer ser livres, quando o que querem é o poder sobre os muitos castelhanos (e catalães lealistas!) que vivem na Catalunha. Defendem uma republica catalã, e não uma monarchia catalã, o que é todo um programa politico (de Esquerda...). Não se assumem como nacionalistas, e que a sua lucta é a de um povo contra outro, porque isto fal-os-ia passar por maus da fita, nos tempos que correm. Mas nacionalistas são.

Emfim, estes nacionalistas catalães são uns bellos manhosos. Vão provavelmente ganhar na sua lucta, porque o rey de Hespanha não tem estomago para fazer o que se impõe para parar a revolta (impôr um governador castelhano, obrigar ao uso do castelhano nas instituições, prohibir as manifestações e os bloqueios de ruas, sob pena da mitralha dos militares). Vão ganhar, porque os partidos de Esquerda, a nivel hespanhol, na caça dos votos da Catalunha, vão mais tarde ou mais cedo conceder-lhe a independencia.

A unica coisa que conseguirão é fazer um Estado fraco entre a Hespanha e a França, sujeito ao primeiro abanão, e necessitado, como todos os Estados europeus, de se defender da immigração africana, principalmente de cariz islamico.


A Vantagem dum Chefe Forte

Um rei ou um dictador teem uma vantagem sobre um simples governante eleito temporariamente: estão acyma da lei, dos tribunaes locaes, dos tribunaes internacionaes, e das opposições politicas. Se não se envolvem em guerras insensatas, e se não demonstram fraqueza face aos seus administrados, teem o seu poder garantido.

E é isso mesmo, em certas circunstancias, que é necessario. Ha momentos na historia das nações em que é preciso tomar medidas de força. É preciso exmagar revoltas injustificadas.

Os que soffrem esta repressão nunca a acceitarão. Se tomam o poder vão, à primeira occasião, vingar-se sobre aquelles que os castigaram. É por isso que um governante eleito nunca pode fazer o que é preciso para endireitar o seu paiz. Tem medo do que virá a seguir.

Expandir a Guerra

Imagine-se que a Allemanha começava a armar, alojar e financiar grupos jihadistas, no seu territorio, para commetter attaques terroristas contra a França, com o intuito de instaurar um caliphado ou uma republica islamica. Nestas circunstancias, seria perfeitamente legitimo a França não só se defender no seu territorio contra estes attaques, como tambem seria necessario e legitimo declarar a guerra à Allemanha, e conquistal-a em parte ou no todo, até que parasse a sua politica de apoio aos islamistas.

A situação foi identica no caso do Ultramar portuguez. Podia-se entregar as provincias ultramarinas aos grupos terroristas que as attacavam - o que foi feito depois do 25 de Abril - ou podia-se ter expandido a guerra para os paizes que durantes annos albergaram no seu solo inimigos de Portugal: o Senegal, a Guiné-Conakry, o Congo e a Tanzania, nomeadamente.

Ahi, teriam surgido immediatamente em scena os apoios, do mundo occidental, a estes movimentos terroristas. A França, os Estados-Unidos, a União Sovietica...

Pode-se dizer que Portugal não tinha força para combatter estas forças maiores, o que é verdade. Por outro lado, não tinha escolha. Quem é attaccado tem que se defender, mesmo que seja para accabar vencido.

Esta questão vae-se pôr novamente nas proximas decadas com o surgimento de movimentos islamistas pela Europa. Estes movimentos serão apoiados por forças extrangeiras que se revelarão quando os seus "meninos" começarem a soffrer derrotas. Ahi, passar-se-á inevitavelmente da guerra civil para a guerra internacional. A Europa podia, noutros tempos, permitir-se abandonar as suas colonias. Não vae poder deixar de luctar pelo coração das suas nações.

O Regresso do Rei

A grande vantagem dum rei é, precisamente, não depender de eleição nenhuma. É porque se pode oppor aos desejos da maioria, desejos estes que são frequentemente simples inveja e cobiça (e rebellião gratuita contra qualquer forma de auctoridade), que um rei é positivo.

Um rei protege os homens de posses contra a cobiça dos mais pobres. Protege o excentrico da furia normalizadora da massa. Protege a burguezia dos revolucionarios. Protege os homens contra a rebeldia das mulheres (sendo elle proprio um marido que não quer ver a sua familia destruida). Protege os patrões contra os trabalhadores. Protege a auctoridade do pae na familia. Protege a Egreja dos seus inimigos. E fal-o porque, sendo elle proprio um homem de posses, de intelligencia, de auctoridade e de tradição, não tem interesse em apoiar movimentos que destruam este estado de coisas.

As massas, atiçadas por demagogos, são incapazes de controlar as suas tendencias destructivas face a homens de elite, de riqueza, de empreendimento, de intelligencia, de originalidade. Face aquelle que sae da norma, portanto.

É porque a Esquerda, moderada ou revolucionaria, quer systematicamente attaccar os homens de posse e de auctoridade, que detesta a monarquia, sendo por tendencia republicana. Na practica, accaba sempre por supplantar a ordem antiga por uma nova ordem, em que domina, e ficar tambem ella, conservadora.